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Heil der Schönen! aus der Ferne
Ist der Ritter heimgekehrt,
Doch nichts durft' er mit sich nehmen,
Als sein treues Ross und Schwert.
Seine Lanze, seine Sporen
Sind allein ihm unverloren,
Dies ist all sein irdisch Glück,
Dies und Theklas Liebesblick.
Heil der Schönen! was der Ritter tat,
Verdankt' er ihrer Gunst,
Darum soll ihr Lob verkünden
Stets des Sängers süsse Kunst.
"Seht, da ist sie", wird es heissen,
Wenn sie ihre Schöne preisen,
"Deren Augen Himmelsglanz
Gab bei Ascalon den Kranz."
Schaut ihr Lächeln, eh'rne Männer
Streckt es leblos in den Staub,
Und Iconium, ob sein Sultan
Mutig stritt, ward ihm zum Raub.
Diese Locken, wie sie golden
Schwimmen um die Brust der Holden,
Legten manchem Muselmann
Fesseln unzerreissbar an.
Heil der Schönen, dir gehöret,
Holde, was dein Ritter tat,
Darum öffne ihm die Pforte,
Nachtwind streift, die Stunde naht;
Dort in Syriens heissen Zonen,
Musst' er leicht des Nords entwohnen,
Lieb' ersticke nun die Scham,
Weil von ihm der Ruhm dir kam.
Viva a bela! de terras longínquas
É o cavaleiro regressado,
Porém nada ele pôde consigo tomar,
Além do seu fiel cavalo e espada.
A sua lança, as suas esporas
Só não se perderam,
Tudo isto são os seus terrestres troféus,
Isto e o olhar amoroso de Tecla.
Viva a bela! O que o cavaleiro fez
Agradeceu ele ao seu favor,
Pois que deve o seu louvor proclamar
Sempre a doce arte do cantor.
"Vede, ali está ela" ouve-se dizer,
Quando eles a sua beleza enaltecem,
"De cujos olhos o brilho do céu
Deu a coroa a Áscalon".
"Vede o seu sorriso", honrados homens
Jazem sem vida no pó,
E Icónio, embora o seu sultão
Corajosamente lutasse, rendeu-se cativa.
Estes caracóis, que dourados
À volta do peito das eleitas flutuam,
Colocaram a muitos muçulmanos
Correntes indestrutíveis.
Viva a bela, a ti pertence-te,
Eleita, o que teu cavaleiro fez,
Por isso abre-lhe a porta,
O vento da noite sopra, a hora aproxima-se;
Ali nas quentes zonas da Síria,
Devia ele facilmente do Norte desacostumar-se,
Que o pudor ceda ao amor,
Porque foi ele que fez a tua glória.
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