O centenário de Oliveira:como o cinema recusa morrer

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O centenário de Oliveira:
como o cinema recusa morrer

A entrevista do centenário fica como o testemunho de alguém que nunca desistiu de fazer e pensar o cinema como um produto paradoxal do Século XX.


Escutar Manoel de Oliveira é um pouco como escutar os ecos mais primitivos do cinema, do desejo de fazer cinema.

Por isso nesta entrevista não se pergunta o que significa fazer 100 anos - se querem a minha opinião não me parece que seja correcto perturbar a legítima agitação da juventude.

Nesta entrevista, apenas se tenta encontrar uma boa atitude de escuta - 100 anos de vida, 77 anos de cinema e a certeza de que o que vale mesmo a pena são as coisas complicadas.


A entrevista do centenário: Oliveira em discurso directo

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