RTP/Lusa
O secretário-geral do PS, António José Seguro, insistiu na ideia do Estado poder entrar no capital de empresas viáveis, negando que esta medida, justificada pela crise, seja uma nacionalização e custe dinheiro ao país. Seguro contraria assim a ideia deixada pelo Governo de que as propostas do PS podiam custar ao Estado 6,3 milhões de euros.
A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) Catarina Martins acusou hoje o Presidente da República de fazer "uma brincadeira de muito mau gosto" ao convocar um Conselho de Estado para debater o "pós-troika" em vez da crise.
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