A3 - 16h/19h
com Luís Oliveira
2014-11-13 12:14:08

Transtorno Dismórfico (dismorfia) Em relações sexuais ocasionais o corpo da mulher, importa?

Transtorno Dismórfico (dismorfia) Em relações sexuais ocasionais o corpo da mulher, importa?
"Queridos Raquel Bulha e o Dr. Quintino Aires;

Agradeço desde já a existência deste elucidativo e descontraído espaço (A Hora do Sexo). Confesso que não sou uma ouvinte diária mas antes compulsiva, quando tenho possibilidade de uma quebra na minha rotina lá vou eu aprender ao site da Antena 3.

Já vinha desde algum tempo para escrever para o vosso espaço mas nunca com coragem, isto porque ainda tenho alguma coisas a resolver não tanto diretamente com problemas no sexo dito, mas mais com o que envolve: O corpo, a entrega...


Tentando ser breve:

Tenho 24 anos e desde o inicio da adolescência que me venho a debater com problemas obsessivos-compulsivos onde entra períodos de dismorfia corporal, distúrbios alimentares, enfim e tudo o que envolve, resumindo corpo.

Na verdade considero que não tenha tido qualquer educação sexual, até pelo contrário, houve sempre uma busca de actos incriminatórios quase "género pide" por parte dos meus pais e fazer da sexualidade um acto vergonhoso.. e enfim a ideia que consegui formar enquanto ser individual, é que a sexualidade faz tão parte de nós enquanto individuos e é tão essencial ao nosso desenvolvimento pessoal como o acto de beber um copo de leite quando se tem fome. Assim sendo, sempre fui muito selectiva de parceitos.

Diria que tive 4 pessoas diferentes até hoje: 2 namoros e 2 casos ocasionais; Não tenho inseguranças quanto Às "minhas prestações" mas sim com o corpo, e a entrega, o toque... e devo dizer que desses dois casos consegui abstrair-me tanto do medo do corpo durante o acto sexual, que mal me lembro de características físicas especificas dos meus parceiros ocasionais.

Resumindo: Assim como para o homem que pergunta o tamanho da " minha pilinha importa?" , em relações sexuais ocasionais, o corpo da mulher importa? Devo-me simplesmente libertar e deixar-me dar ao "luxo" de poder ter relações ocasionais ou, devo-me proteger? Peço desculpa pelo testamento e secalhar pela pergunta ego, tendo em conta o meu problema, mas, se poderem-me responder, ficava muito agradecida :) Um beijo para ambos e Obrigada pela boa disposição e profissionalismo"

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:55:10

Sémen "avermelhado"

Sémen avermelhado
"Boa tarde caros amigos, continuo ouvinte assíduo, e sempre que ouço a vossa edição encontro uma pequena resposta para a melhoria da minha vida diária. Hoje escrevo para pedir ajuda sobre algo que me acontece pela segunda vez. No fim da masturbação, e depois de ejacular, notei que tinha o esperma avermelhado, o que faz acreditar que tenho sangue no esperma. Como referi antes, já me aconteceu, há cerca de 2 ou 3 anos. Na altura entrei em pânico, mas como tinha vergonha de referir a alguém (excepção feita à minha companheira), procurei informação na internet, que aconselhava então a não praticar qualquer tipo de sexo, para não ejacular. Que esta situação resultava de stresse, e que, com a inibição sexual durante uns dias, tudo voltaria ao normal, e realmente assim foi. Na altura não consultei um médico, e desta vez estou tentado em seguir da mesma forma. No entanto, escrevo-vos para saber se isto é para me realmente preocupar, ou tentar ter mais calma e ficar realmente uns dias no celibato."

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:51:25

Definir a relação, dar nome.

Definir a relação, dar nome.
"Olá aos dois !

Conheci uma miúda da minha idade, 38 anos. Falámos pela net 3 meses, no 1º dia que nos conhecemos pessoalmente, tivemos uma boa noite de sexo muito intenso. Continuamos a encontrar-nos todos os fins de semana e mantemos a mesma relaçao, sexo e muito carinho à mistura. Ela diz que está apaixonada pelo meu orgão genital e tudo o que envolve a nossa relação sexual, pois está sempre a acariciar-me e diz eu sou um caso à parte. Como defenir esta reação, de uma pessoa que, diz querer ser minha namorada?

Obrigado Quintino e cumprimentos "À HORA DO SEXO"


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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:40:03

Reagir! Treinar a argumentação.

Reagir! Treinar a argumentação.
"Olá Quintino e Raquel!

Sou vosso ouvinte e apesar de nem sempre concordar convosco, gosto muito do vosso espaço e já aprendi muito a ouvir-vos. Sou um jovem adulto com 25 anos, recentemente solteiro (saí de uma relação com mais de 2 anos). Conheci a minha ex-namorada na minha licenciatura, ela namorava na altura, mas fomo-nos aproximando e ela acabou por deixar a relação que tinha e ficámos juntos.

Em todas as relações anteriores nunca tive uma pessoa tão dedicada a mim, não só para o bom que existe numa relação mas também para outras situações da vida em que percebemos se temos ou não temos um(a) companheiro(a).. Ela ao fim de um mês de relação quis conhecer a minha familia, e eu apesar de não fazer particular questão, fiz-lhe a vontade.. No entanto ela não fez o mesmo no imediato.. nem nunca.. Cheguei a ir a um aniversário dela com 1 ano e meio de relação fingindo que era amigo.. (Quem ama é capaz de fazer o seu amor passar por isto?) Esse dia marcou-me profundamente mas fui incapaz de dizer 'BASTA! Se me amas tens de fazer isso por nós'.. Acabámos por seguir para mestrado juntos e para além dessa situação começou a notar-se o excesso de horas de trabalho juntos.. Para além disso ela entrou para o ginásio (com o meu apoio, pois precisava) mas dedicou-se de uma maneira completamente obsessiva.. Nem todas essas condicionantes fizeram com que ela abrisse o  jogo com a familia e abrisse novas portas para a relação..  E eu fui-me acomodando, deixando de lutar e comecei eu próprio a desistir.. No final do Verão terminámos a relação, eu sugeri e ela aceitou sem contestar.. Mas negou-me termos uma conversa cara-a-cara como deve ser entre adultos.. Apesar de achar que dei tudo o que podia para que as coisas resultassem, acabo por me sentir culpado pela minha falta de reação aos acontecimentos!


A minha questão é a seguinte:

O que hei-de fazer para mudar a minha atitude numa relação? Sinto que o facto de eu não dizer 'Não.' à outra pessoa, e tentar seguir sempre uma via que satisfaça a outra parte acaba por resultar contra mim e a própria relação. Como diz uma amiga minha 'anulo-me como pessoa quando tenho um relacionamento'..."

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:28:22

Os padrões de comportamento

Os padrões de comportamento
"Olá Dr. Quintino Aires e Raquel Bulha!

São os meus companheiros fies todas as tardes e todas as manhãs, naqueles cinco minutos... Não perco uma emissão, e como repetem a da tarde na manhã seguinte, normalmente oiço duas vezes, o que me parece óptimo para que as ideias fiquem mais cimentadas na minha consciência...

A minha questão é basicamente esta: Estaremos nós enquanto indivíduos sociais e emocionais "talhados" para cometer repetidamente os mesmos erros nas relações? Terá mesmo que existir sempre a ajuda de um profissional na área da saúde mental para alterar comportamentos?

Passo a exemplificar com situações de pessoas com as quais privo há alguns anos o que me permite já ter uma ideia bastante abrangente dos seus estilos e formas de vida:

Exemplo 1: Um homem na casa dos 50 anos, discreto no trato e nas atitudes que se atrai sempre por mulheres bonitas, que até o tratam bem, (e ele a elas), nunca chegam a assumir uma relação mas passado pouco tempo é sempre "trocado" por outro homem. Como o meio é pequeno toda a gente se apercebe, embora ele nunca se queixe. Continua mesmo a conviver com elas e às vezes quando elas se zangam com os seus companheiro lá volta ele para elas, mas só até elas voltarem para os respectivos companheiros. Pergunto-me será que se entende como o "second best"??

Exemplo 2: Uma mulher muito inteligente, perto dos 50 anos, bonita com um caracter forte, ideias arrojadas, à frente do seu tempo, mas acaba por estar em relações longas onde os companheiros são sempre de alguma forma dependentes dela, fazendo ela quase um papel de mãe e não o de companheira, amante, mulher...

Exemplo 3: Uma mulher jovem e bonita que gosta de seduzir e de ser seduzida, mas tudo o que mais quer é encontrar um companheiro para constituir família. Acaba sempre por se envolver sexualmente com eles, alguns até chegam a ser casos breves mas eles acabam sempre por não querer uma relação "séria" e ela acaba por sair magoada.

Exemplo 4: Uma mulher perto dos quarenta anos que não se consegue apaixonar por ninguém porque continua sempre agarrada ao último relacionamento, que já não existe. Nas poucas relações que teve os companheiros eram distantes e sem grande manifestações de afecto. O que eu quero tentar perceber é como é que estas pessoas, se permitem continuadamente a frustrar, cada uma à sua maneira, quando todas elas querem o mesmo: Amar e ser amadas! Mas a verdade é que repetidamente, ao longo de vários anos, continuam por "cair" sempre no mesmo comportamento, como se de uma esperança se tratasse, em que desta vez vai correr bem!.... Ou será que se entregam à velha ideia de "é o destino...!" Obrigada pela formação continua que nos oferecem diariamente e espero que nos continuem a brindar com a vossa companhia por muitos e largos anos.

Bem hajam!"

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por : Raquel Bulha

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2014-11-13 11:23:41

Os meninos de suas amantes.

Os meninos de suas amantes.
"Olá Raquel e Dr. Quintino

Aprecio muito o Dr. Quintino Aires, a quem cumprimento. E vou dizer que já estou a ser muito corajosa só por enviar este email......

Sou uma mulher só, que vive com uma filha pequena, mas muito interessada em sexo e relações. Iniciei um relacionamento com um homem casado (que conheci num site) que sei racionalmente que não passará de encontros ocasionais. Para piorar as coisas vive noutra cidade. Ambos temos 42 anos. Estou perfeitamente consciente do perigo de ser uma amante.... Mas por outro lado, gosto mesmo dele ... Como posso manter isto e continuar a lutar por outro tipo de situação em que encontre de facto alguém disponível para estar comigo. Mas como manter o distanciamento? E como agir de forma a obter o melhor proveito sem me vir a magoar? Não é fácil conhecer homens realmente interessantes ou que me interessem como este. Deve aproveitar e viver isto não sendo o suficiente? pode isto até ser o suficiente para mim agora (uma vex que não tenho disponibilidade nem paciência para continuar em procuras?) O que fazer?

Muito obrigado! Aguardo a vossa opinião"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:26:58

Sim, eu gosto da posição "69"

Sim, eu gosto da posição 69
"Bom dia Raquel e Quintino,
ainda que vos tenha escrito já umas (quantas) vezes, gostava de reiterar o meu agradecimento por este programa tão didáctico para mim... e à Raquel agradecimentos a dobrar, pois ainda me dá o "planeta 3" que tanto gosto! Desta vez escrevo-vos pois na emissão de 8 de outubro último, sobre o "69", o Quintino comentou que "esse entusiasmo do 69 é de quem não o tinha feito" e que para a maioria das pessoas não é assim tão fantástico ou prazeroso.

Para mim é uma experiência muito (MESMO MUITO) prazerosa e excitante, pois excita-me imenso ouvir a minha companheira fazendo "ruídos" enquanto lhe faço cunilíngua, e isso estimula a minha erecção, o que por sua vez quando ela me pratica felácio... é tremendo! Ora ouvir-vos comentar que "é muito desinteressante", e tendo uma opinião/experiência bem diferente, fiquei curiosíssimo e assim que cheguei a casa fui quis sentar-me um pouco com a minha companheira e perguntar-lhe se ela estaria disposta/disponível a falar um pouco de sexo... o nosso.  Expus-lhe o que acabo de vos comentar (que ouvi o vosso programa e o quão diferente é a minha experiência) e perguntei-lhe como se sentia ao ouvir as minhas palavras e qual a sua experiência comigo. Acredito que me tenha dito o que realmente sente, que foi uma algo a meias entre a vossa opinião (que enquanto estamos a oferecer sexo oral é difícil desfrutar e vice-versa) e tb que se sente excitada pelo facto de me estar a dar prazer.

Mas o mais espectacular foi que à medida que íamos discutindo o assunto, na procura de nos entendermos mais e assim melhorar a nossa vida sexual, fomos ficando progressivamente excitados com a conversa... e, claro, acabámos a "verificar a teoria"! MARAVILHA!!! muito agradecido pela oportunidade que nos deram de discutir (mais) um assunto de interesse para nós enquanto casal, e pelo desfrute consequente :)"


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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:22:19

Antidepressivos interferem com a resposta sexual?

Antidepressivos interferem com a resposta sexual?
"Caros, Raquel Bulha e Quintino Aires,

Sigo o vosso programa desde o inicio e já aprendi muito convosco. aprecio a vossa abertura de espirito e gosto muito das explicações do dr. quintino, sobre sexo, sobre, a vida, sobre nós... agora a minha dúvida: estou a tomar antidepressivos e ansioliticos há 6 meses e desde essa altura que deixei de conseguir ter orgasmos, quer com o meu marido, quer por masturbação. será que tem relação com esta medicação? será temporário?

Agradeço comentário e parabens pelo vosso trabalho enriquecedor."

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 15:17:42

"A sexualidade aos 50 anos já não tem a mesma importância que assume em idades mais novas"

A sexualidade aos 50 anos já não tem a mesma importância que assume em idades mais novas
"Para já ainda não é uma mensagem longa a partilhar os meus pensamentos e experiências. É só uma notícia que considero relevante para o futuro dos ouvintes d'A Hora do Sexo:

"Aos 58 anos, a juíza conselheira Maria Fernanda Maçãs e os seus dois colegas Alberto Costa Reis (64), e José Fonseca da Paz (66), consideram que a sexualidade aos 50 anos já não "tem a mesma importância que assume em idades mais novas". Não foi apenas um "considerando", já que tal juízo de valor acabou por influenciar a decisão final do Supremo Tribunal Administrativo em baixar a indemnização a pagar a uma doente da Maternidade Alfredo da Costa, na sequência de uma intervenção cirúrgica mal sucedida - de 172 mil euros para 111 mil."

Nunca parem!"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:47:49

O que um irmão pode dizer que um pai não diz?

O que um irmão pode dizer que um pai não diz?
"Olá Raquel e Dr. Quintino,
Às vezes, especialmente as minhas amigas mulheres, falam-me de perguntas que os irmãos ou irmãs mais novas fazem e que elas ficam sem saber o que responder. Pergunto: A abordagem que os pais devem ter deve ser a mesma que um irmão mais velho? O que é que um irmão pode dizer que um pai não diz? Há diferenças? Pais mais bem preparados para o assunto, criam filhos mais bem informados, o que faz com que os mais velhos possam esclarecer as dúvidas dos mais novos? Deixem-me as vossas opiniões e matem-me a curiosidade de uma filha única.

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:40:28

Sou virgem e com medo de falhar

Sou virgem e com medo de falhar
"Ouço o vosso programa há alguns meses, sou fã assídua do programa e tenho estado há algum tempo para vos escrever e parece que finalmente ganhei coragem. Tenho 19 anos, sou virgem e tenho dificuldade em relacionar-me sexualmente. Não vou dar desculpas de um trauma infantil, da educação e da religião porque como vocês dizem não é motivo e na minha opinião não passam de tretas. No meu caso é o medo, medo de falhar e não corresponder às expectativas da outra pessoa. Estive numa relação durante alguns meses, gosto muito dele mas a nossa relação acabou, ele diz que as coisas mudaram e não sentir o mesmo por mim, penso que não termos tido sexo foi um dos grandes motivos para terminar e as coisas mudarem.

Enquanto estivemos juntos sempre se mostrou bastante aberto para me perceber mas acabou por se fartar de esperar. Não tenho vergonha de me expor com ele, os preliminares eram ótimos mas quando chegava o momento da penetração as coisas complicavam-se porque invalava-se o meu medo de não o conseguir satisfazer e acabava por ficar um mau estar entre nós. Apesar da relação ter acabado, ele diz que ainda sente uma enorme atracção por mim, quero estar com ele mas o meu medo mantém-se. Não sei se o facto de termos sexo irá fazer com que voltassemos a ficar juntos. A verdade é que gosto muito dele e estou disposta a tentar, mas não sei muito bem como enfrentar este medo de falhar."

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:37:19

Estímulo Anal

Estímulo Anal
"Olá Raquel e Quintino.
Somos um casal de namorados, cuja relação dura há um pouco mais de 4 anos.
Temos excelente sexo, damo-nos muito bem, ambos temos 23 anos, e como "verdinhos" que somos, a exploração de sensações é constante. Mas eu (a rapariga) tenho um "receio" que gostava que o Doutor me dissesse se é da minha cabeça ou se é real. Desde que permiti que o meu namorado me estimulasse analmente durante as relações sexuais, noto que quando essa estimulação não existe, é mais difícil para mim ter prazer. Parece que preciso das duas sensações (vaginal e anal) para igualar o prazer que tinha das primeiras vezes que fazíamos amor. Estarei a ficar menos sensível? É normal? O meu receio é que um dia eu não consiga ter orgasmos sem essa estimulação anal."

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:33:22

"Vê lá, não te apaixones por mim, hein?"

Vê lá, não te apaixones por mim, hein?
"Olá Raquel e Quintino!
Escrevo-vos para pedir a vossa opinião em relação a um assunto não muito importante mas que me chateia/incomoda. Com mais frequência do que gostaria, dou por mim a ouvir da parte dos homens, avisos como "vê lá, não te apaixones por mim". Sou uma pessoa carinhosa mas isso não significa que me apaixone pelo primeiro que me aparece pela frente. Porquê esta necessidade de avisarem para não me apaixonar? (Também acontece o mesmo a algumas amigas minhas.)
Obrigada!"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:27:48

Ele não ejaculou, uma situação a ver com os dois.

Ele não ejaculou, uma situação a ver com os dois.
"Olá Raquel, olá Dr. Quintino. Desde já vos agradeço os conselhos, e explicações, que nos dão, e elogio a forma como o fazem.  Oiço o programa há imenso tempo, é quase uma bíblia para mim. E, chegou a hora de eu também vos escrever para partilhar algo que se está a passar comigo.

Tenho 30 anos, tal como o meu parceiro. Não temos um compromisso assumido (ainda), mas quando nos começámos a envolver foi bastante intenso. Passado pouco tempo de nos conhecermos começámos a sentir uma grande atracção. Nos primeiros dias apenas com beijos ficávamos excitados, principalmente ele que acabava por ficar com erecção. Quando nos envolvemos pela primeira vez sexualmente foi maravilhoso. Não nos sentimos nada inibidos, experimentámos várias posições, fizemos sexo oral, e muitas brincadeiras. Uma deliciosa loucura!! Pensei que além do sentimento que se estava a criar, tínhamos uma química sexual enorme, e isso estava a deixar-me muito contente.

Ainda não tivemos muitas relações sexuais, porque é algo muito recente, mas já o fizemos vezes necessárias para nos conhecermos, minimamente, a nível sexual. E, nas últimas vezes ele não ejaculou, e a erecção perdeu-se. Para mim foi algo que me causou muita estranheza. Nos preliminares não teve problemas com a erecção, consegue manter a erecção durante bastante tempo, dá-me prazer, mas depois não tem orgasmo, acabando por perder a erecção. Quando aconteceu pela primeira vez não dei muita importância porque pensei que fosse algo pontual, e porque já tinha atingido o orgasmo em outras vezes. Mas nas duas últimas vezes não aconteceu, o que me deixou meia preocupada. Falámos sobre isso bastante tempo, e ele acha que é algo psicológico, mas que não consegue identificar o que é. Disse-me que talvez ande à procura de descobrir aquilo que gosta mesmo sexualmente, e o que quer, mas que também não sabe se é isso. Também me disse que não era nada em relação a mim, para não me preocupar, tratando-se da mente dele, mas que não sabia como descobrir a causa do problema.

O que me aconselham neste caso? Poderá ser apenas ansiedade, ou medos? Poderá ser algo que passe pelo foro clínico? Penso que não se trata de nada em relação a nós, enquanto parceiros, porque falamos abertamente sexo, e especificamente sobre este problema. O que poderei fazer eu para o ajudar? Não sei bem o que fazer, uma vez que conhecemos o problema, falamos sobre ele, mas não conseguimos identificar a causa. Poderá passar por tratamento médico?"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:22:32

"A minha mulher tem medo de me dar sexo oral"

A minha mulher tem medo de me dar sexo oral
"The Guardian", edição on line do Reino Unido tem uma secção dedicada a responder a perguntas dos leitores sobre sexo.  Um dos assuntos tinha por título... a minha mulher tem medo de me dar sexo oral. No desenvolvimento do assunto, percebemos que a mulher tinha medo que o marido ejaculasse no momento do sexo oral. Ele já lhe disse que isso não vai acontecer mas ela não quer. O que deve fazer, insistir? adoptar um cenário erótico capaz de a influenciar?
Quando um não quer dois não fazem.?
Há outros factos que podem influenciar alguém a não gostar de sexo oral... o cheiro?"

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:18:55

O tema do sexo na "música pimba"

O tema do sexo na música pimba
"Caríssim@s Raquel e Quintino
Primeiro que tudo, agradeço o vosso esforço diário em contribuir para a saúde mental e física dos ouvintes da Antena
Já por mais de uma vez se falou na vossa rubrica em representações artísticas do sexo, tanto no programa dos moldes das vulvas, como no do canto do "zuca-zuca". Independentemente do valor artístico relativo destas manifestações, creio que podem ter um valor etnográfico importante, quando inseridos num determinado contexto social e cultural e que nos ajudam a entender um pouco melhor as dinâmicas sociais do seu tempo mas também a entender a forma como essa sociedade vive e fala sobre o sexo.
Esta foi uma introdução um pouco longa que me leva ao que me interessa neste momento: a música chamada "pimba" (daquela cheia de trocadilhos sexuais). Eu sei que o valor deste tipo de música não é pedagógico, mas sim lúdico. Contudo, se, à primeira vista, parece conseguir naturalizar o sexo pela sua verbalização jocosa, creio ao mesmo tempo que só ajuda a perpetuar preconceitos e uma vivência sexual culposa. Por um lado, porque representa o sexo como uma "taradice" em que "eles querem todos o mesmo" e "elas são todas iguais". Por outro lado, usa um tom "malandreco" e risível que perpetua uma ideia conservadora do sexo, como coisa que "é uma pouca-vergonha, mas toda a gente gosta". Em suma, mantém o sexo e os afectos no domínio do proibido, do ilícito e do não-dito...
Não sou púdico e não quero, de todo, acabar com os bailaricos populares! Gostava apenas de ouvir a vossa opinião sobre o potencial papel deste tipo de música no fechamento de mentalidades!
Um grande abraço de um ouvinte fiel e entusiasta."

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:14:30

O Ciúme - falta de experiência nos amores

O Ciúme - falta de experiência nos amores
"Bom Dia, gostaria de saber se seria possível realizarem um pequeno programa ou discutir um pouco um tema que para mim é algo que me faz muito mal, o ciúme, sou um rapaz com pouca auto estima, em que penso sempre que todos os rapazes são melhores que eu, ou mais bonitos ou mais engraçados ou simplesmente melhores, entao, ja não é a primeira vez que o ciúme interfere e de que maneira numa relação. Basta um riso, um elogio, um olhar, um atenção mais especial por parte da minha parceira a outro rapaz que fico completamente descontrolado, por vezes consigo ignorar mas fico a a pensar naquilo ate ter oportunidade de falar no assunto o que normalmente é numa altura de discussão ou a própria discussão é provocada por isso! gostaria de saber se ha maneiras de dar a volta a este sentimento horrível, e se existe algumas estratégias plausíveis para modificar esta atitude. tenho ciúmes da mais pequena coisa. acabo por não confiar na minha parceira simplesmente pk não confio em mim e nas minhas capacidades. gostaria de permanecer no anonimato caso este tema seja exposto no programa! com os melhores cumprimentos."

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por : Raquel Bulha

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2014-10-27 14:09:45

Sexo anal faz-se mais do que se diz! E o 69?

Sexo anal faz-se mais do que se diz! E o 69?
"Escrevo novamente, e de novo para elogiar. Acabei de ouvir a 2ª parte do comentário sobre o artigo do público sobre clima de coerção na prática de sexo anal, e devo dizer que adorei. Foi fantástica a análise, concordo com todas as críticas e tornei a minha opinião praticamente igual à vossa. Mas o que realmente fez a diferença, como é normal nos vossos comentários, é a forma ligeira, sem tabus, (como já a música do genérico o dá a entender) e com algum humor presente torna tudo mais positivo. Aquela frase do Quintino a acabar o programa "... Sejam correctos ou vão para o Inferno!" é deliciosa, soltei uma gargalhada tão grande que até ia caindo da cadeira. Continuem por favor, a cada programa encontro uma pequena, ou às vezes grande, resposta para um problema meu. Assim dá muito mais gosto.
Um bem haja, grande beijo e enorme abraço.
Encontramos mitos aqui?!
O sexo anal faz-se mais do que se diz?"

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por : Raquel Bulha

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A Hora do Sexo MP3 2014-11-24
A Hora do Sexo MP3 2014-11-21
Este é o blogue do programa "A Hora do Sexo". Aqui encontras muitas das dúvidas relacionadas com a sexualidade, mas mais importante do que isso, os devidos esclarecimentos e respostas. Bem-Vindo!

Contactos:

sexo@rtp.pt
Raquel Bulha (raquel.bulha@rtp.pt)
Quintino Aires (quintino.horadosexo@gmail.com)

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