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Purpurina
com Rui Estêvão
2013-05-07 17:09:03

Ejaculação precoce

Ejaculação precoce
"Estou na faixa etária dos 30, casado, pai de dois filhos.
Quando na adolescência, poucas foram as parceiras sexuais que tive, e tudo o de mais "excentrico" que possa ter feito sexualmente, foi com a minha atual companheira. Contudo, sempre tive um "problema" do qual já falei com a minha mulher e que ela me garante, não ser assim um grande problema como eu digo,  mas eu sinto-me mal.
Isto porque, apesar de podermos fazer mil e umas brincadeiras, antes da penetração, apesar de fazermos sexo oral um ao outro e às vezes demoradamente, alguns segundos após a penetração, eu ejaculo o que me faz sentir mal e perder o desejo para continuar.
Já ouvi alguns programas vossos onde falaram do tema, mas gostaria de uma opinião do Dr. Quintino sobre o que fazer. Já tentei alguns dos truques ditos pelo Dr. Quintino, mas a verdade é que poucas vezes funciona.
Cumprimentos"

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por : Raquel Bulha

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2013-05-07 17:05:02

Equilíbrio emocional consegue-se com honestidade

Equilíbrio emocional consegue-se com honestidade
"Doutor, esclareça-nos:

Para o equilíbrio emocional, a que se deve dar prioridade à estabilidade da família, quando nela há crianças, os ao desejo sexual e à satisfação do mesmo com um parceiro extraconjugal? Muito obrigada. Com os meus melhores cumprimentos."

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por : Raquel Bulha

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2013-05-07 17:01:20

Quem não discute não está numa relação

Quem não discute não está numa relação
"Tenho 28 anos, e vivo com o meu companheiro há 2 anos. Adoro-o mas ultimamente tenho acumulado alguma mágoa e ressentimento.

Acabo de ouvir um programa (Acumulação de zanga destrói o sentimento, 26Outubro2012) em que o Quintino diz a um casal com problemas que talvez se possa reorganizar tendo uma grande discussão. O meu companheiro não discute comigo. Nunca me levanta a voz e fica muito magoado quando eu faço isso (sou muito mais expansiva). Não é por falta de vontade de lutar pela relação que não quer discutir. Ele é muito dedicado. Mas foi marcado pelas dicussões dos pais, agora divorciados. Sei que sou a pessoa mais importante e íntima na sua vida. Ele não desiste, apenas não discute, e como fica magoado não conversa... Pelo menos não nos momentos críticos, apenas posteriormente... E posteriormente já eu perdi qualquer razão que pudesse ter porque desespero por ele não falar comigo e revolto-me e levanto a voz... Outra razão da minha mágoa é que eu agora tento não reclamar de nada e acabo por me sentir oprimida e acho injusto não ter liberdade para reclamar. Suponho que duas almas gémeas que encaixem perfeitamente e concordem em tudo, não existe. E acho discutir/conversar e ter opiniões divergentes, normal, e tem de se saber lidar com isso. Nós não estamos a conseguir lidar com conflitos. Eu quero que esta relação dure para sempre e sei que ele também deseja o mesmo. Mas assim começo a sentir-me menos confiante relativamente ao nosso futuro. Discutir é importante? Ou depende da personalidade de cada um? Quais são os limites? Também depende de cada um?"

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por : Raquel Bulha

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2013-05-07 16:57:01

Apenas paixão platónica

Apenas paixão platónica
"Desde já tenho que dar os Parabéns pelo excelente programa.
Tenho 29 anos e nunca tive muito jeito na conquista do sexo oposto. E por causa disso nunca tive uma relação sexual. Na minha vida já tive alguns relacionamentos sempre de pouca duração, mas nunca chegaram ao ato sexual. A minha ultima namorada que tive já la vai uns 10 anos, e nestes 10 anos apaixonei-me umas quantas vezes mas nunca fui correspondido. E quando as pessoas que me rodeiam começam a falar sobre sexo, fico envergonhado e tento fugir do assunto, porque não sei bem o que dizer. É como o assunto fosse Tabu na minha vida. Mas não sei o que fazer, porque sinto a falta de ter alguém que me complete. Como sou uma pessoal muito tímida. Precisava que me ajudassem, porque não me sinto bem comigo próprio. E fico um pouco constrangido quando vejo outros casais aos beijos. Peço que me ajudem a escolher o caminho certo para me poder sentir melhor comigo próprio."




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por : Raquel Bulha

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2013-05-07 16:53:33

Explicações para o swing

Explicações para o swing
"Olá Boa tarde,
Oiço-vos sempre que possivel, adoro o programa e gostava de sugerir um tema para o qual que gostava de ouvir a opinião do Dr. Quintino. Tenho visto algumas vezes num canal da Tv por cabo um programa sobre casais que assumem que são swingers e que se encontram com outros casais com o objectivo de trocar de parceiros, explicam que existem vários níveis ou tipos de swing etc...


Mas o que me fascina aqui são as discussões que surgem à volta disto e o que se poderá estar a passar na cabeça destas pessoas. Eu sou ciumenta demais para estas andanças e o meu marido por ex. acha que estes casais inventaram apenas uma maneira de serem infieis sem sofrerem as consequencias e com a concordancia dos parceiros. Qual é a opinião do Dr. Quintino?

Obrigada e beijinhos aos dois"




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por : Raquel Bulha

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2013-05-07 16:39:23

Gostar de estar sozinha mas vontade de ter alguém.

Gostar de estar sozinha mas vontade de ter alguém.
"Gosto muito de vos ouvir. Sempre que posso estou colada ao rádio, e quando não posso, oiço o podcast. Gostaria de vos pedir a opinião. Tenho 39 anos, solteira, sem filhos e sem nenhuma relação. Estou sozinha há dois anos. Foi uma relação que durou muitos anos e teve um fim complicado. No entanto, o fim foi ultrapassado e o luto já terminou. Há uns meses conheci um rapaz que me suscitou interesse. Não pelo seu aspecto físico, pois não é um homem especialmente atraente, nem se veste de acordo com os meus gostos, mas sim pela sua forma de ser. É um rapaz bastante tímido e para o conhecer melhor tenho feito vários convívios com o grupo de amigos. Até aqui tudo bem, o pior é a confusão que se passa na minha cabeça. Tenho vontade de o conhecer mais e melhor, mas cada vez que essa possibilidade se coloca na minha frente, ou seja, estar com ele sem a bengala dos convívios com o grupo de amigos, tenho medo e apetece-me fugir. Isto porquê? Porque cada vez que penso que, para ter novamente uma relação vou perder a vida confortável conquistada até agora fico sem vontade de fazer seja o que for para estar com ele. Tenho a sensação de que vou perder esta forma de viver, de fazer o que me apetece, às horas que quero e com quem eu quero, se me envolver numa relação. E isto faz-me alguma confusão pois o meu desejo de ser amada e amar, de dormir coladinha, de ter filhos, ou seja de viver um amor é muito grande. Por vezes sinto-me sozinha com vontade de ter alguém, às vezes sinto-me feliz por estar deitada no meu sofá sozinha a ver o filme que eu quero. Será isto normal?? Sentir-me confortável com a minha vida de solteira de forma a não querer mudar e ao mesmo tempo desejar ter uma relação?? Por ter estes sentimentos já coloquei a questão se estarei mesmo apaixonada ou é fruto da minha imaginação?

Se calhar, se tivesse mesmo apaixonada, estaria pronta a abrir mão da vida que tenho hoje, ou melhor, estaria mais à vontade para partilhar a minha vida. Ai que confusão. Ajudem a entender."

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por : Raquel Bulha

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2013-05-07 16:16:55

Mentalidade hipócrita em relação ao sexo

Mentalidade hipócrita em relação ao sexo
"Sou um homem de 33 anos e não me envergonho de afirmar que o vosso programa muito tem contribuído para  aprendizagem  e evolução de determinados aspectos da sexualidade. Ninguém nasce ensinado e a própria experiência de aprendizado é já por si uma experiência de onde se pode tirar imenso prazer, assim o entendo.


Eu a minha esposa somos um casal com quase nove anos de relação e de há seis anos para cá, que esporadicamente temos experiências de swing ou de menage, entre outras experiências liberais. Não gosto de colocar rótulos às experiências que temos, mas a verdade é que os rótulos ajudam a compreender aquilo que esporadicamente fazemos. Digo esporadicamente, porque é algo que acontece, quando de vez em quando, nos dá para realizar uma aventura ou até proporcionar a realização de uma fantasia de um de nós. Conto isto, porque hà cerca de três anos, não tivemos problemas em falar disto publicamente na rádio (justamente na antena 3) e na televisão, e por isso mesmo fomos imediatamente reconhecidos por amigos, familiares e colegas. Aconteceu algo que eu já previra, mas como a liberdade é para mim um valor mais alto, não me importei com as consequências que daí viessem. O que aconteceu na verdade, é que nos dias seguintes tinha alguns amigos, muitos familiares e uns tantos colegas a olhar-me de lado, outros a cochicharem sobre a minha relação, e alguns familiares chocados com as poucas vergonhas que eu e minha esposa fazíamos.


Agora, dou por mim a pensar nisto outra vez, porque muitas - quando digo muitas é muitas mesmo - das pessoas que nos condenaram enquanto casal, acusando-nos de não nos amarmos o suficiente para sermos só um do outro e tantas outras baboseiras filosóficas e moralistas, hoje eu sei que traem os seus parceiros às escondidas. Ora bem, eu posso afirmar que nunca trai a minha esposa e posso ainda afirmar com toda a certeza (não me perguntem como) que a minha esposa nunca me traiu. Tudo o que fizemos foi sempre em conjunto, com o aval um do outro e vivemos experiências magníficas que não temos qualquer problema em dizer um ao outro que adorámos, e apesar disso temos uma vida sexual plena de satisfação entre os dois, damo-nos super bem na cama e na vida, e nutrimos um amor, paixão e respeito muito forte um pelo outro.


O que me faz confusão, é o facto de não entender o porquê de todas as pessoas que nos olharam e olham de lado julgam que trair alguém às escondidas é mais aceitável do que proporcionar experiências liberais ao parceiro, por mútuo consentimento. Nós somos porcos, sem vergonha e imorais, e essas pessoas não o são? Se tudo o que fazemos está errado - atenção que para nós não há nada de errado - o que essas pessoas fazem não teria a agravante da desonestidade com o parceiro? Enfim, gostaria apenas de tentar entender porque a nível social e cultural é ainda mais bem aceite o que se faz ás escondidas do que o que se faz com transparência..."

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por : Raquel Bulha

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2013-05-07 16:15:36

Discussão na Assembleia da República que defende a abolição do Divórcio/Casamento entre pessoas do mesmo sexo/IVG

Discussão na Assembleia da República que defende a abolição do Divórcio/Casamento entre pessoas do mesmo sexo/IVG
Antes do assunto do ouvinte... discussão AR
"Doutor Quintino, necessito da opinião de um cientista nestas questões:

A ciência já concluiu sobre a determinação da sexualidade no ser humano. Considero que os senhores cientistas têm aqui uma missão para com o Vaticano, ou a Igreja Católica: a missão de os esclarecer sobre a importância da satisfação sexual. Será que alguns dos atos de pedofilia por parte de alguns clérigos não estarão a acontecer por estes não estarem devidamente informados, conhecedores do seu corpo e das suas necessidades sexuais? Estes indivíduos fazem votos de castidade. Como se sentirá se for coerente e se se apaixonar? De que forma a castidade o torna mais digno? De que maneira a sua vida sexual ativa o torna criminoso? os meus cumprimentos"



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por : Raquel Bulha

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2013-05-07 16:07:45

Líbido alterada

Líbido alterada
"Eu gostava de fazer ao Dr. Quintino uma pergunta tão simples e que se torna para mim tão "complexa" ! Devido a uma série de obstáculos na minha vida vejo-me obrigada a tomar antidepressivos (sertralina)  numa terapia que ainda pode demorar um pouquinho de tempo.... Já vários médicos me explicaram a ausência de libido sexual e qualquer vontade de o fazer .... Consequência da toma deste medicamento.... Assim a minha pergunta está no sentido de saber se posso/devo tomar alguma coisa que de alguma forma elimine a atuação do antidepressivo no que respeita ao prazer no sexo?

Beijokas e obrigado pela aprendizagem! "

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por : Raquel Bulha

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2013-04-18 16:07:44

Cuckhold

Cuckhold
"Já há muito tempo que conheço o vosso programa mas so há coisa de um ano comecei a sigo-lo "diariamente" por podcast. E também há algum tempo que estava a pensar mandar um mail.

Estou a mandar este mail pois li uma "crónica", assim poderei chamar, de uma jornalista Nova Iorquina sobre a sua relação com o marido. Uma relação "aberta" em que existe por parte do marido, se entendi bem, um certo "prazer" em ver a mulher a engana-lo, o dito, "cuckold". O link para o aqui segue aqui:«Modern love - You May Call It Cheating, but We Don't».


Gostaria de ouvir a vossa opinião sobre este tema."


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por : Raquel Bulha

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A Hora do Sexo MP3 2013-05-24
A Hora do Sexo MP3 2013-05-23
Este é o blogue do programa "A Hora do Sexo". Aqui encontras muitas das dúvidas relacionadas com a sexualidade, mas mais importante do que isso, os devidos esclarecimentos e respostas. Bem-Vindo!

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Raquel Bulha (raquel.bulha@rtp.pt)
Quintino Aires (quintino.horadosexo@gmail.com)

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