Purpurina
com Rui Estêvão
2014-08-26 15:19:04

Vídeos pornográficos

Vídeos pornográficos
"Olá Raquel e Dr. Quintino.

Ja há bastante tempo que vos acompanho na hora do sexo e vos ouço respoder às dúvidas de outros ouvintes, até que chegou a hora de eu mesma vos colocar uma questão. Seguindo os conselhos do Dr. Quintino, há dias andava à procura de videos pornográficos que pudesse ver em conjunto com o meu namorado. Acontece que, ao visitar um site que jugo bastante conhecido, me deparei com 2 vídeos onde apareciam duas crianças. Não vi os vídeos por isso não sei o conteúdo dos mesmos, mas fiquei tão perturbada que desliguei de imediato o site. Acontece que desde esse dia não paro de pensar nisso e, apesar de nunca ter tido qualquer tipo de fantasia nem contacto sexual com crianças, não deixo de me sentir perturbada com aquilo. Volto a referir que não vi os videos, e acho que fiquei mais perturbada porque nao fazia ideia da facilidade com que aparentemente se encontra esse conteúdo.

Neste momento estou com uma depressão e por estar desempregada, passo muito tempo sozinha.

Não me sai da cabeça como é que alguém pode abusar de crianças e fico eu mesma com medo de um dia me tornar numa pessoa dessas. No meio disto tudo o que me deixa mais aflita é que eu nunca fantasiei com coisas dessas. Então porque estou a reagir de forma tão exagerada à situação? Tanto que ontem à, noite sempre que pensava na possibilidade disto nunca mais me sair da cabeça, começava a ter falta de ar, dores no estômago, tonturas...

Já marquei um consulta com o meu médico de família para me encaminhar para um psicólogo, mas gostava de saber a opinião do Dr. Quintino."


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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 15:05:47

Fluidos libertados pela mulher durante o sexo.

Fluidos libertados pela mulher durante o sexo.
"Boa noite Raquel, Boa noite Quintino Aires!
Antes de mais, venho expressar com toda a convicção a vontade de vos ver a percorrer o nosso país fora pelas universidades e escolas a falar do sexo, das relações e de tudo o que está envolvido. Temas complexos que são muito mal explorados, e perdem o encanto. Seria um enorme favor que fariam a todos. Salvem o sexo e o amor! Tenho a sensação que as pessoas por vezes não o sabem viver...

Tenho 23 anos. Esta é a minha primeira relação. Dura há mais de 4 anos. Com esta pessoa incrível que tenho a meu lado tenho experimentado e vivido muito. Chegámos a viver os primeiro anos à distância.Ele tinha o curso dele, eu o meu. Foi uma fase. Actualmente estamos a viver juntos. Tenho que louvar uma psicóloga defender que as pessoas que se amam precisam do seu espaço, da sua distância. Falo da psicóloga belga Esther Perel. Sou uma pessoa muito sensível, ligada aos outros, e por incrível e contraditório que seja, canso-me da rotina, da monotonia (daí que tenha "fugido" um pouco às relações amorosas; pensar no tal amor romântico assustava-me). Ainda bem que existe alguém que apoia a mesma "teoria" que eu. Tenho o meu namorado, os meus amigos, a minha vida, o meu trabalho. Cada um a seu tempo, nunca excluindo tempo dedicado a mim mesma. Não é coisa que goste muito, estar muito tempo agarrada à mesma pessoa. E no entanto, sinto que cada vez mais o amo... Ouvi imensa gente dizer que isso não existe, que as coisas à distância não funcionam, só criam ilusão. Enfim. A verdade é que funcionaram até hoje.

Mas não é isso que me traz aqui hoje. Gostava de saber mais àcerca da libertação de líquidos feminina ("ejaculação feminina"). É um tema pouquíssimo explorado. Mulheres receiam falar sobre o assunto.

Adoro o vosso programa. Desde que o comecei a ouvir, até hoje, sempre que posso vou à vossa página retirar todos os podcasts e oiço. Aprendemos muito convosco!

Um beijo e um abraço."


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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 15:01:15

Mulher - A função reprodutora como entrave à sexualidade

Mulher - A função reprodutora como entrave à sexualidade

"Bom dia
Ouço regularmente a Hora do Sexo e acho que seria interessante termos algum feedback dos casos q já passaram pela hora do sexo....se os casos se resolveram , se a V. opinião foi ouvida por parte dos ouvintes q colocarm questões."

--

"Boa Tarde Raquel Bulha e Dr. Quintino.

Gostava de propor dois assuntos para a Hora do Sexo.

O Dr. Quintino vem alertando várias vezes que na nossa Sociedade a Feminilidade é associada a reprodução, no último podcast "Pensar em sexo durante o dia" às tantas diz "Já sabemos que não há esta questão porque se quer engravidar biologicamente não funciona assim mas há ideia que a mulher chega a certa altura e tem que engravidar, é o chamamento, diziam até que era o relógio biológico. Numa Sociedade onde se diz que todas as mulheres têm que procriar e se associa a Feminilidade a Procriação.". O que o Dr. Quintino salienta leva me a questionar até que ponto a Sexualidade da Mulher fica prejudicada por essa representação, será que essa mentalidade não terá uma base Biológica também visto que o período fértil da Mulher é limitado. Como devemos então encarar a Sexualidade Feminina, como deve a Mulher encarar o Sexo sem pender em demasia para a ideia da Reprodução?

O segundo tema era sobre o Aborto.

O que leva uma Mulher ao Aborto? Não devíamos incentivar a prevenção de Gravidezes Indesejadas? Só se deverá permitir o Aborto em casos de Risco de Vida? "


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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 14:57:51

Ataques de pânico

Ataques de pânico
"Olá Dr. Quintino Aires e Raquel Bulha
Tenho 29 anos e sempre fui uma pessoa ansiosa mas divertida, sólida sentimentalmente e psicologicamente. Mas há cerca de 3 anos isso mudou, acabei por colapsar com um ataque de pánico e numa consequente depressão (devido a vários fatores: muita ansiedade; elevada pressão; cansaço extremo; desemprego; muito stresse, pensar demasiado e a nivel sentimental também, pois terminei uma relação de 3 anos de quem gostava bastante em que tive de seguir a razão em detrimento do coração). E desde então "nunca mais fui o mesmo", embora esteja medicado com ansioliticos e por vezes anti-depressivos, voltar a ser o que era encontra-se distante (talvez até seja uma utopia) embora tente controlar as fobias, taquicardia, sistema nervoso, etc.


A minha mente agora é muito permissível, basta apenas um desentendimento com um amigo para que me sinta bastante mal ou até um simples filme mais sentimental e não entendo o porquê."

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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 14:54:37

O amor com outras culturas

O amor com outras culturas
"Olá Raquel e Quintino. Oiço os podcasts todos e adoro ouvir-vos pois já aprendi bastante e vejo muita coisa doutra maneira graças a vocês.

Eu queria saber a vossa opinião sobre relações entre pessoas de culturas diferentes.

Sou solteira e tenho 26 anos e estou num país onde há muita emigração e diferentes culturas, e no meu trabalho é onde se vê muito isso pois estou numa fabrica e claro, como se costuma dizer, nas fábricas "há de tudo"!

Há coisa de 2 anos um colega de trabalho começou a aproximar-se de mim e até o resto dos colegas e amigos comentam, fazem isso brincadeira e até uma das minhas amigas me disse e passo a citar "o que adorava que alguém me olhasse como ele olha para ti, com aquele olhar de paixão".

O meu problema é que ele é dum país que as minhas ideias são contra as tradições dele, a mulher tem de ficar em casa o homem é que vai trabalhar, eles podem ter 2 ou 3 mulheres a mulher só um, se ela arranja outro homem mesmo que já não haja casamento está em perigo de vida (em alguns acontecimentos não estou a exagerar). Eles apoderam-se das mulheres, são deles e prontos. Choca-me bastante pois é um país ligado a Portugal (Timor), e eles ainda têm um atraso bastante grande em relação a muita coisas.

Do meu lado sinto um carinho e amizade por ele mas como já não estou com ninguem há bastante tempo, estou carente, e então deixei-me levar pelas brincadeiras e atenção que me dá. Nunca aconteceu nada entre nós. É só conversa, abraços e mais nada.

Ele diz que as pessoas são diferentes e que ele não tem esse tipo de ideias mas lá no fundo, penso eu, que sempre teremos uma raiz ligada a nossa terra e acabo por não acreditar.

Já fui enganada anteriormente por outra pessoa mas com a nosso cultura e custa-me a acreditar no que dizem.

O Quintino diz que para sabermos e aprendermos a lidar com as pessoas temos de nos aproximar e tentar, e se não der certo passamos para outra ( e eu estou plenamente de acordo com isso). Mas o problema é mesmo aproximar-me. E se a  tradição dele fizer com que as coisas não fiquem bem? Eu sei que não sou obrigada a nada e para que a aproximação não se vire em obrigação, eu afasto-me. Falamos, rimos mas quando vem a conversa de aproximação dou-lhe com os pés feio e forte!!!

Será que estou a fazer uma tempestade num copo d'agua ou isto é mesmo complicado?

Um beijo grande aos dois"

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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 14:27:31

Partilha Intelectual

Partilha Intelectual
"Raquel e Quintino,
Escrevo-lhes porque gosto muito de A Hora do Sexo e confio naquilo que dizem. Já me fizeram pensar e já me fizeram agir. São bons naquilo que fazem. Muito obrigado por isso.

Tenho um problema sobre o qual gostava de ouvir o doutor Quitino. Conheci um rapaz no ginásio e durante semanas andámos a flirtar. Um dia, enchi-me de coragem e meti conversa com ele. Sentia-me muito atraído por ele, preenchia uma data de requisitos que me fazem apreciar um homem. Por timidez minha, ou talvez medo, por desinteresse dele, ou talvez medo, a coisa evoluiu pouco. Queríamos combinar um café, um jantar, um copo. E nunca combinámos nada. Isto passou-se há cerca de ano.

Nas últimas semanas, depois de nos reencontrarmos numa festa, reatámos o contacto. Ele disse-me entretanto que quando nos conhecemos, há  um ano,  ele tinha uma relação. Já fomos jantar, andámos e fomos passear, andámos aos beijos e tivemos sexo sem penetração. Parece que a tensão aprisionada durante meses estava finalmente a libertar-se. Mas há um problema: não sei se ele é a pessoa certa para ter uma relação. Tenho 32, ele tem 37. Sinto-me muito atraído fisicamente, mas não temos universos intelectuais parecidos e sinto que isso limita o desenvolvimento da cumplicidade que desejo numa relação.

Será que mais uma vez, também aqui, e para mal dos meus pecados, "quando há dúvidas, não há dúvidas"?

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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 14:24:22

Quantidade de experiências antes do compromisso sério.

Quantidade de experiências antes do compromisso sério.
"Oh Quintino já lhe disse hoje que o amo???? Tal e qual!!! Concordo taaaaaanto com praticamente tudo que diz!!! Qtº ao relacionamento com pessoas casadas é isso mesmo que eu penso e digo às minhas amigas e que me desabafam situações destas!!!

Raquelita tb gosto muito de si. Vocês completam-se!!

Para quando o alargamento do tempo de cada programa?"

--

"Olá Raquel!!

Surgiu uma duvida entre colegas! Sim, porque o vosso programa é frequentemente tema de conversa!

O Dr. Quintino refere muitas vezes a necessidade de se ter várias experiências/relacionamentos antes de assumir um compromisso sério. Ele sugere, em termos de quantidade, uma ou duas mãos deles, i e, 5 ou 10??? :)) Precisamos mesmo de tirar esta teima!!

Beijos e continuem!!

Maria (a do PIB)"

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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 14:19:17

Orgasmo feminino - o que nos excita.

Orgasmo feminino - o que nos excita.
"Não sei se é tema que valha a pena ser falado. O que tenho a dizer é que o primeiro orgasmo que tive acompanhada, foi de tal modo explosivo que chorei a rir compulsivamente durante algum tempo. Foi mesmo ir à Lua e voltar. Foi o primeiro. Nunca tive nada semelhante a nível de intensidade, mas já tive ataques choro quando atingi o orgasmo, umas 2 ou 3 vezes. Mexia mesmo com as minhas emoções. Quando me deu os ataques de choro, ele até se assustou. Achou tudo aquilo muito estranho e eu não lhe soube explicar o que me aconteceu. Estes efeitos só aconteceram com o meu primeiro namorado. Porque é que isto acontecia? ou porquê com ele?

Obrigada e beijinhos."


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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 14:11:17

Penetração com dor (vaginismo/dispareunia)

Penetração com dor (vaginismo/dispareunia)
"Boa tarde,
Estou numa relação saudável há 5 anos. No entanto,  há dois que o sexo entre mim e o meu namorado não é saudável. Antigamente tínhamos sexo frequente e com prazer para os dois lados. Houve uma vez em que a penetração doeu-me muito e a partir desse dia foram poucas as vezes que consegui ter sexo sem me doer. A juntar à dor houve da minha parte uma inconsciente recusa do sexo porque me provocava dor. Sempre que sabia que ia ou podia haver a possibilidade de ter sexo ficava muito ansiosa e nervosa porque sabia que o meu namorado estava frustado com a situação. Descobri recentemente que tudo isto se deve a ter vaginismo. No entanto desconheço a causa que o provocou. Estou a informar-me de métodos para ultrapassar esta barreira no sexo mas gostava de receber conselhos do Dr. Quintino.

Obrigada."

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por : Raquel Bulha

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2014-08-26 13:52:23

Infidelidade / Traição

Infidelidade / Traição
"Infidelidade e traição existem diferenças?

Pode um relacionamento virtual ser físico...a atração física existirá ou será uma fantasia criada pelas palavras?

Só há traição se o sexo tiver amor?!"

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por : Raquel Bulha

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A Hora do Sexo MP3 2014-08-01
A Hora do Sexo MP3 2014-07-31
Este é o blogue do programa "A Hora do Sexo". Aqui encontras muitas das dúvidas relacionadas com a sexualidade, mas mais importante do que isso, os devidos esclarecimentos e respostas. Bem-Vindo!

Contactos:

sexo@rtp.pt
Raquel Bulha (raquel.bulha@rtp.pt)
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