A3 - 16h/19h
com Luís Oliveira
2014-10-27 15:26:58

Sim, eu gosto da posição "69"

Sim, eu gosto da posição 69
"Bom dia Raquel e Quintino,
ainda que vos tenha escrito já umas (quantas) vezes, gostava de reiterar o meu agradecimento por este programa tão didáctico para mim... e à Raquel agradecimentos a dobrar, pois ainda me dá o "planeta 3" que tanto gosto! Desta vez escrevo-vos pois na emissão de 8 de outubro último, sobre o "69", o Quintino comentou que "esse entusiasmo do 69 é de quem não o tinha feito" e que para a maioria das pessoas não é assim tão fantástico ou prazeroso.

Para mim é uma experiência muito (MESMO MUITO) prazerosa e excitante, pois excita-me imenso ouvir a minha companheira fazendo "ruídos" enquanto lhe faço cunilíngua, e isso estimula a minha erecção, o que por sua vez quando ela me pratica felácio... é tremendo! Ora ouvir-vos comentar que "é muito desinteressante", e tendo uma opinião/experiência bem diferente, fiquei curiosíssimo e assim que cheguei a casa fui quis sentar-me um pouco com a minha companheira e perguntar-lhe se ela estaria disposta/disponível a falar um pouco de sexo... o nosso.  Expus-lhe o que acabo de vos comentar (que ouvi o vosso programa e o quão diferente é a minha experiência) e perguntei-lhe como se sentia ao ouvir as minhas palavras e qual a sua experiência comigo. Acredito que me tenha dito o que realmente sente, que foi uma algo a meias entre a vossa opinião (que enquanto estamos a oferecer sexo oral é difícil desfrutar e vice-versa) e tb que se sente excitada pelo facto de me estar a dar prazer.

Mas o mais espectacular foi que à medida que íamos discutindo o assunto, na procura de nos entendermos mais e assim melhorar a nossa vida sexual, fomos ficando progressivamente excitados com a conversa... e, claro, acabámos a "verificar a teoria"! MARAVILHA!!! muito agradecido pela oportunidade que nos deram de discutir (mais) um assunto de interesse para nós enquanto casal, e pelo desfrute consequente :)"


Audio


por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 15:22:19

Antidepressivos interferem com a resposta sexual?

Antidepressivos interferem com a resposta sexual?
"Caros, Raquel Bulha e Quintino Aires,

Sigo o vosso programa desde o inicio e já aprendi muito convosco. aprecio a vossa abertura de espirito e gosto muito das explicações do dr. quintino, sobre sexo, sobre, a vida, sobre nós... agora a minha dúvida: estou a tomar antidepressivos e ansioliticos há 6 meses e desde essa altura que deixei de conseguir ter orgasmos, quer com o meu marido, quer por masturbação. será que tem relação com esta medicação? será temporário?

Agradeço comentário e parabens pelo vosso trabalho enriquecedor."

Audio



por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 15:17:42

"A sexualidade aos 50 anos já não tem a mesma importância que assume em idades mais novas"

A sexualidade aos 50 anos já não tem a mesma importância que assume em idades mais novas
"Para já ainda não é uma mensagem longa a partilhar os meus pensamentos e experiências. É só uma notícia que considero relevante para o futuro dos ouvintes d'A Hora do Sexo:

"Aos 58 anos, a juíza conselheira Maria Fernanda Maçãs e os seus dois colegas Alberto Costa Reis (64), e José Fonseca da Paz (66), consideram que a sexualidade aos 50 anos já não "tem a mesma importância que assume em idades mais novas". Não foi apenas um "considerando", já que tal juízo de valor acabou por influenciar a decisão final do Supremo Tribunal Administrativo em baixar a indemnização a pagar a uma doente da Maternidade Alfredo da Costa, na sequência de uma intervenção cirúrgica mal sucedida - de 172 mil euros para 111 mil."

Nunca parem!"

Audio



por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:47:49

O que um irmão pode dizer que um pai não diz?

O que um irmão pode dizer que um pai não diz?
"Olá Raquel e Dr. Quintino,
Às vezes, especialmente as minhas amigas mulheres, falam-me de perguntas que os irmãos ou irmãs mais novas fazem e que elas ficam sem saber o que responder. Pergunto: A abordagem que os pais devem ter deve ser a mesma que um irmão mais velho? O que é que um irmão pode dizer que um pai não diz? Há diferenças? Pais mais bem preparados para o assunto, criam filhos mais bem informados, o que faz com que os mais velhos possam esclarecer as dúvidas dos mais novos? Deixem-me as vossas opiniões e matem-me a curiosidade de uma filha única.

Audio




por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:40:28

Sou virgem e com medo de falhar

Sou virgem e com medo de falhar
"Ouço o vosso programa há alguns meses, sou fã assídua do programa e tenho estado há algum tempo para vos escrever e parece que finalmente ganhei coragem. Tenho 19 anos, sou virgem e tenho dificuldade em relacionar-me sexualmente. Não vou dar desculpas de um trauma infantil, da educação e da religião porque como vocês dizem não é motivo e na minha opinião não passam de tretas. No meu caso é o medo, medo de falhar e não corresponder às expectativas da outra pessoa. Estive numa relação durante alguns meses, gosto muito dele mas a nossa relação acabou, ele diz que as coisas mudaram e não sentir o mesmo por mim, penso que não termos tido sexo foi um dos grandes motivos para terminar e as coisas mudarem.

Enquanto estivemos juntos sempre se mostrou bastante aberto para me perceber mas acabou por se fartar de esperar. Não tenho vergonha de me expor com ele, os preliminares eram ótimos mas quando chegava o momento da penetração as coisas complicavam-se porque invalava-se o meu medo de não o conseguir satisfazer e acabava por ficar um mau estar entre nós. Apesar da relação ter acabado, ele diz que ainda sente uma enorme atracção por mim, quero estar com ele mas o meu medo mantém-se. Não sei se o facto de termos sexo irá fazer com que voltassemos a ficar juntos. A verdade é que gosto muito dele e estou disposta a tentar, mas não sei muito bem como enfrentar este medo de falhar."

Audio




por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:37:19

Estímulo Anal

Estímulo Anal
"Olá Raquel e Quintino.
Somos um casal de namorados, cuja relação dura há um pouco mais de 4 anos.
Temos excelente sexo, damo-nos muito bem, ambos temos 23 anos, e como "verdinhos" que somos, a exploração de sensações é constante. Mas eu (a rapariga) tenho um "receio" que gostava que o Doutor me dissesse se é da minha cabeça ou se é real. Desde que permiti que o meu namorado me estimulasse analmente durante as relações sexuais, noto que quando essa estimulação não existe, é mais difícil para mim ter prazer. Parece que preciso das duas sensações (vaginal e anal) para igualar o prazer que tinha das primeiras vezes que fazíamos amor. Estarei a ficar menos sensível? É normal? O meu receio é que um dia eu não consiga ter orgasmos sem essa estimulação anal."

Audio


por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:33:22

"Vê lá, não te apaixones por mim, hein?"

Vê lá, não te apaixones por mim, hein?
"Olá Raquel e Quintino!
Escrevo-vos para pedir a vossa opinião em relação a um assunto não muito importante mas que me chateia/incomoda. Com mais frequência do que gostaria, dou por mim a ouvir da parte dos homens, avisos como "vê lá, não te apaixones por mim". Sou uma pessoa carinhosa mas isso não significa que me apaixone pelo primeiro que me aparece pela frente. Porquê esta necessidade de avisarem para não me apaixonar? (Também acontece o mesmo a algumas amigas minhas.)
Obrigada!"

Audio


por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:27:48

Ele não ejaculou, uma situação a ver com os dois.

Ele não ejaculou, uma situação a ver com os dois.
"Olá Raquel, olá Dr. Quintino. Desde já vos agradeço os conselhos, e explicações, que nos dão, e elogio a forma como o fazem.  Oiço o programa há imenso tempo, é quase uma bíblia para mim. E, chegou a hora de eu também vos escrever para partilhar algo que se está a passar comigo.

Tenho 30 anos, tal como o meu parceiro. Não temos um compromisso assumido (ainda), mas quando nos começámos a envolver foi bastante intenso. Passado pouco tempo de nos conhecermos começámos a sentir uma grande atracção. Nos primeiros dias apenas com beijos ficávamos excitados, principalmente ele que acabava por ficar com erecção. Quando nos envolvemos pela primeira vez sexualmente foi maravilhoso. Não nos sentimos nada inibidos, experimentámos várias posições, fizemos sexo oral, e muitas brincadeiras. Uma deliciosa loucura!! Pensei que além do sentimento que se estava a criar, tínhamos uma química sexual enorme, e isso estava a deixar-me muito contente.

Ainda não tivemos muitas relações sexuais, porque é algo muito recente, mas já o fizemos vezes necessárias para nos conhecermos, minimamente, a nível sexual. E, nas últimas vezes ele não ejaculou, e a erecção perdeu-se. Para mim foi algo que me causou muita estranheza. Nos preliminares não teve problemas com a erecção, consegue manter a erecção durante bastante tempo, dá-me prazer, mas depois não tem orgasmo, acabando por perder a erecção. Quando aconteceu pela primeira vez não dei muita importância porque pensei que fosse algo pontual, e porque já tinha atingido o orgasmo em outras vezes. Mas nas duas últimas vezes não aconteceu, o que me deixou meia preocupada. Falámos sobre isso bastante tempo, e ele acha que é algo psicológico, mas que não consegue identificar o que é. Disse-me que talvez ande à procura de descobrir aquilo que gosta mesmo sexualmente, e o que quer, mas que também não sabe se é isso. Também me disse que não era nada em relação a mim, para não me preocupar, tratando-se da mente dele, mas que não sabia como descobrir a causa do problema.

O que me aconselham neste caso? Poderá ser apenas ansiedade, ou medos? Poderá ser algo que passe pelo foro clínico? Penso que não se trata de nada em relação a nós, enquanto parceiros, porque falamos abertamente sexo, e especificamente sobre este problema. O que poderei fazer eu para o ajudar? Não sei bem o que fazer, uma vez que conhecemos o problema, falamos sobre ele, mas não conseguimos identificar a causa. Poderá passar por tratamento médico?"

Audio


por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:22:32

"A minha mulher tem medo de me dar sexo oral"

A minha mulher tem medo de me dar sexo oral
"The Guardian", edição on line do Reino Unido tem uma secção dedicada a responder a perguntas dos leitores sobre sexo.  Um dos assuntos tinha por título... a minha mulher tem medo de me dar sexo oral. No desenvolvimento do assunto, percebemos que a mulher tinha medo que o marido ejaculasse no momento do sexo oral. Ele já lhe disse que isso não vai acontecer mas ela não quer. O que deve fazer, insistir? adoptar um cenário erótico capaz de a influenciar?
Quando um não quer dois não fazem.?
Há outros factos que podem influenciar alguém a não gostar de sexo oral... o cheiro?"

Audio


por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:18:55

O tema do sexo na "música pimba"

O tema do sexo na música pimba
"Caríssim@s Raquel e Quintino
Primeiro que tudo, agradeço o vosso esforço diário em contribuir para a saúde mental e física dos ouvintes da Antena
Já por mais de uma vez se falou na vossa rubrica em representações artísticas do sexo, tanto no programa dos moldes das vulvas, como no do canto do "zuca-zuca". Independentemente do valor artístico relativo destas manifestações, creio que podem ter um valor etnográfico importante, quando inseridos num determinado contexto social e cultural e que nos ajudam a entender um pouco melhor as dinâmicas sociais do seu tempo mas também a entender a forma como essa sociedade vive e fala sobre o sexo.
Esta foi uma introdução um pouco longa que me leva ao que me interessa neste momento: a música chamada "pimba" (daquela cheia de trocadilhos sexuais). Eu sei que o valor deste tipo de música não é pedagógico, mas sim lúdico. Contudo, se, à primeira vista, parece conseguir naturalizar o sexo pela sua verbalização jocosa, creio ao mesmo tempo que só ajuda a perpetuar preconceitos e uma vivência sexual culposa. Por um lado, porque representa o sexo como uma "taradice" em que "eles querem todos o mesmo" e "elas são todas iguais". Por outro lado, usa um tom "malandreco" e risível que perpetua uma ideia conservadora do sexo, como coisa que "é uma pouca-vergonha, mas toda a gente gosta". Em suma, mantém o sexo e os afectos no domínio do proibido, do ilícito e do não-dito...
Não sou púdico e não quero, de todo, acabar com os bailaricos populares! Gostava apenas de ouvir a vossa opinião sobre o potencial papel deste tipo de música no fechamento de mentalidades!
Um grande abraço de um ouvinte fiel e entusiasta."

Audio



por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:14:30

O Ciúme - falta de experiência nos amores

O Ciúme - falta de experiência nos amores
"Bom Dia, gostaria de saber se seria possível realizarem um pequeno programa ou discutir um pouco um tema que para mim é algo que me faz muito mal, o ciúme, sou um rapaz com pouca auto estima, em que penso sempre que todos os rapazes são melhores que eu, ou mais bonitos ou mais engraçados ou simplesmente melhores, entao, ja não é a primeira vez que o ciúme interfere e de que maneira numa relação. Basta um riso, um elogio, um olhar, um atenção mais especial por parte da minha parceira a outro rapaz que fico completamente descontrolado, por vezes consigo ignorar mas fico a a pensar naquilo ate ter oportunidade de falar no assunto o que normalmente é numa altura de discussão ou a própria discussão é provocada por isso! gostaria de saber se ha maneiras de dar a volta a este sentimento horrível, e se existe algumas estratégias plausíveis para modificar esta atitude. tenho ciúmes da mais pequena coisa. acabo por não confiar na minha parceira simplesmente pk não confio em mim e nas minhas capacidades. gostaria de permanecer no anonimato caso este tema seja exposto no programa! com os melhores cumprimentos."

Audio



por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:09:45

Sexo anal faz-se mais do que se diz! E o 69?

Sexo anal faz-se mais do que se diz! E o 69?
"Escrevo novamente, e de novo para elogiar. Acabei de ouvir a 2ª parte do comentário sobre o artigo do público sobre clima de coerção na prática de sexo anal, e devo dizer que adorei. Foi fantástica a análise, concordo com todas as críticas e tornei a minha opinião praticamente igual à vossa. Mas o que realmente fez a diferença, como é normal nos vossos comentários, é a forma ligeira, sem tabus, (como já a música do genérico o dá a entender) e com algum humor presente torna tudo mais positivo. Aquela frase do Quintino a acabar o programa "... Sejam correctos ou vão para o Inferno!" é deliciosa, soltei uma gargalhada tão grande que até ia caindo da cadeira. Continuem por favor, a cada programa encontro uma pequena, ou às vezes grande, resposta para um problema meu. Assim dá muito mais gosto.
Um bem haja, grande beijo e enorme abraço.
Encontramos mitos aqui?!
O sexo anal faz-se mais do que se diz?"

Audio


por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 14:03:30

Outra experiência de verão - a liberdade e coragem de experimentar

Outra experiência de verão - a liberdade e coragem de experimentar
 "Vocês são os maiores... E como já se sabe que tamanho interessa atalhemos!
-Noite de verão num bar desses onde paro... Dois olhares e um piropo! Bebemos um copo e sai a proposta...
-Vamos para outro lado?
E ela diz... Se quiseres vamos mas... Aviso te já que te amarro à cama te torturo te f... e te deixo amarrado!
Fiquei a mil à hora! Mas respondi
- Promessas!
Fomos, quando no motel tira dois lenços de cetim ( ou outro têxtil qualquer) e me amarra à cama pensei jackpot!
Cumpriu tudo o que prometeu e deixou me amarrado na cama quando saiu! A meia hora de espera, o facto de ser encontrado nu e amarrado pela empregada da limpeza e de ter voltado a pé para casa... Aumentaram o prazer e fizeram me agradecer pelo sentido que tenho de não levantar barreiras as oportunidades que tenho de ser feliz!
Obrigado e bom sexo!"

Audio


por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 12:27:48

Traição - competir com uma 3ª pessoa

Traição - competir com uma 3ª pessoa
"Bom dia.
Recentemente a minha esposa traiu-me. Sanadas as questões, eis que agora surgem os demónios, sentimentos tão primitivos que se impõem entre nós dificultando o regresso à normalidade. Quando estamos juntos é como se estivesse connosco uma terceira pessoa, e dou por mim a deixar de fazer amor com a minha esposa para estar a competir com o outro, a tentar provar que sou melhor amante do que ele, não consigo deixar de imaginar a minha esposa com ele, a pensar no que fizeram e como o fizeram, começaram a surgir dúvidas e inseguranças que antes não tinha.

Amo muito a minha esposa e quero mesmo ultrapassar isto, e tenho consciência que vai ser uma brecha sempre aberta, mas gostava que me aconselhassem na melhor forma de o fazer.  Já conversei com ela sobre isto e ela entende.
Parabéns pelo excelente programa.
Grato pela atenção dispensada."

Audio


por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 12:21:29

Disponibilidade para o sexo

Disponibilidade para o sexo
"Olá Raquel e Quintino,
Adoro o Vosso programa e agradeço a utilidade pública que fazem.
Estou num relacionamento há 3 anos e o nosso sexo sempre foi ótimo.
Atualmente, a minha esposa está com uma depressão após uma doença viral de 6 meses. A iniciativa sexual dela praticamente desapareceu. Sempre gostei de fazer sexo oral à minha esposa: gosto do cheiro, de tocar e saborear a vagina dela. Também gosto muito de receber sexo oral. Nos últimos tempos, tento fazer-lhe sexo oral e ela rejeita muitas vezes: ora a depilação, ora o cheiro, ora o leve corrimento... coisas que nunca me fizeram confusão. E já não me lembro de receber sexo oral. Perguntei-lhe se havia algum problema e ela disse que não, que até gostava mas na altura da doença tinha medo de apanhar alguma bactéria.

Não sei bem quando são fatores depressivos que impossibilitam viver o sexo plenamente ou se é mesmo a nossa relação sexual que se está a degradar. Tentei falar com ela sobre a falta de iniciativa mas ela cortou a conversa dizendo-me que eu estaria a colocar para cima dela mais um problema. É complicado para quem vive ao lado entender e ajudar o outro neste processo. Tenho-a apoiado e acompanhado sempre mas se o puder fazer ainda melhor, ótimo! Preciso da Vossa ajuda para melhorarmos a nossa relação nesta fase. É normal a ausência de iniciativa da parte dela durante uma depressão? Como posso fazer para a apoiar e melhorar o prazer de ambos com a vida e com a nossa relação? Vou tomando sempre a iniciativa nesta fase?

Muito obrigado."

Audio



por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-27 12:12:50

Sem ejacular depois de intervenção cirúrgica - Aflições

Sem ejacular depois de intervenção cirúrgica - Aflições
"Bom dia, há coisa de 2 semanas fui internado no H. de Faro com dores lombares o que já não é novidade pois tenho pedra nos Rins, mas desta vez a Urina ficou retida ou melhor estive sem urinar cerca de 12 horas, deram - me a injeção para as dores e mais tarde como não conseguia urinar meteram - me uma Argália e um saco para eu ir urinando durante a noite, mais tarde fizeram -me Ecografia e um RX e foi - me detetada uma pedra, fiquei internado e passado 2 dias retiram - me a algália, fiz tratamento bebendo muita água e voltei a urinar. Ao sexto dia as dores desapareceram e mandaram - me para casa com a medicação, antibiótico, Anti Inflamatório e um comprimido para a Próstata. Passado uma semana tenho relações com a minha Mulher, tenho uma boa ereção, tenho um bom Orgasmo mas.... não consigo ejacular, fiquei preocupado e tentei no dia seguinte e aconteceu a mesma coisa. Tenho um orgasmo bom mas não sai nada, tentei mais tarde na banheira com água quente masturbei - me sozinho e mais uma vez sem ejacular. Que faço eu? isto será por causa da medicação, teria sido da Algália, será que a pedra se alojou numa via e não deixa passar o Esperma?
Enfim estou preocupado porque tenho receio que me faça mal e por outro lado tenho 58 anos e sinceramente não me considero ainda acabado.
Obrigado. se me puderem ajudar agradeço. Um abraço."

Audio



por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-14 16:58:19

Hipótese de nos apaixonarmos depende da capacidade de fantasiar e de saber ver o outro.

Hipótese de nos apaixonarmos depende da capacidade de fantasiar e de saber ver o outro.
"Bom dia Raquel e Dr,
Tenho 25 anos, estudo fora de Portugal mas ainda assim, acompanho o vosso podcast todos os dias.
Ainda não sei se estou a escrever-vos para tentar ouvir a minha voz interior ou se é para ouvir a vossa opinião mas quero falar sobre um problema (?) que tenho vindo a sentir: Nunca namorei com ninguém mas já me envolvi com homens e também com algumas mulheres mas sinto sempre que só quero estar com essas pessoas naquela noite. Parece que não tenho paciência para andar a trocar mensagens no dia seguinte ou a fazer planos com essa pessoa após aquela noite. Como se aquela pessoa só tivesse tido interesse naquele momento... Os meus amigos dizem que sou fria, que é impossível não sentir alguma paixão, que sou insensível e que tenho um "complexo" com compromissos porque fujo deles. Eu nego-lhes isso mas a verdade é que dei por mim a chegar a duas conclusões:
1) Nunca me senti muito atraída por nenhuma das pessoas com quem me envolvi a ponto de vir para casa pensar num "futuro" em conjunto;
2) Por outro lado... Ultimamente sinto que gostava de ter alguém ao meu lado com quem pudesse partilhar a minha vida e não fosse só sexo.

(Agora depois de ter escrito tudo, reparei que se calhar o meu problema é uma coisa tão simples como nunca me ter apaixonado mas isso também é estranho com esta idade...) Parabéns pelo programa!"

Audio





por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2014-10-14 16:54:12

Amor ou obsessão? Truque para aprender a amar...

Amor ou obsessão? Truque para aprender a amar...
"Olá,

Eu sou vossa fã;) Sendo breve, podem falar um pouco mais sobre dependências amorosas? É que o Dr. Quintino falou que pessoas que se dizem apaixonadas por vários meses é sinal de que a paixão não virou amor e que se não foram capazes de cortar o afecto....se torna dependência. Estou numa relação há 3anos e mal começamos a namorar, passado 10meses já estávamos a viver juntos...a paixão era intensa....Eu sinto que estive apaixonada por alguns meses, mas também porque nos encontrávamos uma vez por semana ou de 15 em 15 dias porque eu estudava noutra cidade na altura. Às vezes penso que talvez esta relação não tenha virado amor porque o Dr.Quintino diz que amor não é sofrimento e esta relação sempre teve bastante ciùme mútuo e inseguranças, discussões acesas por esses motivos. Eu senti que amei muito e que virou amor, mas talvez esse amor se tenha tornado obcessivo ou numa depedência....porque o meu namorado com o tempo começou a agredir-me psicológicamente e fisicamente e eu continuava na relação, aceitando o que não devia aceitar....tudo porque eu tinha tanto sentimento por ele que faria tudo por a relação. E também porque o meu namorado já foi violentado na infância e sentia que ele precisava de ajuda. O meu namorado pediu-me ajuda, disse que queria ter acompanhamento psicológico e que não conseguia controlar a angustia das suas inseguranças, de me ouvir falar em terminar o relacionamento e por isso tornava-se agressivo por cobardia. Ele também é vosso ouvinte e disse-me que queria aprender a amar, que queria evoluir e superar traumas. Eu queria muito ser feliz com ele, mas fico triste porque o Dr. quintino diz que se não vira amor no inicio nunca mais vira....não há possibilidade de aprendermos a amar?O amor não se constrói? É tarde demais para aprender a amar para nós dois, ou um amor que se torna dependência pode evoluir para amor ainda?"

Audio




por : Raquel Bulha

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
A Hora do Sexo MP3 2014-10-29
A Hora do Sexo MP3 2014-10-28
Este é o blogue do programa "A Hora do Sexo". Aqui encontras muitas das dúvidas relacionadas com a sexualidade, mas mais importante do que isso, os devidos esclarecimentos e respostas. Bem-Vindo!

Contactos:

sexo@rtp.pt
Raquel Bulha (raquel.bulha@rtp.pt)
Quintino Aires (quintino.horadosexo@gmail.com)

Facebook



Audios

Ouve a Gala do 1º Aniversário

Ouve a Gala do 2º Aniversário com os ouvintes

Ouve a Gala do 2º Aniversário com os políticos
"Cenas Cortadas"
Consulta

Diário da República (regime de aplicação da educação sexual em meio escolar)
        
DomSegTerQuaQuiSexSab
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031