CAIXA DE RITMOS
com Nuno Reis
2012-05-15 10:31:28

Eu durmo com quem eu quero.

Eu durmo com quem eu quero.
"Boa Noite. Sou mulher, tenho 46 anos, casada, um filho e uma filha já crescidos, 26 e 19 anos.Tentei educá-los com princípios, mas também sem preconceitos, e sobretudo habitua-los a pensar pela própria cabeça. Adiante, isto é só uma aprsentação minha, e como qualquer mãe também me afirmo através dos meus filhos. Agora a verdadeira razão da mensagem: Atentem na letra desta música: Qual é o problema? Já chamaram todo o tipo de nomes á rapariga por dizer "eu durmo com quem quero". E? Eu também durmo com quem quero, no caso com o meu marido. Há muito infeliz convencido que com quem quero quer dizer com todos; com quem eu quero até pode querer dizer com ninguém. Ela limita-se a afirmar que a desisão é dela e não depende da opinião de terceiros. Porque é que into faz confusão a tanta gente, incluindo miúdos de 20 anos? Beijinhos"

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por : Raquel Bulha

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2012-05-15 10:26:18

Será que as raparigas gostam de outro tipo, desprezando um bom rapaz?

Será que as raparigas gostam de outro tipo, desprezando um bom rapaz?
"Olá,
Tenho 20 anos, estudante universitário, vivo uma
vida normal como a de um qualquer outro jovem à excepção de nunca ter
tido uma namorada ou qualquer tipo de relacionamento.
Já tive algumas paixões mas estas nunca foram correspondidas pelo que
esses relacionamentos sempre se ficaram pela chamada "friendzone".
Considero que como eu existem poucos, sou talvez um pouco antiquado,
gosto de boa música, ver filmes e séries, não fumo, saio à noite, sou
amigo dos amigos, simpático, calmo, só há pouco tempo é que me
inscrevi no facebook por insistência dos meus amigos, caso contrário
não acho que tenha muita piada.

Durante a minha adolescência o meu pai sempre me vinha dizendo que
namorar só a partir dos 18 anos, isto porque para ele o namoro é coisa
que atrapalha o estudo, apesar de ignorar as palavras dele fui um
pouco relutante à "chamadas curtes" e mais adepto das relações mais
sérias. Passado o tempo do secundário nem uma coisa nem outra. Convém
referir que nunca conheci nenhuma rapariga de forma espontânea, ou
seja, todas as raparigas com quem me dei ou eram da minha turma ou
amigas de amigos meus, pelo que sempre fui difícil conhecer raparigas
fora do meu grupo. Sempre fui uma pessoa com um certo código de conduta pelo que em
certos casos sempre privilegiei mais uma amizade do que uma possível
relação. Haveria ainda mais por falar sobre mim e a minha pouca falta de sorte
no que toca a relacionamentos, entre outros. A minha questão é saber
se há algo de errado comigo, ou se são as raparigas que têm outros
tipos de gostos? Desprezando aquilo que eu considero, sem querer me
prestigiar, um bom rapaz."

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por : Raquel Bulha

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2012-05-11 11:35:34

Deverei sentir-me enganado no meu passado?

Deverei sentir-me enganado no meu passado?
"Olá Raquel, Olá Quintino
No início do meu namoro foi complicado conquistar aquela que é agora minha ex-namorada, porque ela gostava de outro rapaz com quem teve um caso, mas que não lhe ligava muito. Quando eu desisti, ela veio atrás de mim e acabámos por namorar quase 7 anos. Durante esse tempo, sei que esse outro rapaz tentou várias vezes abordá-la, mas sem sucesso (julgo eu)! Terminámos porque fui enganado com outro homem, ela contou-me, mas pensei eu que ela iria tomar isso como um ponto de partida para uma nova vida e que tinha encontrado alguém que gostava. A nossa relação já estava degradada, o sexo era bastante mau e pouco por culpa de ambos, mas já me tinha acostumado e achei que era uma fase. Era a pessoa de quem eu gostava e que daria uma excelente mãe para os meus filhos. Acontece que 6 meses depois a termos terminado, na 1ª vez que viu o ex- (antes de mim), voltou para ele a correr e, hoje ainda andam 1 ano depois. Escusado será dizer que a nossa relação como amigos não existe, apesar dos meus esforços... penso que não existe para que a outra parte não se sinta afectada. Deverei sentir-me enganado durante 7 anos ou será só da minha cabeça?
Obrigado.
Beijinho e abraço"

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por : Raquel Bulha

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2012-05-11 11:26:35

Devo permitir a sua fantasia?

Devo permitir a sua fantasia?
"Olá Dr. Quintino e Raquel...
o que se passa é o seguinte tenho 24 anos e a minha namorada 22, ela foi a minha única companheira sexual e ela apenas teve um outro parceiro.
Acontece que ela sente monotonia no sexo pois já estamos juntos há 5 anos e ela não me procura como antes procurava, ela diz-me que gostava de ter outro parceiro mas não me quer perder.
Fico contente por ela ser honesta comigo e não me mentir, eu gosto mesmo muito dela mas no entanto não me importo que ela realize esta sua vontade pois é jovem e não sou de obrigar ninguém ao que não quer.
Será que devo permitir esta sua fantasia? Ou ao permitir ela pensará que não gosto dela e ela não volte a querer estar comigo?
Um grande abraço ao doutor e um obrigado por desmistificar muito sobre o sexo e um beijinho à Raquel."

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por : Raquel Bulha

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2012-05-07 13:43:40

Toque no ânus

Toque no ânus
"Olá
Sou um ouvinte assiduo da hora do sexo. Considero-me heterosexual. Sou casado há já alguns anos com uma vida sexual activa. Durante a actividade sexual gosto que a minha parceira me toque no ânus. Não que me penetre mas apenas um simples toque com o dedo.

A questão que coloco é será que sou bisexual?? Eu acho que não pois apesar deste meu fetiche (que me deixa incomodado face à minha parceira) não me imagino a ter relações com um outro homem. Aliás, tenho asco só de pensar nisso. É algo que garantidamente coloco de parte pois adoro mulheres e homens só mesmo amizade.

Gostaria que o Dr. Quintino me explicasse se é normal este meu comportamento de modo a que possa tb explicar à minha parceira que afinal esta minha mania não tem nada a ver com tendências homosexuais."

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por : Raquel Bulha

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2012-05-07 13:36:21

Sou infeliz.

Sou infeliz.
"Boa tarde Dr Quintino e Dra Raquel.
Duas palavras resumem o meu estado:
Sou infeliz!
Tenho 33 anos e vivo há quase um ano e meio com uma rapariga 8 anos mais nova que eu.
Quando começamos a andar juntos ela ainda era menor (muito menor) mas as coisas corriam muito bem.
O sexo era genial e o resto corria sempre bem. Há um par e picos de anos para cá, tudo o que se relacionava com sexo acabou por quase desaparecer e pensei eu que o facto de irmos viver juntos ajudaria a que as coisas melhorassem. Erro meu...
Não há sexo há mais de 9 meses, e se puxo o assunto começa uma discussão. Diz que não tem vontade.
Se não falo disso, parece que está tudo bem.
Nem sexo, nem carícias, apenas um encostar de lábios rápido a dizer olá.
Vivemos como amigos e nada mais.
Já percebi que ela não gosta de mim e cada vez tenho menos paciência para ela (não é não gostar, é mesmo farto!). A vossa pergunta, "porque ainda estás com ela", e respondo... não tenho dinheiro para viver sozinho... =(
Como disse... sou infeliz."

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por : Raquel Bulha

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2012-05-07 13:24:35

A Vida sexual na paraplegia

A Vida sexual na paraplegia
"Boa noite, sou vossa ouvinte faz pouco tempo... sou casada faz 13 anos e estamos juntos quase há 20...Tenho 38 anos e o meu marido 37, entre as coisas boas e más de um casamento passamos por um processo de infertilidade que nos fez pensar que ter um filho não era aquilo pelo qual estavamos a passar. Desistimos faz 7 anos do processo. Andei meio perdida, o meu marido aceitou melhor... no ano 2010 resolvi enterrar os fantasmas, recomecei a ouvir a minha música, a escrever, a ler... Reencontrei-me e não gostei do que vi. Fiz dieta, caminhadas e quando dei por mim estava grávida de 10 semanas.
às 14 semanas o meu marido teve um acidente fez uma lesão medular (d4/d5) e ficou paraplegico... Entre hospitais e centros de reabilitação passou quase um ano. O meu filho nasceu, mas a vida nunca mais será igual... Ninguem nos explicou nada acerca da vida sexual de um paraplegico, apenas fizeram referencia a que eu poderia engravidar se não tivesse cuidado... abandono é a palavra que melhor descreve como eu e o meu marido nos sentimos..A vida sexual da pessoa com deficiencia é um tabu enorme, nunca tivemos problemas a nivel sexual, sempre partilhamos e comunicamos tudo o que sentiamos, ficamos muito triste ao sentir que a comunidade médica só faz referencia ao sexo para prevenir a gravidez... Ajudem a desbloquear este pequeno tabu.
p.s Comprei o vosso livro estou ansiosa por sentir, beber e cheirar todas as páginas."

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por : Raquel Bulha

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2012-05-07 13:18:34

Barebacking

Barebacking
"Abordo-vos a propósito de um tema que desconheço se já foi tratado no vosso programa: o barebacking, que, basicamente, se pode definir como o deliberado não-uso de preservativo no acto sexual.

Trabalho, há vários anos, no estudo da epidemia de VIH/SIDA em países fortementente afectados da África Oriental e Austral e, permanentemente, sou confrontado pela retórica, mais ou menos dissimulada, de falta de vontade pelo uso de preservativo na prática sexual por pessoas dos mais variados tipos. Sobretudo em contextos urbanos, mas também rurais, diria que toda a gente sabe o que é o VIH, como se transmite e quais as suas consequências. Porém, muita gente, também, além de um certo negacionismo ("apanhar o VIH só acontece aos outros"), demonstra vontade - reitero, vontade - em não querer usar preservativo, de modo quase militante. Li que semelhantes padrões são identificados em todo o mundo, embora a maior parte dos estudos pareçam versar, sobretudo, sobre homens que fazem sexo com homens e grupos de 'swingers'.

À luz desta experiência, e porque a minha preocupação, no final de contas, é com a pedagogia que possa ser feita tendo por base a investigação, a minha pergunta é esta: deve-se investigar e ensinar sobre barebacking? Que consequências poderá trazer, em termos da prevenção da epidemia, a questão da vontade individual/grupal em deliberadamente - militantemente! - não usar preservativo? Eu tenho uma opinião ambivalente sobre isso. Gostaria, por ora, de ouvir a opinião do Professor Quintino Aires.   Ricardo Pereira
PhD Candidate International Politics and Conflict Resolution Centre for Social Studies University of Coimbra, Portugal
http://www.ces.uc.pt/doutoramentos/polint/estudantes.php?action=info&id_investigador=302&id_lingua=2"

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por : Raquel Bulha

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2012-05-07 13:12:41

Ela Nunca disse a palavra - amo-te

Ela Nunca disse a palavra - amo-te
"Caro Dr. Quintino e Raquel,
É com espectativa que vos escrevo a história actual da minha vida amorosa.
Resumidamente:

Tenho 29 anos, tal e qual como a minha namorada. Namoramos há mais de 1 ano. Importante referir que tanto eu como ela sempre tivemos insucessos amorosos. Eu tive apenas uma outra namorada aos 17/18 anos que para mim foi traumatizante. Era totalmente submisso e até cheguei a ser agredido por ter ejaculação precoce. Após o rompimento (que para mim foi um alívio) tive 10 anos sem sexo e 9 sem beijar uma rapariga!
A minha namorada actual simplesmente nunca teve um namorado para além de mim. Certo que não era virgem, mas nunca teve vontade de contar o seu passado também ele traumatizante. Disse-me apenas que lambeu muitas lágrimas. Respeito e não forço que me conte os traumas. Para mim é difícil querer esta situação devido à sua beleza e inteligência. Há homens realmente cegos... Felizmente calhou-me a sorte grande!
Damos-nos lindamente! Sempre que podemos estamos juntos, já faço praticamente parte da sua família, o sexo também é bom e ela quer-me sempre ao seu lado. Eu amo-a profundamamente e tenho a certeza que é a mulher da minha vida. No entanto, ela nunca me disse a palavra "amo-te". Outro pormenor que poderá ser insignificante, mas que eu consigo fazer uma ligação entre as duas situações: sempre que fazemos sexo ela espera que seja eu a despi-la.
Ou seja, parece-me que ela não se oferece a 100%. Que existe algum tipo de defesa interno pessimista com o objectivo de não sofrer quando a nossa relação terminar.
Eu vou lutar com todas as minhas forças para que ela veja em mim o homem que tanto esperou para que caia nos meus braços e eu a eleve ao Céu!
Esta minha teoria, em termos cientificos, faz algum sentido?
Não me venha com a conversa que ela não se dá tanto porque não me ama e é melhor eu desistir. NUNCA FAREI ISSO! Muito obrigado e continuação por muitos anos deste programa de grande interesse público!"

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por : Raquel Bulha

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2012-05-07 13:06:12

Obrigada à Hora do Sexo!

Obrigada à Hora do Sexo!
"ADORO o v/ programa, q descobrir desde que foram à prova oral. Já ouvi tds os podcasts disponiveis , várias vezes e ouço atentamente em directo ou o podcast no dia seguinte. E por vezes oiço várias vezes o mesmo, ou passado algum tempo. Adoro o dr quintino aires e a raquel, a forma descontraida e despudorada como falam do sexo e tudo associado às relações. O bom humor, a boa disposição, a experiencia... APRENDO tanto, mas tanto! É uma estreia a todos os níveis, nunca tinha ouvido falar assim, vocês tornam os assuntos tão claros e perceptiveis.
Tenho 30 e poucos anos e separei-me há pouco tempo de uma relação que durou metade da minha vida. 1º e unico namorado, sintia-me uma autentica virgem, sem nenhuma experiencia nesta coisa das relações, e do sexo tb. E dado o casamento/ relação falhado/a mais inexperiente, insegura e descrente me sentia. Não q estivesse ou esteja à procura: quero o meu tempo para me sentir bem, me descobrir, desfrutar da vida, enfim, viver! Graças ao programa e aos v/ sábios conselhos, já sei o q me vão dizer: conhecer, experiementar, arriscar. E é isso mesmo que pretendo fazer!
Tenho tantas questões para vocês... mas vamos com calma.
Para já o meu sentido obrigada, já não vivo sem vocês!
Que excelente trabalho!"

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por : Raquel Bulha

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A HORA DO SEXO MP3 2012-05-16
A HORA DO SEXO MP3 2012-05-15
Este é o blogue do programa "A Hora do Sexo". Aqui encontras muitas das dúvidas relacionadas com a sexualidade, mas mais importante do que isso, os devidos esclarecimentos e respostas. Bem-Vindo!

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