Novidades RTP

Programas, eventos, prémios, parcerias - descubra o que há de novo em primeira mão.

RTP Multimédia

2013-04-01 17:53:38

Vem aí: "NADA A ESCONDER"

Vem aí: NADA A ESCONDER
Estreia a 15 de maio, 22:50 na RTP1.

"Nada a Esconder" é  um programa de entretenimento que procura revelar o lado humano do mundo empresarial.

Os seus protagonistas são pessoas carismáticas que ocupam cargos de chefia em pequenas e médias empresas nacionais e que no fundo são o rosto do sucesso das mesmas. Gestores exemplares com enorme capacidade de trabalho, empreendedorismo e inovação.

Cada programa oferece ao seu protagonista a possibilidade de analisar o seu êxito pessoal a partir do olhar daqueles que o conhecem melhor, tanto no âmbito profissional como pessoal.

Quais as características que melhor o definem? O que faz dele uma pessoa tão especial? Em que é que se revela a sua capacidade de liderança?
Do que abdicou ele para estar onde está? Como se relaciona com os outros? Quais os seus traços de personalidade menos positivos? O que poderia (e deveria) ele mudar para melhorar os seus comportamentos?

As respostas a estas e outras questões serão dadas pelos seus colegas, familiares e amigos mais próximos, através de mensagens gravadas em exclusivo para o programa.

Na companhia de Sílvia Alberto, o protagonista ouvirá pela primeira vez essas mensagens e conversará com a apresentadora sobre si próprio, sobre a imagem que tem de si e a que lhe é devolvida por aqueles que trabalham e convivem com ele diariamente.

Depois desta reflexão conjunta, Sílvia Alberto irá propor ao protagonista alguns desafios que o ajudarão a melhorar os aspetos menos positivos no seu modo de se relacionar com os outros, e que seguramente lhe vão trazer um novo ângulo de visão sobre a sua própria vida, o seu trabalho e a sua capacidade para continuar a inovar e a surpreender.


por : Conteúdos Web
Tags : Divulgação,Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2013-01-08 17:25:33

Talk Show - Nova Grelha RTP1

RTP1 Portugal sempre ligado





Praça da Alegria
Nas manhãs da RTP todos os temas têm a porta aberta neste programa. João Baião e Tãnia Ribas de Oliveira são os novos rostos da Praça a Alegria.
De segunda a sexta, a partir das 10:00.

Portugal no Coração
José Carlos Malato regressa ao programa e terá a companhia de Marta Leite Castro. Aqui unimos os portugueses e pensamos Portugal.
De segunda a sexta, a partir das 15:00.

Herman 2013
Numa nova série, com mais entrevistas, música e claro, muitos "sketches" à portuguesa! Um talk show com boa conversa e humor acutilante, feito à imagem do seu anfitrião Herman José.
Sábados à noite.

5 Para a Meia-Noite
Um formato inovador na televisão portuguesa, em que cinco apresentadores, um em cada dia da semana, recebem vários convidados num ambiente informal, apara além de comentarem as notícias mais importantes da semana, sempre num tom humorístico, apresentam também várias rubricas.
De segunda a sexta, à noite.

Aqui Portugal
Em direto da RTP Porto para todo o mundo português. Sónia Araújo e Jorge Gabriel são os anfitriões deste novo programa que lhe vai fazer companhia em direto nas tardes de sábado da RTP1.
Sábado à tarde.







por : Dir. Mkt e Comunicação
Tags : Televisão,Novas Séries,Estreias

link deste artigo | comentar/ver comentários(3)
2012-10-18 18:05:03

A Moral Conjugal, uma co-produção RTP

Estreia a 1 de novembro nos cinemas nacionais

A FBF Filmes apresenta em co-produção com a RTP o filme realizado por Artur Serra Araújo - A Moral Conjugal.

Trailer



Sinopse:

Manuela é uma sensual delegada de propaganda médica. Vive habituada a trilhar os caminhos da infidelidade, envolvendo-se inconsequentemente com médicos. Suspensa entre o sonho de um grande amor e uma vida de conforto, oscila num limbo entre um homem que tem ataques de pânico cada vez que se apaixona e um terrorista romântico que jamais perdoará uma traição. Entre o impulso adultero e a transparência da dependência emocional, Manuela expõe-se… Numa escalada de ansiedade, mentira e criatividade vai tentar evitar desesperadamente as consequências conjugais.

Elenco:

José Wallenstein - Maria João Bastos - Dinarte Branco - São José Correia - Catarina Wallenstein - Miguel Costa - Delfina Cruz - Elói Monteiro

Ficha Técnica:

Produção - FBF Filmes
Produtor - Francisco Bravo Ferreira
Argumento e Realização - Artur Serra Araújo
Direcção de Fotografia - Pedro Azevedo
Montagem - Eugénio Marques
Som - Quintino Bastos
Música - Pedro Marques

Galeria de Fotos




por : Dir. Mkt e Comunicação
Tags : Estreias,Divulgação

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2012-07-18 18:49:34

TOP CHEF estreia a 18 de agosto na RTP1

TOP CHEF estreia a 18 de agosto na RTP1

Top Chef é um programa onde competem os melhores profissionais de cozinha.

Ao longo de treze semanas, 16 concorrentes irão demonstrar a sua paixão, técnica e talento através de diversas provas.

Em cada programa os concorrentes vão encontrar 3 tipos de provas: a Prova de Fogo, a Prova de Chefs e a Prova de Eliminação.

Na Prova de Fogo os concorrentes vão lutar pela imunidade. Na Prova de Chefs, podem lutar individualmente ou em equipas para salvaguardar o seu lugar no programa, evitando assim a Prova de Eliminação, onde os jurados decidem qual será o concorrente a abandonar a competição.

Em todas as provas os concorrentes vão lutar contra o tempo, usando a sua criatividade e perícia subtendo-se à avaliação de três jurados de mérito reconhecido.

Apenas 1 dos 16 irá conquistar o lugar do primeiro Top Chef Português.

-------------------------------------------------------------------------------------

Os Chefes José Cordeiro, Susana Felicidade, Ricardo Costa serão os jurados do programa, que contarão com o mentor Nuno Diniz.

O programa terá a apresentação de Sílvia Alberto.

Galeria de Fotos da Conferência de Imprensa

Facebook Top Chef


por : Dir. Mkt e Comunicação
Tags : Concursos,Estreias

link deste artigo | comentar/ver comentários(1)
2012-05-02 16:00:22

Portugal no Top - Estreia dia 5 na RTP Internacional

Portugal no Top - Estreia dia 5 na RTP Internacional

"Portugal no Top" é o programa onde os telespectadores e ouvintes das antenas internacionais da Rádio e Televisão de Portugal podem votar e escolher os seus vídeos preferidos de artistas Portugueses e luso-descendentes.


Apresentado por Axel, serão reveladas semanalmente as subidas e descidas das preferências dos Portugueses espalhados pelo Mundo.

Uma produção Nucafé - Produtora de Som e Imagem para a RTP.

Podem seguir o programa no facebook em www.facebook.com/PortugalnoTop.

Estreia marcada para dia 5 de maio, às 16:00 na RTP Internacional.


por : Dir. Mkt e Comunicação
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(3)
2012-04-20 12:29:19

"Com Amor Se Paga" - Fotos da Estreia do programa


Apresentado por Catarina Furtado, "Com Amor se Paga" é o novo programa de sábado à noite na RTP1.

É o palco ideal para agradecer a alguém especial pelo papel que desempenha na vida de muitos, para partilhar projetos que encontram soluções e descobrem caminhos, é dar a conhecer histórias e pessoas que inspiram e dão esperança.

Em "Com Amor se Paga" obrigado nunca será uma palavra banal. Os protagonistas são surpreendidos com testemunhos emocionais, atuações de amigos, familiares ou de artistas preferidos. Vale tudo para agradecer a quem nada pede.

Veja as fotos do programa de estreia:



por : Dir. Mkt e Comunicação
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(13)
2011-05-19 03:23:18

RTP lança aplicação para Internet@TV

RTP lança aplicação para Internet@TV
Mais uma inovação para o mercado nacional


A RTP lançou esta 4ª feira, 18 de maio, o primeiro widget de conteúdos on-demand para a plataforma de Internet@TV.

Com mais este importante passo na área da inovação para o mercado nacional, a RTP aumenta o espectro de distribuição da oferta de conteúdos que, actualmente, já inclui um leque significativo de plataformas digitais como a web, os tablets, smarphones e telemóveis.



O widget RTP disponibiliza conteúdos informativos, com destaque para as notícias, o desporto e a cultura, com actualização permanente ao longo do dia, bem como aos principais programas de informação da RTP, permitindo o acesso do público em função da sua conveniência de uma forma fácil e intuitiva.

A Internet@TV é uma nova funcionalidade disponível nos mais recentes televisores e, de uma forma simples, consiste no acesso à internet a partir da televisão da sala. Um novo conceito que está a mudar a forma como o público interage com a televisão.

Através do browser do televisor, é possível aceder a um conjunto diversificado de widgets (à semelhança das Aplicações para telemóveis) entre as quais, a partir de agora, também se encontra o widget RTP.



Ao permitir o acesso à internet a plataforma de Internet@TV esbate os tradicionais limites da oferta televisiva colocando broadcasters de âmbito nacional, como é o caso da RTP, lado a lado com os grandes players mundiais como o YouTube.

Ao transferir para o fabricante de equipamentos a possibilidade de acesso directo a conteúdos, a Internet@TV pode revolucionar toda a cadeia de valor, já de si, bastante afectada pela oferta web.

Assim, para broadcasters como a RTP que, a partir de agora terão de disputar o mercado com os gigantes mundiais, a Internet@TV será, não apenas um enorme desafio mas, acima de tudo, a maior ameaça ao actual modelo de negócio com a erosão que poderá provocar nas receitas das plataformas digitais e nas redes de cabo, a montante.

Apresentado em protótipo no âmbito da recente edição da PBI, o widget RTP agora disponível a todo o público, é o mais recente exemplo da Era da Convergência de que há muito ouvimos falar. E será certamente o início de uma nova Era da Televisão.



por : RTP
Tags : Internet,Estreias

link deste artigo | comentar/ver comentários(2)
2010-12-07 11:01:53

Planeta Adormecido, o filme

Planeta Adormecido, o filme
Em exibição no cinema S. Jorge, em Lisboa até 6 de Janeiro de 2011


A RTP 2 apresenta PLANETA ADORMECIDO - um filme de longametragem - a mais especial prenda de Natal que o canal pode dedicar ao público infantil, em exibição no Cinema São Jorge, em Lisboa, e com emissão no dia 25 de Dezembro na RTP 2.

PLANETA ADORMECIDO é um filme musical adaptado do livro de Ana Zanatti com o mesmo nome, com a duração de 60 minutos, música de João Gil e desenho da Mola Produção e Criação de Criaturas Animadas. E conta com um elenco extraordinários de actores.

PLANETA ADORMECIDO é uma história com heróis e vilões, que nos fala da nossa vida, da crise e da receita para a felicidade.

Produzido pela RTP 2 e pela Mola Produção e Criação de Criaturas Animadas, PLANETA ADORMECIDO coloca em interacção os actores e os seus espantosos cenários virtuais.

Em PLANETA ADORMECIDO os bons são mesmo bons e os maus são mesmo maus, mas todos têm pontos fortes e fracos porque "basta que observes para além do que vês e tudo o que era velho vira novo outra vez".

Catarina Guerreiro, Daniela Onis, Inês Nogueira, Joana Campelo, Rita Cruz, Sandra Silva, Bruno Huca, José Lobo, Pedro Leitão e, mais experientes, Luis Gaspar e Sérgio Praia integram o elenco de PLANETA ADORMECIDO. Lígia Resende, Luciano Ottani e José Manuel Abrantes são os realizadores. E Rita Ribeiro, Inês Soares e António Corrêa de Almeida produziram.

A banda sonora do filme PLANETA ADORMECIDO está já à venda em CD, produzido pela RTP e distribuído pela Ovação, com música e produção musical de João Gil e letras de Ana Zanatti. Saiba mais sobre esta edição em CD aqui.

Dia 25 de Dezembro à tarde, a RTP 2 tem para lhe oferecer esta prenda na emissão de Natal - Consulte o Guia TV da RTP2 para saber qual é o horário de emissão do filme.


por : RTP
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-12-09 12:45:06

FÁ-LAS CURTAS!

FÁ-LAS CURTAS!
Novo concurso de produção de curtas-metragens na RTP2



Fá-las Curtas!
é um novo concurso da RTP2 que procura jovens talentos na arte cinematográfica através da produção de curtas-metragens de ficção. A equipa vencedora terá como prémio €10.000,00 para realizar uma curta-metragem para a RTP2.

Aos jovens apenas é pedido que sejam criativos. Às 16 equipas, compostas por um argumentista e um realizador, são disponibilizados todos os meios técnicos, actores, guarda-roupa, adereços, décors e o mote para as histórias. E alguns dos actores mais conhecidos do cinema português já se disponibilizaram para serem dirigidos pelas equipas concorrentes!...

Em Fá-las Curtas! o desafio dos concorrentes vai desde a fase de escrita do argumento à edição do filme. No final de cada episódio, são avaliados por um júri, composto pelos realizadores Joaquim Leitão e o João Garção Borges, que irá escolher a melhor curta-metragem e passar essa equipa à fase seguinte.

Num processo de selecção progressiva, cada dupla de jovens talentos dá o melhor do seu trabalho criativo para conseguir atingir o sonho de chegar à grande final, receber o ambicionado prémio: a encomenda de uma curta-metragem de dez minutos para a RTP2.

Apresentado por Filomena Cautela, Fá-las Curtas! é adaptado do original Fais Ça Court!, formato de origem canadiana, produzido em Portugal pela Valentim de Carvalho Televisão.

A dirigir a equipa técnica de rodagem das curtas-metragens está Inês Carvalho, directora de fotografia. Todos os filmes serão captados e pós-produzidos em Alta Definição.

Com Fá-las Curtas! a RTP2 apresenta um programa que dá a conhecer aos espectadores o processo de criação de curtas-metragens e oferece aos jovens candidatos a cineastas portugueses a oportunidade de escreverem e realizarem curtas metragens.

No final da série, terão sido realizadas 30 curtas-metragens.

No início de Janeiro de 2011, a RTP2 começará a transmitir, aos sábados às 21h00, os 16 programas Fá-las Curtas! Em cada programa competem duas equipas. A que na opinião do júri realizar a melhor curta-metragem, passa à fase seguinte, isto é, volta a ter a oportunidade de realizar um nova curta e competir com outra das equipas vitoriosas da fase anterior.

Foram admitidas 78 inscrições e seleccionadas 16 equipas de dois concorrentes.

Perfil: as duplas de candidatos são compostas, na sua maioria, por jovens entre os 20 e os 30 anos, com formação superior em cinema ou em início de actividade na área.



por : RTP
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(2)
2010-12-03 17:05:04

Salvador

Salvador
2ª série, estreia a 6 de dezembro

O programa Salvador regressa ao pequeno ecrã com uma nova série de aventuras, emoções e histórias de vida inspiradoras.

Nesta segunda série, Salvador Mendes de Almeida continua fiel à ideia original mas aposta em algumas novidades. Para além das experiências inéditas proporcionadas a pessoas com deficiência, o conceito é agora alargado à associação da aventura a um destino, integrando as ideias de mobilidade e de turismo acessível.

Dos Açores a Porto Santo, passando pelo Algarve, Minho ou Alentejo, Salvador e os seus convidados vão andar por Portugal e provar, mais uma vez, que a mobilidade reduzida não é impeditiva de se viver a vida a cem por cento.
A par das aventuras, a segunda série de Salvador conta ainda com a participação especial de conceituadas figuras públicas, como Nelson Évora ou José Rodrigues dos Santos, que se associam ao programa para preparar algumas surpresas aos convidados.

No primeiro programa, as convidadas são Carina e Madalena. Duas gémeas que para além da semelhança física, partilham desde a nascença uma polineuropatia – doença rara que provoca a perda de mobilidade. Mesmo assim, distribuem sorrisos, dedicam-se ao próximo e ganham medalhas, sempre a dobrar. Salvador vai desafiá-las para um baptismo de desportos aquáticos no rio Zêzere e surpreendê-las com uma inesperada mudança de visual.

Com 13 episódios, a série estreia segunda, dia 6 de Dezembro, às 21h00, na RTP1.

Consulte o Guia de Programação para saber o horário de emissão do programa.


por : RTP
Tags : Televisão,Estreias,Solidariedade

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-12-02 11:52:44

Planeta Adormecido

Planeta Adormecido
Lançamento do CD banda sonora do filme "Planeta Adormecido"


Já está à venda o CD banda sonora do filme "Planeta Adormecido", a música é do João Gil e as letras de Ana Zanatti. As vozes são de Catarina Guerreiro, Cheila Lima, Daniela Onis, Inês Nogueira, Sandra Silva, Bruno Huca e José Lobo.

Este CD, disponível a partir de 1 de Dezembro, é um delicioso aperitivo para o filme que poderemos ver depois no cinema.





A estreia do filme "Planeta Adormecido", baseado no livro de Ana Zanatti, está prevista para 17 de Dezembro no cinema São Jorge, em Lisboa.

O filme realizado por Luciano Ottani, Lígia Resende, José Manuel Abrantes, tem a participação dos atores Bruno Huca, Catarina Guerreiro, Daniela Onis, Inês Nogueira, Joana Campelo, José Lobo, Luis Gaspar, Rita Cruz, Sandra Silva e Sérgio Praia. A produção do filme é Mola Filmes.


Oiça aqui algumas das faixas do CD "Planeta Adormecido"


"Ser apenas um bom companheiro"



"Pontos Fracos"


"Cego que vê"



A OVAÇÃO é a editora do CD do filme Planeta Adormecido.


A equipa envolvida na criação, produção e realização do "Planeta Adormecido" esteve no programa da RTP "Portugal no Coração". Veja aqui a entrevista.


por : RTP
Tags : Divulgação,Estreias,Grupo RTP,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-11-10 11:36:11

VOO DIRECTO

VOO DIRECTO
Dois Continentes. Quatro amigas. A vida a 900 km/h... na RTP1



Esta é a história de quatro amigas que, apesar da turbulência da vida, nunca deixaram de acreditar no amor…nem em si próprias.


Voo directo pretende cativar através de alguns ingredientes que têm tido sucesso no panorama televisivo actual: a amizade feminina e a procura do amor, da felicidade e de um lugar no mundo.


A História
Patrícia, Weza, Yara e Weza são quatro melhores amigas, assistentes de bordo, que partilham uma grande amizade entre Portugal e Luanda. Cheias de humor, força e esperança, estas mulheres contam com o apoio incondicional umas das outras, nos altos e baixos das suas vidas. Com a chegada dos 30 anos chegam também novas preocupações, até então adiadas: o casamento, a maternidade e a vida profissional. Confrontadas com as primeiras grandes desilusões e dramas da vida adulta, estas mulheres vão pôr em causa a maneira como até aí tinham pensado as suas vidas… e os homens das suas vidas.
Patrícia trabalha numa grande companhia aérea portuguesa há 10 anos, tendo ilustrado até então o estereótipo da hospedeira que enlouquece os homens e brinca com o sexo oposto; sente agora necessidade de assentar e constituir família.
Marta é a actriz que nunca conseguiu vingar. Acabada de entrar para uma companhia de voos charter, representa agora pela cabine de um avião numa farda justa e reduzida que odeia, mas exigida pelo regulamento da empresa. Procura realizar o seu sonho de se tornar bem sucedida e de ser levada a sério a nível profissional: Marta é o que Patrícia foi em tempos, rebelde, livre e aventureira.
Weza e Yara partilham um apartamento em Luanda.
Weza é de origem angolana e trabalha nas linhas aéreas de Angola. Tem um namorado de longa data com o qual tenciona casar num futuro próximo. Mas, ao descobrir que este a traiu, põe um ponto final na relação. O seu desafio será recuperar a confiança perdida no sexo oposto.
Yara, angolana, estudou em Portugal com Patrícia, tendo desistido do sonho de um curso superior e ingressado no mundo da aviação quando se viu forçada a regressar a casa, para ajudar o pai após a morte repentina de sua mãe. Igualmente assistente de bordo nas linhas de Angola, vê na sua profissão uma forma de abraçar o mundo e, quem sabe, encontrar o seu príncipe encantado pelo caminho.
A irregularidade dos seus horários e a distância a que vivem deixam pouco espaço de manobra para se juntarem socialmente pelo que, quando as folgas coincidem e os voos assim o permitem, aproveitam para se reunir num ou noutro apartamento para comer, beber e pôr a conversa em dia.
Quando tudo parece decidido nas suas vidas, vão acabar por perceber que, afinal, cada dia pode ser um novo início.


As quatro amigas
Patrícia Varela. Portuguesa. 35 Anos. Frase “Eu sou”
Enérgica e líder por natureza, dificilmente uma seguidora. De uma família classe média desestruturada – o seu pai saiu de casa para nunca mais voltar e ela foi criada apenas pela mãe que nunca lhe deu muita atenção – cedo se habituou a não contar com ninguém. Estava no final do segundo ano da faculdade de arquitectura, quando percebeu que o seu futuro não passaria por ali e decidiu arranjar um trabalho. Não gosta de perder tempo, pelo que as decisões impulsivas são uma constante. A resposta a um anúncio de jornal que procurava candidatos para a maior companhia aérea portuguesa e a promessa de uma vida independente e bem remunerada, levaram-na a concorrer, apercebendo-se que aquela era a vida com que sempre tinha sonhado. Patrícia deitou para trás das costas os seus outros projectos e dedicou-se de corpo e alma à sua nova profissão, até que um dia o relógio biológico a alertou para a idade. O problema é que todos os homens decentes que poderiam fazer parte da sua lista de bons maridos e bons pais já estavam tomados. Até ao dia em que conhece Afonso, um co-piloto que se muda para a companhia – alto, sorriso branco e pele bronzeada – e que abre o seu coração, revelando uma sensibilidade e, simultaneamente uma virilidade que a arrebatam por completo, em cartas e poemas românticos. Patrícia entrega-se a ele, sem saber que tudo o que o jovem piloto lhe escreve são sentimentos de outra pessoa. É que Afonso não tem muito jeito para as palavras e pede a Guilherme, o seu melhor amigo, e que trabalha em terra, no check-in, para que lhe escreva algumas frases que consigam arrebatar o coração da hospedeira. Corajosa e leal nas amizades, entusiasma-se por algo com a mesma rapidez com que perde o interesse. Será que algum homem será verdadeiramente capaz de a conquistar para sempre?

Marta Correia Lemos. Portuguesa. 28 Anos. Frase “A tristeza foi ontem. Hoje é um novo dia”
Talvez a mais desvairada das quatro. Aventureira e de espírito livre, as áreas onde melhor se realiza são aquelas que lhe permitem fazer constantemente a mala e conhecer novos lugares. Talvez por isso tenha optado pela carreira de assistente de bordo, ainda que numa companhia aérea de segunda categoria, já que não conseguiu vingar como actriz. O problema é que a companhia tem uma estratégia de marketing que obriga as assistentes e os comissários de bordo a andarem com muito pouca roupa. Conformada, tudo lhe parece maravilhoso dentro de um avião, desde que não olhe pela janela… É que Marta tem um segredo que esconde de todos: o medo de alturas. Alegre e cativante, Marta é aberta a novas experiências e nada preconceituosa. Dona de uma beleza que chama a atenção, atrai com facilidade muitos homens em seu redor. Claro que ela cativa também pela sua simpatia. Fiel e generosa, mas louca nos amores, vê nas amigas uma necessidade constante de desabafo e um bom motivo para se divertir, tendendo a contar com elas para o que der e vier. Determinada a não desistir daquilo que quer para a sua vida, convence-se de que será capaz de dominar o medo que sente cada vez que entra a bordo. Mas nem tudo corre como ela espera. Quando, juntamente com o medo das alturas, surge o Comandante convencido e atiradiço, as constantes viagens de finalistas com alunos engraçadinhos e a farda reduzida, cada voo começa a ser um suplício sem fim. Fumadora.

Weza Oliveira. Angolana. 30 Anos. Frase “Quem disse que não se pode agradar a todos?”
Sempre soube que esta seria a profissão certa para si. E passou com distinção em todas as provas de admissão, aliás, sempre foi excelente em tudo o que se propôs fazer. Romântica e talvez um pouco ingénua no que conta ao amor, Weza vai apanhar grandes desilusões. A mais conservadora das quatro amigas é amante da paz, muito organizada e dona de uma elegância incrível. Loucuras não são com ela. Não suporta discussões e odeia injustiças. Quando viaja fica sempre no hotel à noite a ler um livro, não sendo dada a grandes festas. Já o namorado aproveita as suas ausências para sair com os amigos, dançar, beber e seduzir. Quando Weza descobre tudo, sente o mundo desabar. A traição vai levá-la a desconfiar permanentemente dos homens, pelo que dificilmente deixa que algum se aproxime dela. Possuidora de uma sensualidade inerente, tem a noção exacta de que o amor é uma permuta.

Yara António. Angolana. 30 anos. Frase “O amanhã será melhor”
Yara viu-se forçada a dar uma volta de 180 graus na sua vida aos 21 anos, quando, repentinamente, a sua mãe morre vítima de um AVC. Obrigada a regressar a Luanda, de onde é originária, desiste do curso superior em Lisboa para ajudar o pai nesta fase difícil das suas vidas. Generosa, confidente e leal, é muito mais sensível do que aparenta, acabando muitas vezes por sofrer em silêncio. Atirou-se de cabeça à sua profissão de assistente de bordo, que lhe é apresentada pela colega de faculdade e amiga de longa data, Patricia. Yara tem medo de se apaixonar, porque acha que acabará eventualmente por sair magoada; há muito tempo, aliás, que deixou de pôr essa hipótese, vivendo exclusivamente para o homem mais importante da sua vida, o seu pai. Mas o destino prega partidas e Yara vai acabar por se apaixonar por um homem que aparentemente odeia, e que conhece num dos voos para Luanda: Lourenço. Yara odeia este passageiro frequente da classe executiva, economista de formação e sedutor nas horas vagas. No entanto, quando a máscara cai, apaixona-se pela verdadeira personalidade de Lourenço que só conhece através de uma amizade que ambos mantêm na Internet, em sites de conversação. Yara vai acabar por conhecê-lo numa dessas conversas e a partir daí passar noites seguidas a trocar mensagens com ele, deixando-se arrebatar, sem saber tratar-se afinal da pessoa que odeia. Tem o hobby da fotografia.


Os outros
Afonso Teixeira. Português.34 anos. Co-piloto.
Afonso é um co-piloto que, após alguns anos a voar essencialmente pela Europa, no médio curso, acaba de chegar ao longo curso, cativando imediatamente as atenções de quem o rodeia. Alto, sorriso branco e pele bronzeada, deixa-se encantar por Patrícia, que acaba por se entregar a ele, sem saber que tudo o que o jovem piloto lhe escreve são sentimentos de outra pessoa. É que Afonso não tem muito jeito para as palavras e pede a Guilherme, o seu melhor amigo, para que lhe escreva algumas frases que consigam arrebatar o coração da hospedeira.

Guilherme Saramago. Português. 35 anos. Check-in.
Guilherme não possui a figura de Afonso, nem tem a sua confiança, o que o tem afastado da ribalta da sedução. Grande amigo do co-piloto, Guilherme faz o que pode para o ajudar, especialmente quando este diz que conheceu a mulher da sua vida. Curioso é que Guilherme também acabou de conhecer a mulher da sua vida, a qual já vinha admirando há algum tempo, mas com quem nunca teve a coragem de falar. O que os dois amigos não sabem inicialmente é que Patrícia é a mulher da vida de ambos! Mas três é multidão, e Guilherme, ao ver o entusiasmo e os avanços da relação de Patrícia com Afonso, acaba por aceitar “trabalhar” para o amigo, escrevendo cartas de amor como se de Afonso se tratasse… A falta de coragem para assumir os sentimentos e a sua lealdade para com o amigo deixam que Afonso vá ficando com os louros, e pior que isso, com a mulher da sua vida.

Lourenço Cardoso. Angolano. 39 anos. Economista e investidor na bolsa.
Lourenço é um dandy; economista de formação, investidor na bolsa e sedutor nas horas vagas. Passageiro frequente da classe executiva, parte na maioria das vezes com destino a Luanda, onde tem inúmeros negócios. Yara, que tem o “azar” de o transportar com alguma frequência nos seus voos, odeia-o pelos seus modos arrogantes. O que poucas pessoas sabem é que esta imagem pública não passa de uma máscara que usa para esconder a sua verdadeira personalidade, muito mais frágil e romântica, e que se revela em conversa que mantém na Internet com Yara, em sites de conversação, embora nunca revele o seu verdadeiro nome.

Hélder Sousa. Angolano. 29 anos. Recepcionista num Hotel.
Namorado de Weza de longa data e infiel por natureza, justifica as suas traições à sua consciência com as constantes ausências profissionais de Weza. Acredita, no entanto, que todos os seus relacionamentos ocasionais não passam de algo puramente físico, já que o seu coração pertence completamente a Weza. Assim sendo, permite-se sair, beber e seduzir sem qualquer limite. Até ao dia em que Weza descobre, e o prefixo “ex” se junta imediatamente à sua condição de namorado.

Arnaldo António. Angolano. 72 Anos. Pai de Yara.

Arnaldo nunca foi homem de muitas posses. Dono de um restaurante que deixou levar à falência quando ficou viúvo, Arnaldo é, neste momento, completamente dependente da sua filha, embora não goste de admitir. Ela é a sua única alegria, por isso, para ele, a escolha profissional que ela tomou não é a indicada, visto temer pela sua vida de cada vez que ela voa. Arnaldo já se habituou à dependência de Yara, e muitas vezes tem atitudes apenas para chamar a atenção da filha.

António José Silva. Português. 52 Anos. Comandante da Companhia charter.
Mais conhecido por Comandante Tozé, este é um homem casado, com dois filhos, que fala da sua família com um aparente orgulho enorme mas que tenta seduzir, inevitavelmente, qualquer mulher maior de idade e com menos de 80 anos. Por trabalhar numa companhia aérea pequena, possuidora de apenas dois aviões e de pouco pessoal de bordo, cruzar-se-á constantemente com Marta, não escapando esta às investidas do senhor Comandante, a quem tem de responder com um sorriso a todas as propostas indecentes que ouve da boca dele.

Paulo Barbosa. Português. 30 anos. Chefe de Cabine da Companhia charter.
Desde muito pequeno Paulo viu-se obrigado a esconder os seus desejos e gostos. Nasceu no interior de Portugal onde a homossexualidade ainda hoje é vista como doença, e percebeu que teria a vida facilitada se guardasse esse segredo só para sim. Por isso, quando lhe surgiu a oportunidade de vir trabalhar para Lisboa, para uma companhia de aviação, a sua vida recomeçou! Sem medo de se assumir gay, e com muitos colegas com quem se identificar, Paulo nunca foi tão feliz como nos últimos quatro anos e isso reflecte-se no seu crescimento profissional. Paulo assumiu o posto de chefia de cabine somente dois anos após ter entrado para a Companhia, e, quatro anos depois, considera-se um veterano da aviação. No entanto, nem sempre tudo lhe corre de feição, acabando muitas vezes por ser gozado por passageiros e colegas tripulantes, dado o extremismo e a falta de bom senso para avaliar situações. Como a companhia só tem dois aviões, vai trabalhar muitas vezes com Marta, sendo mais uma prova à capacidade desta para manter a calma. Com o passar do tempo, acabarão por se tornar bons amigos, vendo em Marta uma confidente. Paulo é um homem justo e amigo dos seus amigos. A sua vida social resume-se aos voos e raramente sai à noite. Quando acontece, Paulo solta-se e parece outra pessoa, mais leve e cómica.

Mónica Ramalhão. Portuguesa. 35 anos. Chefe de cabine.
Mónica já conta com 10 anos de carreira na companhia. Muito discreta, é raro dar-se por ela, mas na altura certa intervém sempre com grande sensatez. Mónica não é uma mulher muito feliz. Está há muitos anos sozinha e acredita que é assim que está bem. Os seus colegas gostam dela e têm atenção aos seus ensinamentos. As raparigas ainda tentam levá-la a passear quando ficam hospedadas noutra cidade, mas Mónica gosta de se deitar cedo enquanto ouve música clássica. Ninguém sabe sobre o seu passado, mas Mónica foi professora de música. Há quem diga que já foi casada, mas na verdade ninguém sabe nada sobre a sua vida.


Produção: SP TELEVISÃO / SEMBA

Consulte o Guia TV para saber o horário de emissão da série.


por : RTP
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-11-10 10:40:45

PRÍNCIPES DO NADA

PRÍNCIPES DO NADA
Catarina Furtado com crianças africanas Rumo aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio


Esta é a 2ª série de 13 programas. Cada programa inclui duas a três histórias de vida passadas em diferentes países de expressão portuguesa.

Catarina Furtado viaja por Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Timor-Leste e Guiné-Bissau e relata na primeira pessoa o trabalho feito, nestes países em desenvolvimento, por voluntários, organizações não-governamentais, organismos da ONU, organizações religiosas e pela Cooperação Portuguesa, através do IPAD.

São sempre histórias humanas que apelam à nossa consciência de cidadãos e a uma urgência de actuação. E que nos mostram como o mundo é profundamente desigual e injusto apesar do grande esforço de muitos.

Esta nova série tem um dado novo e importante: a preocupação de traduzir para o espectador, através das pessoas que sofrem e que dão a cara, o que são os oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), uma Declaração assinada no ano 2000 por 192 Estados membros da ONU comprometendo-se até 2015 a erradicar a pobreza, promover a paz e alcançar os direitos fundamentais para todos.

A cinco anos de atingirmos a data imposta, muitos progressos foram já feitos no combate à pobreza, no acesso à educação e a água potável, no combate à malária e à tuberculose e no tratamento do HIV Sida mas a verdade é que existem muitas metas que estão bastante aquém do desejado:


Nos dias de hoje:
- 1 Bilião de pessoas passa fome!

- Todos os anos 9 milhões de crianças morrem antes de chegarem aos 5 anos, só na África subsariana 1 em cada 7 crianças não chega a completar os 5 anos!

- Todos os dias 1000 mulheres morrem com causas relacionadas com o parto ou gravidez, são 350.000 por ano, são mulheres sem acesso a cuidados de saúde e de saúde materna e reprodutiva!

- Só na África subsariana, 31 milhões de crianças em idade escolar não a frequenta!

- Todos os dias 7,400 pessoas são infectadas pelo vírus da Sida!

- A cada 45 segundos uma criança morre por causa da Malária!

- Apenas metade da população de todos os países em desenvolvimento tem acesso a condições sanitárias básicas, como casas de banho e latrinas!


O Secretario Geral da ONU, Ban Ki-moon afirmou este mês na Cimeira do Milénio: “O nosso mundo tem o conhecimento e os recursos necessários para atingir as metas até 2015. É possível, se actuarmos já, todos juntos. Investir nos ODM, é investir no crescimento global económico. Atingir os ODM é trabalho de cada um de nós”

“PRÍNCIPES DO NADA” é o contributo da RTP!


No primeiro programa retratamos a história impressionante de uma mulher com uma força e uma generosidade fora do vulgar: a enfermeira Laura, de Tete, no Norte de Moçambique, que apesar de não ter quase nada para dar, os bebés e crianças órfãs da Sida recebem o seu colo, determinante para a sua sobrevivência.
Seguimos depois para a Guiné-Bissau onde ficamos a perceber como é essencial o trabalho que a FEC (Fundação Evangelização e Culturas) faz na área da educação em Bafatá. Na Guiné, cerca de 50% das crianças em idade escolar não frequenta a escola.

No segundo programa iremos até Timor-leste onde vemos como as Irmãs Franciscanas de Baucau conseguem ser o único conforto dos idosos timorenses. A crise de valores está generalizada e hoje assiste-se a uma dura realidade: o abandono dos mais velhos e sábios.
O programa segue com um exemplo que deve ser promovido da Associação Black Panthers, em Cabo Verde, que dá às crianças a oportunidade de estudarem, aprenderem, brincarem e comerem a sua única refeição diária.

No terceiro programa assistirmos a histórias de vida muito comoventes em Moçambique com a Associação Reencontro que acolhe crianças vítimas de Sida.
Vamos também até São Tomé e Príncipe, onde mais de metade da população vive abaixo do limiar da pobreza. Aqui seguimos o trabalho da AMI em Angolares e ficamos a perceber porque é que é tão fundamental.


Autoria e Realização: Catarina Furtado e Ricardo Freitas
Produção - Até ao Fim do Mundo





por : RTP
Tags : Televisão,Estreias

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-10-08 23:51:44

Operação Triunfo

Operação Triunfo
Operação Triunfo Estreia na noite de 16 de Outubro



A Operação Triunfo: a maior escola de música do país está de volta!

Ao longo de 12 semanas, 15 jovens terão oportunidade de receber formação, prática e teórica, com alguns dos melhores profissionais do país.

Sílvia Alberto apresenta as Galas da Operação Triunfo emitidas semanalmente em directo na RTP1. Um grande espectáculo musical onde os concorrentes vão poder mostrar o reportório musical que ensaiaram durante toda a semana.

Um júri especializado – Sandra Faria, Rui Baeta e Rui Massena - vai avaliar as prestações, valorizando construtivamente o resultado de todo o trabalho semanal e a interpretação dos temas na Gala.

Através de pequenos programas diários apresentados por Pedro Fernandes, o público vai poder acompanhar o que se passa na escola; os ensaios, as aulas, as espectativas, os receios...

A RTP1 e a Endemol unem-se para encontrar o melhor cantor de Portugal. Só um será o grande vencedor!




Paula Oliveira
Paula Oliveira já é uma repetente na Escola da OT. Cantora e professora de canto, Paula Oliveira é também uma das maiores referências do Jazz actual, com uma voz quente e melodiosa que traz definitivamente tipo de música para o português.

Iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música de Coimbra e veio a terminar
o curso de canto clássico no Conservatório Nacional em Lisboa. Neste período,
ampliou a sua experiência profissional com a participação em seminários de música
clássica e jazz.

Estudou em Nova Iorque, onde desenvolveu um trabalho musical com o trio norte-americano de Armen Donelian (piano), Portinho (bateria) e David Fink (contra baixo) e com o qual actuou em vários clubes conhecidos de Nova Iorque e em Portugal. Em 1998 gravou o seu primeiro CD com Paulinho Braga (bateria), David Fink (contrabaixo) e Clif Korman (piano), integrado num ciclo de música brasileira Organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Em 2003, lançou "Quase então", um duo com o conceituado pianista português João Paulo Esteves de Silva, com um repertório que vai desde temas compostos pelos dois até música tradicional portuguesa.

Da sua discografia, destaca-se também “Fado Roubado”, de 2007, com direcção musical de Bernardo Moreira, onde a poesia tem um papel fundamental. Neste trabalho, Paulo Oliveira canta Fernando Pessoa, Ary dos Santos, Zeca Afonso e Sofia de Mello Breyner Andresen, entre outros.

Actualmente é professora de voz na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas no Hot Club
Portugal.



O Júri

Sandra Faria
Directora Geral da UAU.
Tem a seu cargo a gestão da parte de teatro e eventos e agenciamento.


Rui Baeta
Rui Baeta é barítono e professor de Técnica Vocal. Licenciado em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa, aperfeiçoou-se em cursos no estrangeiro com artistas de renome. Deu concertos e recitais nos quatro cantos do mundo, mas mantém uma intensa actividade artística em Portugal, dividida entre ópera, oratória e recital nas grandes salas de espectáculo do país e acompanhado por orquestras como a Capela Real, Ensemble Bach, Solistas de Lisboa, Cascais e Oeiras, Nacional do Porto, Sinfónica Portuguesa, Metropolitana de Lisboa e Gulbenkian.

Rui Massena
Rui Massena é Director Artístico e Maestro titular da Orquestra Clássica da Madeira, cargo que ocupa desde 2000. É Director Pedagógico do Conservatório Escola-das-Artes da Madeira e Director Artístico do Concurso Internacional Madeira Music, desde 2005. Como Maestro Titular da Orquestra Clássica da Madeira e Maestro convidado de diversas orquestras nacionais e estrangeiras, já dirigiu cerca de 300 concertos e participou nos Festivais de Música mais prestigiados do país. Foi designado programador da área da Música, da Capital Europeia da Cultura, Guimarães – 2012.




por : RTP
Tags : Televisão,Estreias

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-09-29 13:01:32

Ficção Histórica na RTP

Ficção Histórica na RTP
4 séries de ficção histórica produzidas pela RTP para a Comemoração do Centenário da República

Face às Comemorações do Centenário da Implantação da República, a Direcção de Programas da RTP1 desenvolveu com vários produtores externos um conjunto diversificado de projectos de ficção histórica, com acção centrada no início do Século XX e nos acontecimentos revolucionários de 1910.

Do trabalho efectuado, apresentamos aqui os quatro projectos que serão emitidos pela RTP através dos seus canais – RTP1, RTP Internacional, RTP África e RTP1 HD - a partir de Outubro, com diferentes conteúdos e estéticas sobre um acontecimento marcante na sociedade portuguesa.

O formato de cada um dos projectos é o de mini-série de 2 episódios, que está alinhado com o formato europeu da ficção histórica, permitindo uma dramaturgia de grande qualidade e com impacto junto dos telespectadores, funcionando como "evento cultural" na nossa grelha de programação.

Para que estes projectos se tornassem realidade, para além do esforço financeiro da RTP contámos com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, do Ministério da Cultura e da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.



"República"

Para emitir nos dias que marcam os cem anos da implantação da República, a "Produções Fictícias" desenvolveu um projecto com base numa ideia do realizador Jorge Paixão da Costa.

A história parte de uma protagonista feminina, puramente ficcional, que se cruza, dadas as suas relações sociais privilegiadas com os protagonistas da época, quer da política, quer da cultura ou da vida social. Começando nas semanas anteriores, a narrativa centra-se nos acontecimentos de 3, 4 e 5 de Outubro de 1910. Desde o rei D. Manuel II até José Relvas ou Machado dos Santos são muitos os protagonistas da história deste período que estarão presentes nesta série que tem acompanhamento científico e histórico do Prof. António Reis.

A produção caberá à "Ukbar Filmes" dirigida por Pandora da Cunha Telles que produziu o filme e a série do mesmo realizador "Mistério da Estrada de Sintra".


Sinopse

Lisboa, 1910.
Luísa, uma jovem burguesa de nascimento, tornada Marquesa por via do matrimónio, é uma mulher cuja inteligência, charme e sensibilidade pedem mais que o seu meio social e o marido Henrique, autoritário e monárquico convicto, alguma lhe concederão.
É no contexto de um país dividido entre os ventos de mudança Republicana e do Regicídio que conhece o jovem oficial Carlos da Palma, um homem apaixonado e apaixonante, progressista e pertencente a um grupo de pensadores com uma nova visão para Portugal.
É na sua companhia que Luísa descobrirá uma paixão tão inevitável como proibida, quer por este homem cativante como pelo movimento da Maçonaria, que planeia um golpe militar para instaurar a República no país e o afastamento da família real.
Envolvidos neste triângulo fatal, os protagonistas têm de assumir sentimentos e posições, quando no início de Outubro as forças militares fiéis aos revoltosos republicanos atacam o palácio real e as principais instituições do país.
Assumindo o seu desejo de mudança, Luísa junta-se a Carlos e aos revoltosos num cerco em plena Rotunda lisboeta, comandado por Machado dos Santos, onde violentos confrontos fazem feridos e vítimas de ambos os lados.
Magoado e humilhado pela deserção da mulher e pelo ataque ao monarca que tanto adora, Henrique junta-se às forças de Paiva Couceiro que defendem ainda a ferida Monarquia.
É no triunfo e na tragédia de uma revolução anunciada no fatídico 5 de Outubro, que Luísa incorporará as qualidades e os defeitos de Portugal, tendo de optar pela vida cómoda e abastada que sempre conheceu ou por um futuro incerto, onde os amores, as alianças e as próprias convicções serão postas à prova com uma única certeza: a sua vida e a de todo um país nunca mais serão as mesmas.

Ficha Técnica
Realizador – Jorge Paixão da Costa
Guião original de Rui Cardoso Martins, Nuno Duarte e Jorge Paixão da Costa
Produtores – Pandora da Cunha Telles e Pablo Iraola
Directora de Produção – Graciete Trindade
Director de Fotografia – Elemér Regalyi
Director de Som- Jaime Barros
Director de Arte – Artur Pinheiro
Figurinista – Silvia Grabowski
Montagem – João Braz


Casting
Luísa - Helena Costa
Carlos - Pedro Lamares
Henrique – Joaquim de Almeida
Renato - Cassiano Carneiro
D. Manuel II - Sisley Dias
José Relvas - Fernando Luìs
D. Amélia - Ana Nave
Isabel - Patrícia André
Machado Santos - Ian Velloza
Adelaide Cabete - Claudia Jardim
Carolina B. Ângelo - Inês Nogueira
Jovem Oficial - Carloto Cota
Marta - Filomena Cautela
Cândido dos Reis - João Lagarto
Paiva Couceiro - Filipe Vargas





"O Segredo de Miguel Zuzarte"

Mas nem todos deram vivas à República, houve quem quisesse esconder.
A produtora HOP desenvolveu o projecto a partir do romance de Mário Ventura "O Segredo de Miguel Zuzarte".

Numa aldeia perdida do Alentejo, onde o comboio é a única ligação com o mundo e com a política da capital, a vida corre vagarosa. A notícia da implantação da República é divulgada através do telégrafo, mas nesta vila alentejana o telegrafista é um monárquico convicto que esconde de todos a mensagem que recebeu. Durante dias o povo estranha a ausência do comboio e o telegrafista tudo faz para encobrir a notícia não divulgada. O comboio voltará à vila e o impacto do fim da monarquia não é o que se poderia imaginar.

Realização de Henrique Oliveira.


Sinopse

Alentejo, 4 de Outubro de 1910.
São Lourenço é uma pequena aldeia perdida no Baixo Alentejo. O único contacto que a população tem com o mundo exterior é através do comboio, que abastece diariamente a aldeia e através das notícias chegadas por telégrafo.
Miguel Zuzarte, um jovem monárquico convicto, e a sua mãe chegam de comboio à aldeia, vindos de Lisboa. Miguel vem substituir o seu tio, acabado de falecer, como telegrafista da aldeia.
No dia seguinte, Miguel entra pela 1ª vez no gabinete do telégrafo na estação de comboio e recebe um telegrama que o deixa em estado de choque. A República acaba de ser proclamada. O comboio também não aparece. Miguel, num acesso de raiva, desliga o telégrafo e toma uma decisão que vai mudar para sempre a sua vida: decide esconder a notícia da população.
Os dias que se seguem vão ser dramáticos. A população não consegue perceber que não cheguem nem notícias nem o comboio e o clima de animosidade contra Miguel Zuzarte vai subindo de tom até ficar insuportável…


Ficha Técnica

Realizador: Henrique Oliveira
1º Assistente de Realização: Raúl Correia
Directora de Produção: Cândida Vieira
Director de Fotografia: Miguel Sales Lopes
Direcção de Actores: António Cordeiro
Montagem: Pedro Ribeiro
Engenheiro de Som: Quintino Bastos
Chefe Decoradora: Fernanda Morais
Figurinista: Isabel Finkler
Maquilhagem: Ana Lorena
Cabeleireiro: Mário Leal
Guião: João Pupo, João Tordo, Pedro Lopes.
Baseado no romance de Mário Ventura
Produtor: Henrique Oliveira


Casting

Miguel Zuzarte - Ivo Canelas
Zulmira Zuzarte - Catarina Avelar
Padre Firmino - Luís Alberto
Professor Gonçalves - Carlos Gomes
Elisa Remédios - Ana Nave
Inocêncio - Rui Pisco
Mourão - José Neves
Ximenes - Dinarte Branco
Palma - José Pedro Ferraz
Nazário - António Cordeiro
Matilde Nazário - Cristina Cavalinhos
Praxedes - Rosa do Canto
Idalina - Maria D’Aires
Águeda - Carla Lopes
Brígida - Ângela Ribeiro
Perpétua - Juana Pereira Da Silva
Lobão - António Fonseca
Guilhermina - Teresa Faria
Pregoeiro - Figueira Cid
Agricultor - Augusto Portela
Janota - Afonso Melo
Republicano 1 - Adérito Lopes
Republicano 2 - Jorge Loureiro




"A noite do Fim do Mundo"

Para dar um retrato de Portugal nos meses que antecederam a República e com base no ensaio do historiador Joaquim Fernandes sobre a leitura da imprensa portuguesa de 1910 acerca do fenómeno da passagem do cometa Halley, foi desenvolvido um projecto onde acompanhamos a vida de um jornalista do Diário de Notícias. A passagem do cometa perturbou a sociedade portuguesa e tornou-se durante meses no grande acontecimento nacional. O protagonista acompanha e relata o fenómeno a partir da sua vivência em Lisboa, onde habita uma pensão (microcosmos social); das suas deambulações pela província; dos seus contactos com a Carbonária. Das suas incursões nos teatros e cafés da capital ficamos com um retrato de época de uma sociedade em efervescência que antecede a revolta uns meses depois.

Uma produção HOP, com realização de Henrique Oliveira.


Sinopse

Maio de 1910. Portugal está em sobressalto político pela eminente Implantação da República.
Cientistas e astrónomos de todo o Mundo anunciam que a Terra poderá colidir com a cauda do Cometa Halley na noite de 18 de Maio de 1910, noite essa a que muitos já chamam de “A Noite do Fim do Mundo”.
É este facto que leva David Pereira, o jovem correspondente do Diário de Notícias em Mirandela, a ser convidado para trabalhar na redacção do jornal em Lisboa, para aí elaborar artigos sobre os 15 dias que antecedem a fatídica e anunciada colisão.
Ao chegar à Capital, David apaixona-se por Leonor Castilho, uma cantora do teatro de revista, que mantém uma relação secreta com o Ministro do Reino.
Ao mesmo tempo, a Carbonária reúne secretamente e elabora um plano de atentado ao Ministro.
É neste contexto social e político que se vão desenvolver e cruzar as várias histórias desta série, tendo como pano de fundo a aproximação da República e de A NOITE DO FIM DO MUNDO.



Ficha Técnica

Realizador: Henrique Oliveira
1º Assistente de Realização: Raúl Correia
Directora de Produção: Cândida Vieira
Director de Fotografia: Miguel Sales Lopes
Direcção de Actores: António Cordeiro
Montagem: Pedro Ribeiro
Engenheiro de Som: Quintino Bastos
Chefe Decoradora: Fernanda Morais
Figurinista: Isabel Finkler
Maquilhagem: Ana Lorena
Cabeleireiro: Mário Leal
Guião: Rodrigo Freitas e Henrique Oliveira
Ideia Original: Joaquim Fernandes
Produtor: Henrique Oliveira


Casting

David Pereira - João Tempera
Miguel Costa - Luís Gaspar
Leonor Costa - Sofia Duarte Silva
Alfredo Miranda - José Boavida
D. Emília Vasconcelos - Maria João Abreu
Lurdinhas - Ana Guiomar
António Jorge - Pedro Saavedra
Padre Bentes - Mário Jacques
Capitão Sebastião Resende - Sinde Filipe
Ministro - Marques D’ Arede
Moliere - Roberto Candeias
Venerável - António Marques
Joaquim - António Vaz Mendes
Superintendente - Sérgio Silva
Porteiro - João Braz
Doroteia - Susana Lacerda
Glória - Rita Simões
Mulher de Alfredo - Carla Vasconcelos
Mulher 1 - Ana Murinello
Mulher - Maria Simões
Homem - Nuno Machado





"Noite Sangrenta"

Nos anos seguintes à implantação da República a agitação foi muita mas fica para a História a noite sangrenta…

A produtora David e Golias desenvolveu um projecto a realizar por Tiago Guedes e Frederico Serra, a partir de um guião original de Tiago Rodrigues centrado na viúva de Carlos da Maia, um dos heróis revolucionários do 5 de Outubro. Durante os dias da revolução, Carlos da Maia é o tenente revoltoso que de forma aventureira toma o maior navio de guerra estacionado no Tejo com apenas um punhado de homens. Em Outubro de 1921, Carlos da Maia é um dos assassinados juntamente com Machado dos Santos e outros heróis da República na conhecida "Noite Sangrenta". Os assassinos são presos, mas não confessam à ordem de quem estavam para cometer o crime. A partir daí, a viúva vai investigar, por conta própria, chegando a visitar na cadeia o operacional, o marinheiro Abel Olímpio apelidado “Dente de Ouro”.
É esta demanda de uma mulher na procura do assassino do marido que é o fio condutor da narrativa que acompanha as vidas de algumas das personagens históricas mais fascinantes que protagonizaram a Implantação da República.

Uma produção David e Golias, com a realização de Tiago Guedes e Frederico Serra.


Sinopse

A história de "NOITE SANGRENTA" reporta à noite de 19 de Outubro de 1921 – a noite sangrenta - e aos factos que daí advieram. A Primeira República foi um período de enorme convulsão e crise social: entre 1910 e 1926 houve oito Presidentes da República e 45 Governos!
Na sequência da deposição de mais um governo, uma milícia de marinheiros e guardas-republicanos percorre a noite de Lisboa, na depois designada "camioneta fantasma", prendendo e assassinando várias figuras politicas e militares, incluindo os heróis da revolução de 1910 Machado Santos e Carlos da Maia. O primeiro-ministro demissionário António Granjo é também assassinado.
Os soldados da milícia foram julgados e condenados em 1923. Nunca foram publicamente incriminados os mandatários dos crimes.
Berta da Maia, viúva de Carlos da Maia, decide investigar e confrontar Abel Olímpio, o marinheiro chefe da milícia entretanto preso na penitenciária de Coimbra. A existência de uma lista de nomes na posse de Abel Olímpio na "Noite Sangrenta" é uma pista que poderá conduzi-la à revelação dos mandantes do massacre que chocou Portugal. A ambição de Berta da Maia é reabrir o processo.
Esta série relata em paralelo os acontecimentos da “Noite Sangrenta” e os passos da demanda de Berta da Maia ao longo dos anos.
A "Noite Sangrenta" é dominada pela figura de Abel Olímpio e decorre entre o assassino do ex-Primeiro-Ministro António Granjo, no Arsenal da Marinha, até à morte heróica de Carlos da Maia no mesmo local. Acompanhamos a "camioneta fantasma" na noite lisboeta, de rua em rua e de casa em casa à procura dos homens a abater. Machado dos Santos é fuzilado no Largo do Intendente por um pelotão improvisado.
Berta da Maia, obcecada pelo mistério, recusa o papel de vítima e o preconceito social e, reclamando em memória do marido as liberdades e os ideais republicanos, investiga por conta própria. Logra obter uma confissão de Abel Olímpio, ganhando-lhe a confiança em sucessivas visitas à penitenciária de Coimbra e revelando uma personalidade combativa na sua demanda da verdade.
Porém o processo nunca foi reaberto. As provas trazidas à luz por Berta da Maia nunca passaram o crivo das instituições públicas. Berta decide escrever um livro para memória futura. "As minhas entrevistas com Abel Olímpio, o Dente d’Oiro" é publicado na véspera do golpe que dá origem ao Estado Novo em 1926.




Ficha Técnica

Realização: Tiago Guedes e Frederico Serra
Assistente de realização: Cesário Monteiro
Director fotografia: João Lança Morais
Director som: Pedro Melo
Direcção de arte: Isabel Branco
Maquilhagem e cabelos: Sano de Perpessac
Produtor: Fernando Vendrell e Luís Alvarães
Direcção de produção: Diana Coelho


Casting

Berta da Maia - Isabel Abreu
Abel Olímpio - Gonçalo Waddington
José Carlos Maia - Ricardo Aibéo
Heitor - Nuno Lopes
Óscar Carmona - Miguel Guilherme
Machado dos Santos - Diogo Infante
Rogério - Francisco Nascimento
Luiz Ribeiro - Miguel Borges
Virgílio Mota - Álvaro Correia
Fernando Maia - Tiago Rodrigues
Padre Lima - António Durães
Lucinda - Catarina Lacerda
Botelho Vasconcelos - Jorge Mota
Criada velha - Fernanda Montemor




por : RTP
Tags : Estreias,Novas Séries,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-09-28 17:31:00

DESAFIO VERDE

DESAFIO VERDE
Estreia sábado, dia 02 de Outubro às 21h00 na RTP2


DESAFIO VERDE
é um programa inovador e educativo que demonstra como é possível ser amigo do ambiente sem ser extremista. Desde as minhocas da quinta, às caleiras para aproveitamento da água da chuva, desde a energia solar até às “bombas de calor”, a equipa do DESAFIO VERDE entra na casa dos consumidores à procura de “atentados” ecológicos, transforma-as num paraíso limpo e “verdejante”. Durante todo este processo, o maior de todos os desafios é, logicamente, educar as famílias e espectadores.

DESAFIO VERDE
é baseado num formato internacional que tem obtido grande sucesso em vários países. Através da análise dos hábitos quotidianos de famílias concretas, o programa mostra como poupar dinheiro melhorando as condições de sustentabilidade do planeta!

Conduzido por Cláudia Semedo, o programa tem agora uma 3ª série, de novo com 45 minutos de duração e será exibido a partir do dia 2 de Outubro às 21h00 na RTP2. Além da edição semanal conta também com emissões diárias antes do Jornal2, de 2ª a 6ª feira.

Todas as semanas, Cláudia Semedo e uma equipa do DESAFIO VERDE visitam uma família diferente e fazem a auditoria do lixo e da energia que consomem com a ajuda de uma “calculadora ecológica” criada para o programa. Descobre-se assim a “impressão digital ecológica”. A família analisada é, depois, confrontada com a terrível verdade acerca do seu impacto a longo prazo no planeta.

A apresentadora do DESAFIO VERDE e um especialista em ambiente vão colocar todos os elementos da família numa “dieta verde” que os fará mudar de atitude. Depois de acompanharmos a família durante um período de tempo, a apresentadora regressa para reavaliar o impacto ambiental da casa e entrega-lhes as poupanças obtidas pelo bom comportamento.

DESAFIO VERDE
é um programa que só faz sentido na RTP2, o canal da “televisão verde”, a estação que maior atenção dedica à sustentabilidade social e do ambiente.

Uma produção Videomedia para a RTP2 com o patrocínio da Fundação EDP.


por : RTP
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(1)
2010-09-28 17:08:20

FALAESCREVEACERTAGANHA

FALAESCREVEACERTAGANHA
Estreia dia 4 de Outubro na RTP2


O concurso juvenil FALAESCREVEACERTAGANHA vai ter agora uma 2ª edição e estreia a 4 de Outubro nos 3 canais da RTP, sempre de 2ª a 6ª feira. Na RTP2 conta com duas edições diárias, às 12h00 e às 17h00. Na RTPInternacional será às 6h30 de 2ª a 6ª feira (com repetição às 9h00), (RTPInternacional América às 15h00) e na RTPÁfrica será às 17h00.

O FALAESCREVEACERTAGANHA é um concurso sobre a língua Portuguesa, um concurso de palavras, de leitura, do prazer de ouvir e falar em português.

Para estudantes do 5º e 6º anos, de escolas públicas e privadas que gostem de ter respostas na ponta da língua. Todos os dias, duas equipas de concorrentes vão responder a perguntas sobre gramática e ortografia, vão escrever textos, soletrar palavras, corrigir erros, ler e interpretar. A brincar também se aprende.

Apresentado por Pedro Castro, o mais maçador, irritante e antipático apresentador que alguma vez apareceu a preto e branco no tempo da televisão a cores.

Produção: RTP
Apresentação: Pedro Castro

O FALAESCREVEACERTAGANHA mantém o site para acompanhamento do concurso www.rtp.pt/falaescreveacertaganha, que inclui uma descrição do concurso com todas as indicações formais, sinopse, apresentador, ficha técnica e horários de emissão.
Para além destes aspectos, o público jovem que acompanha o programa poderá visionar no site todos os programas que são emitidos na televisão (em vídeo on demand) após a sua emissão na TV e jogar um quiz que é uma adaptação do concurso televisivo para a internet. Todos os dias, após a emissão de um novo programa na televisão, será disponibilizado um novo episódio do jogo na internet.
No jogo de internet falaescreveacertaganha, os participantes podem testar os seus conhecimentos à semelhança do que se passa no concurso de televisão.
Existirá ainda uma área de cyberperguntas onde tentaremos dar resposta a dúvidas, colocadas pelos nossos visitantes, sobre a temática do programa. Este site irá crescer à medida que o programa vai sendo emitido e todos os dias se podem encontrar novos e interessantes conteúdos.


por : RTP
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-09-28 16:14:52

As Memórias da República

As Memórias da República

"As Memórias da República" é uma série documental de 60 episódios, com duração entre três a cinco minutos, sobre eventos e pessoas do período da I República.

O quotidiano dos anos de 1910 a 1926 é retratado através do recurso exclusivo a fontes da época (filmes, fotografias, postais, imprensa, etc.).



"As Memórias da República" conta com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República e a colaboração benévola de diversas entidades e empresas, públicas e privadas, além do contributo de particulares.

Produção e realização da produtora Até ao Fim do Mundo com edição do jornalista João Carlos Barradas.

A consultoria científica é da responsabilidade dos historiadores António Ventura, Luís Farinha e Maria Alice Samara.

A concretização deste projecto só foi possível com o apoio da Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema.

Lista dos Episódios:
Bandeira
O Sufrágio
Regicídio
José Relvas
Benoliel
05 de Outubro
Demografia
Automóvel
Sidónio Pais
A Gripe
José Malhoa
Sacadura Cabral
Capuz
São João
Fim República
Afonso Costa
Vagão
Noite Sangrenta
Maçonaria
Amadeo
João Chagas
Guerra Religiosa
Manuel de Arriaga
Hino
Um Chá nas Nuvens
Submarinos
Busto
Incursões
Travessia Aérea
Arnaldo Garcez
Revolta Maio 1915
Fátima
Presidentes
Bombas
Ensino
António Maria
O Soldado Desconhecido
Bernardino Machado
Chinesas
Machado Santos
António José
Minas
Vinho do Porto
Jesuítas
Teófilo Braga


por : RTP
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-09-17 17:25:41

RTP2 - OS DOCUMENTÁRIOS DA REPÚBLICA

RTP2 - OS DOCUMENTÁRIOS DA REPÚBLICA
Comemorações do Centenário da República na RTP2



Às comemorações do Centenário da República a RTP2 acrescenta aquilo que lhe é próprio: um vasto número de documentários sobre os factos, os protagonistas, os avanços e os impasses que antecederam, marcaram e sobreviveram à I República. Filmes para estrear em televisão, mas com a ambição de ganharem vida própria nos mais diversos circuitos de exibição e visionamento. A RTP2 honra, assim, a sua tradição de ser a estação dos documentários e propõe, graças ao contributo de dezenas de especialistas, uma visão sistemática e interrogativa sobre as origens próximas do 5 de Outubro e o legado republicano que marcou todo o século XX até aos nossos dias.




NÓS, OS REPUBLICANOS
 De 27 de Setembro a 1 de Outubro, às 21h20

O que faz de nós republicanos? É a esta pergunta que toda a série, no conjunto dos seus cinco episódios, procura dar resposta. Todos sabemos que vivemos numa República, mas que significa isso além de trocar um Rei por um Presidente e de ser o povo a escolher os seus líderes e não uma simples sucessão dinástica a decidi-lo? Cada episódio elege uma área de acção fundamental – Política, Trabalho, Religião, Saúde e Educação – e parte dos nossos dias para uma viagem no tempo. Identifica os elementos-chave do quotidiano nacional contemporâneo e mergulha 100 anos no passado em busca da sua origem. Todos celebramos a implantação da República, mas o que significa isso, além do seu interesse arqueológico? Todos sabemos que a I República foi um período tumultuoso, perpassado por contradições e fracassos, mas saberemos das suas vitórias? Seremos capazes de compreender que muito daquilo que hoje temos por adquirido resultou, na verdade, de difíceis conquistas revolucionárias dos homens e mulheres que fizeram a História de Portugal entre 1910 e 1926? A República não é um acontecimento de 5 de Outubro de 1910, é uma longa sequência no código genético do Portugal contemporâneo. Vamos descobrir como e porquê, numa série documental rigorosa, sintética e directa ao assunto, que cruza o ambiente contemporâneo com o recurso ao material de arquivo mais preciso e revelador, guiada pelos esclarecimentos dos melhores especialistas.


1º Episódio - Política
27 de Setembro às 21h20

A política, coração da transformação operada a 5 de Outubro, é a porta de entrada obrigatória de “Nós, Republicanos”. Os pontos cardeais do primeiro episódio são: a Constituição, os processos eleitorais, os direitos das mulheres e os símbolos nacionais. Muito poucos de nós terão lido a actual Constituição Portuguesa, mas todos conhecem, de modo quase instintivo, dezenas de direitos e deveres fundamentais assegurados dentro das fronteiras nacionais. Saberão os portugueses que uma parte significativa da Lei Fundamental que regula o funcionamento diário do País nasceu na Constituição de 1911? Descubramo-lo. Migremos no tempo e vejamos como nasceu e foi promulgada a 21 de Agosto de 1911 a primeira Constituição da República Portuguesa, identifiquemos os seus pontos de contacto com a actual e os prenúncios de muitos outros só mais tarde plenamente consumados. Quando votamos hoje em dia – ainda em 2009 pudemos escolher os deputados que nos representam na Europa, o Governo de Portugal e as equipas que lideram cada câmara municipal do País – ou mesmo quando nos decidimos abster, ou votar nulo, optar voluntariamente por não ter voz em matérias tão importantes, sabemos que esse direito de escolha nos é entregue, gratuita e naturalmente, pelo simples facto de, algures, termos completado 18 anos de vida. Foi sempre assim? Não. Desde quando é que não é assim? Desde a I República.
Aterremos suavemente nos primeiros meses de fulgor revolucionário: a 20 de Maio de 1911, é eleita a Assembleia Nacional Constituinte por sufrágio directo e universal. O processo conhecerá avanços e recuos, chegando a ser vedado, por exemplo, aos analfabetos, mas será, inegavelmente, uma conquista da I República. Seria legítimo dizer, hoje, a uma mulher que não poderia votar? Evidentemente que não. Mas esta hipótese tinha cabimento tranquilo no senso comum de há 100 anos. Contemos aos homens e mulheres de hoje a história de Carolina Ângelo, em 1912. A primeira mulher a votar serviu-se de uma ambiguidade legal mais tarde corrigida, mas desencadeou um movimento desafiador que atravessaria o século, até atingir a sua plena consumação na Democracia.
Por fim, vejamos hoje as bandeiras nacionais nas janelas de todo o País. Os mastros diante dos edifícios oficiais, os pavilhões dos navios, as cores nacionais em material turístico, a Selecção Nacional de futebol, vestida de vermelho e verde, cantando o hino no início de um jogo e celebrando, no final, a vitória, num estádio que transborda de tons e gritos que traduzem, talvez melhor que qualquer outra coisa, o que quer que seja o espírito nacional. E embarquemos, depois, na viagem final do primeiro episódio: onde, quando, como, por quem e por que nasceram o Hino Nacional e a Bandeira. A batalha que dividiu e uniu Portugal até encontrar os seus símbolos matriciais, até à sua oficialização a 8 de Julho de 1911.


2º Episódio - Trabalho
28 de Setembro às 21h20

Se hoje nos chocam imagens de crianças a trabalhar nas partes mais longínquas do globo. Se podemos encher a Avenida da Liberdade de manifestantes em greve aos seus trabalhos, lutando pelos valores que consideram justos. Se os operários se organizam livremente em sindicatos. Se, hoje, os jovens são protegidos pela sociedade para que tenham tempo para estudar, formar-se, desenvolver as suas capacidades sociais, artísticas e desportivas. Se, hoje, regressamos a casa após oito horas de trabalho diário e eventuais horas extraordinárias tenham de ser conformemente remuneradas. Se, em 2010, há um Código do Trabalho, direitos e deveres bem estabelecidos e toda uma forma de vida e uma ética daí decorrentes, é porque as suas sementes foram plantadas muitos anos atrás. Depois de sobrevoarmos estas realidades quotidianas contemporâneas, mergulhamos no mundo do trabalho dos primeiros anos da República.
Numa das primeiras e mais emblemáticas decisões republicanas, somente três semanas volvidas sobre a Revolução, é determinada a proibição do emprego de menores de 16 anos como operários junto a máquinas contínuas de fabrico de papel e de moldar telhas e ladrilhos, calandras e afins. Mês e meio depois, é regulado o direito à greve. No ano seguinte, é organizado o crédito agrícola e promulgado o regulamento do trabalho indígena nas colónias portuguesas. Em 1912, é lançada a primeira pedra da sede da Voz do Operário e, dois anos mais tarde, é criada a União Operária Nacional. Em 1919, é instituída a jornada das oito horas de trabalho para o operariado e empregados de comércio. E, já em 1924, a dois anos do fim da I República, o Governo reconhece a Confederação Geral do Trabalho como legítima representante dos direitos dos trabalhadores.


3º Episódio - Religião
29 de Setembro às 21h20

Para que hoje todos possam ter o seu credo, o Estado teve primeiro de se libertar do seu. A liberdade religiosa em Portugal começou de modo violento e não isento de injustiças e crueldades, mas foi a I República quem fez a primeira laicização do Estado português. E porque o casamento pela Igreja perdeu a autoridade que tinha e que se confundia com a Lei, foi possível aprovar a Lei do Divórcio. E porque, além do clero, era preciso despir também a nobreza dos antigos privilégios que distinguiam os seus membros dos comuns mortais, pôs-se fim aos títulos nobiliárquicos. A cápsula do tempo volta a fazer a sua viagem de 100 anos em direcção ao passado. Algumas das leis mais emblemáticas para a liberdade e igualdade dos cidadãos foram acções prioritárias da República. Três dias depois da revolução do 5 de Outubro, começa a expulsão das ordens religiosas. Uma semana depois, são abolidos os títulos nobiliárquicos, distinções honoríficas, direitos de nobreza e antigas ordens nobiliárquicas. A 3 de Novembro, é promulgada a Lei do Divórcio e, a 20 de Abril de 1911, a Lei da Separação do Estado das Igrejas.
A Religião e o modo como a I República com ela lidou é um dos mais delicados temas da época que, agora, se celebra. Por isso, o terceiro episódio de “Nós, Republicanos” dará especial atenção aos detalhes dos acontecimentos e às diferentes sensibilidades e interesses em jogo. Especialistas de diversos quadrantes dissecarão a propaganda republicana acerca desta matéria, os princípios do liberalismo político e do positivismo filosófico, os diferentes entendimentos dentro do próprio movimento republicano acerca do assunto Religião, o anticlericalismo puro e simples e a agenda maçónica, entre outros.
A expulsão dos Jesuítas, o encerramento dos conventos, a prisão de padres e o corte de relações do Vaticano com o Estado Português. Que erros se cometeram que deveriam ter sido evitados e em que medida os fins justificaram ou não os meios?


4º Episódio - Educação
30 de Setembro às 21h20

Os eixos do quarto documentário são a escolaridade universal, a criação de universidades e o ensino no feminino.
Em constantes viagens entre 1910 e 2010, é analisado o progresso de um programa que teve especial atenção da I República, desde o primeiro Governo Provisório.
Num primeiro momento, a educação foi retirada do controlo religioso. Num segundo, enfrentou-se uma taxa de analfabetismo de 75% da população, uma das mais elevadas da Europa. E, num terceiro andamento, procurou-se, de modo decisivo, abrir o ensino superior a uma muito maior faixa populacional, bem como direccionar o ensino para vocações mais específicas.
Até à implantação da República, Coimbra era a única universidade do País. As Universidades de Porto e Lisboa, o Instituto Superior Técnico e a autonomia de cada escola foram obras de António José de Almeida, à época responsável pelo pelouro de instrução do Governo. A Universidade Popular é criada mais tarde, em 1919, em Campo de Ourique. Nascem também a Escola Aeronáutica Militar, a Escola de Aviação, a Associação Portuguesa para o Progresso das Ciências e reorganiza-se o Ensino Industrial. Inauguram-se alguns importantes museus como o de Arte Contemporânea e o de Mafra e, em 1920, é aberto um crédito especial para o pagamento de despesas com a instrução.
No Portugal Ultramarino, começa, finalmente, a trabalhar-se no ensino dos cidadãos das colónias, no cumprimento de uma cidadania portuguesa de pleno direito.


5º Episódio - Saúde
1 de Outubro às 21h20

O Serviço Nacional de Saúde só foi criado depois da revolução de 25 de Abril de 1974, mas o sonho de garantir cuidados de saúde universais, independentemente do estatuto social, começou muito antes. De cada vez que somos atendidos na Urgência de um Hospital, que somos tratados num Centro de Saúde, que recorremos à Segurança Social porque uma incapacidade nos obriga a um período de baixa no trabalho, ou que exigimos vacinações gratuitas e transversais para novas formas epidémicas, temos dificuldade em imaginar um Portugal onde a saúde era um privilégio exclusivo de quem a podia pagar. A I República viveu, desse ponto de vista, anos dramáticos.
No quinto episódio de “Nós, Os Republicamos” fazemos o contraste entre a vivência dos cuidados de saúde do Século XXI e os da segunda década do Século XX português, quando a instabilidade política e social, a Primeira Grande Guerra, o tifo e a gripe espanhola semearam o caos e a depressão ao longo do território nacional. Como lutou o País contra eles e que lições daí tirámos e trouxemos até ao presente.
Entre outros momentos determinantes, visitamos a criação da Direcção-Geral de Saúde a 9 de Fevereiro de 1911; a decisiva lei que estabeleceu o direito de protecção, assistência clínica, medicamentos e indemnizações para operários e empregados, vítimas de acidentes no trabalho, de 1913, e a criação do Instituto de Seguros sociais Obrigatórios e de Previdência Geral, em 1919.
Onde estávamos há 100 anos e onde estamos hoje. Onde estaremos daqui a 100 anos? Não sabemos. Ninguém sabe. Mas será fascinante descobrir.

Produção:Companhia de Ideias
Realização: João Osório





A REPÚBLICA
Estreia dia 4 e 5 de Outubro às 22h40

A revolução de 4 e 5 de Outubro de 1910 pôs termo a uma monarquia com oito séculos de História e deu início a um novo e polémico regime. Mas quantos de nós saberão ao certo o que aconteceu nesses dois dias que mudaram Portugal? A 4 e 5 de Outubro de 2010, não perca um docudrama duplo que reconstitui, a par e passo, a vertiginosa sequência de acontecimentos que conduziu à implantação da República. Os antecedentes da revolução, os imprevistos de última hora, os combates nas ruas de Lisboa e a fuga do Rei, num barco de pescadores. Conheça os heróis, as vítimas, os acasos e a surpreendente resolução de um episódio crucial da nossa História. A recriação dos momentos determinantes, a opinião dos especialistas e a documentação da época, incluindo o depoimentos de alguém que esteve presente no coração da revolta. A REPÚBLICA – a 4 e 5 de Outubro.





1º Episódio - "4 de Outubro - O último dia do Rei"
4 de Outubro às 22h40

Nas Necessidades, D. Manuel II joga bridge com alguns oficiais. Subitamente, ouve-se um disparo de canhão. O jogo pára. O Rei e os oficiais entreolham-se. Segue-se novo disparo, mais próximo. E outro, ainda mais próximo. As vidraças estremecem. D. Manuel corre para o telefone, mas as linhas foram cortadas. Os disparos continuam, cada vez mais violentos. Chega uma mensagem do Presidente do Conselho: é urgente que o Rei fuja para Mafra ou Sintra. A revolução está a começar. Como chegámos aqui? Como acaba um rei encurralado no seu palácio? O narrador leva-nos em busca das respostas. O dia 4 de Outubro ainda amanhecia. D. Manuel II passara a noite em claro, alertado para a revolta iminente. Desde o Verão que correm rumores de que um golpe pode suceder a qualquer momento e, agora, alguns acontecimentos sugerem que a hora possa estar mais perto que nunca. As tropas estão de prevenção, mas ninguém sabe bem de onde virá o primeiro ataque. Há muito que o movimento republicano alimentava a instabilidade política. Especialistas enquadram-nos nos antecedentes: o nascimento do Partido Republicano em 1876, as comemorações dos 300 anos da morte de Camões, as reacções ao Ultimatum Inglês e o assassinato de D. Carlos e do príncipe Luís Filipe. Quando Teófilo Braga determina as linhas-mestras do movimento, diluem-se, por agora, as divisões internas. A revolta está pronta a avançar. A partir daqui, regressamos ao 4 de Outubro de 1910. Acompanhamos passo a passo, factos, figuras, momentos e lugares-chave do golpe. A narração, comprometida com o drama e os jogos de suspense, é atravessada por depoimentos que dissecam o relato e recriações da tensão e das contradições dos bastidores da revolução.


2º episódio - "5 de Outubro – O súbito desenlace"
5 de Outubro às 22h40

No Rossio, as tropas monárquicas discutem. Para onde avançar e que fazer, quando uns são simpatizantes da república e outros temem cair em desgraça, se combaterem pela Coroa e a república sair vitoriosa? Entre os republicanos, a notícia do suicídio de Cândido dos Reis tem sabor a um terrível prenúncio. No Avenida Palace, um homem conversa com estrangeiros: diz que chegou anteontem e é o novo representante alemão em Lisboa. Que importância tem este homem? E que vai suceder, afinal, na Avenida da Liberdade, entre as tropas monárquicas aquarteladas no Rossio e as republicanas na Rotunda? Os especialistas fazem o ponto da situação na madrugada de 5 de Outubro. Os altos e baixos da moral de um lado e outro, as informações contraditórias que circulam, o sentimento geral da população. Em Mafra, o Rei estuda uma forma de fugir para o Porto. Mas a escolta é precária e ninguém sabe, ao certo, que caminhos podem estar controlados pelos revolucionários. Paiva Couceiro e a bateria móvel de Queluz encontram-se no Tourel. É daí que observam o impasse na Avenida. Quando, subitamente, os republicanos abrem fogo sobre o Rossio, revelam a sua posição. Paiva Couceiro avança, então, sobre a Rotunda. Mas, quando aquela batalha pode estar prestes a resolver-se, chega uma ordem inesperada: armistício de uma hora. Quem são os homens-chave destas movimentações? A narração e os depoimentos de historiadores guiam-nos pelas vidas de Cândido dos Reis e seu temperamento dado a entusiasmos e depressões; Paiva Couceiro, herói militar de outros combates; Machado dos Santos, o homem que não desertou do comando revolucionário; Miguel Bombarda, o médico republicano assassinado a tiro. Teófilo Braga, José Relvas e Afonso Costa. E mais: o que estava a falhar de um lado e doutro e porquê? Quem abandonou o combate e quem estava a fazer jogo duplo?

Recriação – Documentário A REPUBLICA
Personagens - ACTORES:
Diplomata ALEMÃO (Ronaldo Bonacchi)
BARMAN (Rui Gorda)
Machado Santos (Hugo Sequeira)
José Relvas (Joaquim Guerreiro)
Eusébio Leão (Nuno Machado)
Afonso Costa (Carlos António)
Inocêncio Camacho (António Mendes)
Cândido dos Reis (João José Castro)
Rei D. Manuel lI – (Filipe Carvalho)
Amigo Rei-Raul Menezes – (António Machado)
Oficial da Guarda-ACS – (Luís Barros)
Marquês do Lavradio – (Rui Santos)
Rainha D. Amélia (Paula Garcia)
Criado do Rei (Carlos Augusto Nogueira)

Produção: Companhia de Ideias
Realização: João Osório








MAÇONARIA: A CONSPIRAÇÃO DA REPÚBLICA

A implantação da República está repleta de mistérios. Como foi possível organizar um golpe coordenado entre Partido Republicano, militares e civis armados? Como se explica a ténue resistência oferecida pelas tropas leais ao Rei? Como foi possível que uma monarquia de oito séculos caísse após dia e meio de combates de baixa intensidade? Em Outubro de 2010, um documentário único revela a verdade por detrás dos factos perdidos no tempo. Desvende as conspirações, as alianças e as irmandades secretas que conduziram ao sucesso da revolução. A República em que vivemos está ainda hoje perpassada por símbolos que nos permitem decifrar o código genético de um segredo com cem anos. Descubra a verdade neste documentário intitulado MAÇONARIA: A CONSPIRAÇÃO DA REPÚBLICA.

Produção: Companhia de Ideias
Realização: João Osório





OS PRESIDENTES

Série documental de 5 episódios sobre todos os Presidentes da República.

Faz agora 100 anos, Portugal deixou de ser uma Monarquia e passou a ser uma República. Desde então, o mais alto cargo da Nação Portuguesa passou a ter como representante, não o herdeiro, mas o Eleito do Povo.
São esses Eleitos que vamos conhecer ao longo desta série.
Das suas vidas políticas muito se sabe, mas na verdade quem foram estes homens que ao longo dos tempos personificaram os valores da República?
“Explorar” o seu lado mais humano, porque ele não deve ser dissociável do modo como desempenharam o seu cargo, e das decisões que tomaram, é o que retrata esta série documental.
Comum a todos eles: Não ter nascido para ser Presidente. São todos cidadãos comuns, até um dia…

A série estará organizada em cinco episódios de cinquenta minutos cada:

1º episódio - Manuel de Arriaga, Teófilo Braga e Bernardino Machado

2º episódio - Sidónio Pais, João Canto e Castro, António José de Almeida e Manuel Teixeira Gomes

3º episódio - Mendes Cabeçadas, Gomes da Costa, Óscar Carmona, Craveiro Lopes e Américo Tomaz

4º episódio - António de Spínola e Costa Gomes

5º episódio - António Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio e Aníbal Cavaco Silva

Esta série, da autoria de Alexandrina Pereira e Rui Pinto de Almeida, resulta de uma parceria entre a RTP2 e o Museu da Presidência da República.


Produção: BraveAnt
Realização: Rui Pinto de Almeida



por : RTP
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
2010-09-15 17:47:10

QUASE TUDO SOBRE OS PROGRAMAS INFANTIS DA RTP2 Outono 2010

QUASE TUDO SOBRE OS PROGRAMAS INFANTIS DA RTP2Outono 2010
Zig Zag VIVA A DIFERENÇA!


Em tempo de regresso à escola o Zig-Zag estreia produção nacional muito diversificada. Porque os meninos são todos diferentes uns dos outros. Ser diferente é normal, por isso na RTP haverá muitos estilos estéticos, heróis que defendem pontos de vista diversos, mensagens diferentes umas das outras. Tudo unido por um fio comum: o respeito pelos seres humanos e pelas suas características individuais.

No último trimestre de 2010, a programação infantil da RTP2 vai mostrar muita produção nacional ao nosso público mais exigente. Da imagem real à animação, dos contos tradicionais às histórias escritas expressamente para o Zig-Zag por autores portugueses que ganharam relevo público nos últimos anos. Uma enorme diversidade de formas, modos e personagens. É um presente de Natal antecipado!





HISTÓRIAS AOS QUADRINHOS

Histórias aos Quadrinhos - 13 quadros, 13 escritores, 12 contadores, 1 directora de actores, 1 realizadora, um gráfico do virtual e um produtor deram uma série de 13 episódios de 7 minutos onde as maravilhas da tecnologia se misturaram com as da imaginação!

1. PRAIA DAS MAÇÃS - Quadro de José Malhoa

Texto de Isabel Zambujal
Actriz: Daniela Oniz

2. A ALDEIA DAS COISAS TORTAS - Quadro de Joana Rosa
Texto de Ana Zannati
Actriz: Sílvia Filipe

3. A ILHA QUE FEZ TREMER RUBEN TERRAMOTO - Quadro de Mário Eloy

Texto de Raquel Ochoa
Actor: Jonas Lopes

4. OS BAGOS DA SILVA - Quadro de Maluda
Texto de Ricardo Adolfo
Actriz: Joana Campelo

5. JUNTOS - Quadro de Eva Armisen
Texto de Inês Pupo e Gonçalo Pratas
Actor: Sérgio Praia

6. A HISTÓRIA DE MARGARIDA - Quadro de Gabriel Garcia
Texto de Isabel Barreno
Actor: Bruno Huca

7. COMÉDIA ITALIANA - Quadro de Columbano
Texto de João Pedro Mésseder
Actor: Cheila Lima

8. 7 DE JUNHO DE 1944 - Quadro de Fernando Lanhas

Texto de Maria do Rosário Pedreira
Actor: Luís Gaspar

9. O ELEFANTE BEM PINTADO – Quadro de Gracinda Candeias
Texto de Valter Hugo Mãe
Actor: Rita Cruz

10. O ELEFANTE SEM MEDO - Quadro de Gracinda Candeias
Texto de Maria Silva
Actor: José Lobo

11. A VERDADEIRA HISTÓRIA DE AVIV - Quadro de Paula Rego

Texto de Eugénio Roda
Actriz: Inês Nogueira

12. ERA UMA VEZ - Quadro de Marques Oliveira
Texto de Gonçalo M. Tavares
Actor: Sérgio Praia

13. MUNDO-FLOR - Quadro de Clara Martins

Texto de Pedro Cavaleiro Ferreira
Actriz: Catarina Guerreiro

Direcção de actores: Ana Zanatti
Direcção Gráfica: Luís Gabriel Correia Marques
Música de Fernando Mota
Produção: Filipe Messeder e Nuno Figueira
Realização: Lígia Ribeiro

Estreia dia 8 de Novembro às 8h35



EMA & GUI


Ema é uma menina de trapos, Gui é um urso. Os dois vivem aventuras próprias das meninas e dos meninos dos 2 aos 4 anos. Foi feita em Portugal, mas também vai ser exibida em Espanha. Sardinha em Lata foi a entidade produtora, a TV3 da Catalunha e a RTP as entidades que emitem.

Produção: Sardinha em Lata em co-produção com TV3 e RTP
Realização: Nuno Beato

Ema & Gui é uma série de 52 episódios de 7 Min e estreia dia 20 de Setembro às 8h00


BANDA ZIG-ZAG


O Zig-Zag já existe há muito tempo, a banda do Zig-Zag também, mas só agora é que conseguiram ter telediscos. Produzido pela empresa MOLA, com música e letras de Serafim Borges, a banda Zig-Zag dá dicas para se viver melhor.

10 telediscos de 1.30 Min.


 
Por vezes os contribuintes têm a sensação de que os subsídios para o audiovisual não servem para nada porque ninguém vê o resultado final. Na RTP2 temos tido uma grande preocupação de mostrar os trabalhos feitos através dos concursos do ICA. No mês de Dezembro vamos exibir as séries e as curtas-metragens infantis feitas pelos produtores independentes que foram contemplados com subsídios.



HISTÓRIAS A PASSO DE CÁGADO

A nossa doce tartaruga é na realidade uma simpática e gentil criatura que anda pela vida dos humanos, mas longe, muito longe da nossa vida vertiginosa.

Onde a vida é muito difícil, ela chega sempre com um sorriso e consegue tirar o melhor partido das situações, antes que acabe cada um dos 30 segundos.

65 pequenos filmes cheios de humor e sem diálogos.

Histórias a Passo de Cágado é uma série do realizador Artur Correia e produção de Animegas

Estreia dia 1 de Dezembro e é emitida 3 vezes por dia nos espaços Zig-Zag.


TEDDY & AMÉLIA

Era uma vez um Urso chamado Teddy que vivia no Pólo Norte com a família Natal. Era uma vez uma menina chamada Amélia que todos os anos pedia um urso ao Pai Natal mas nunca o recebia. Mas enquanto há Natal há esperança e um dia a Amélia conseguiu o seu presente.
Uma curta-metragem de Natal de 10 Min., de imagem real e com emissão de estreia marcada para o dia 24 de Dezembro às 12h00

Realização – Paulo Albergaria
Produção Paulo Sousa




VAMOS CONTAR HISTÓRIAS

Vamos Contar Histórias é uma série de animação para crianças contada por crianças. Com base em contos tradicionais de Jacob e Wilhelm Grimm, de Hans Christian Andersen, de Peter C. Asbjornsen e Jorgen E. Moe, e de Emile Henry Carnoy, o realizador construiu treze episódios sobre os quais três crianças, a Inês, a Marta e o Xavier, construíram os seus improvisos. As histórias não estão contadas à maneira formal dos adultos, como é corrente fazer-se nos Contos Tradicionais, mas sim de uma maneira mais em família à maneira das crianças. Tira-se assim partido da natural empatia que as crianças-narradoras irão gerar nas crianças-espectadoras. A técnica de Animação utilizada imita o acto de desenhar e pintar das crianças. Faz apelo ao prazer que as crianças têm em riscar e sarapintar. Primeiro desenvolve-se o traço dos personagens, depois pinta-se o interior dos personagens, depois pinta-se o fundo.
13 episódios de 5 Min com estreia marcada para o dia 1 de Dezembro às 8h00

Produção: Mega T
Realização: António Campelo



TIC-TAC TALES

Tic Tac Tales é uma série inteiramente portuguesa que optou por este nome inglês para se atrever no mercado internacional. São histórias com tudo o que todos os meninos gostam: policias, ladrões, fadas, heróis, bruxas, cientistas endoidecidos… com cores atraentes e finais felizes.
26 episódios de 7 min. com estreia marcada para Novembro no Zig-Zag da manhã e repetição no Zig-Zag da tarde.

Produção: BigMoonstudios
Realização: Paulo Gomes



REPÚBLICA DAS PERGUNTAS


"República das Perguntas" é a série que a RTP2 desenhou para celebrar o centenário da República junto do seu público infantil (entre os 8 e os 10 anos). Através da ficção, meninos e meninas de carne e osso e dessa mesma faixa etária vão mostrar como era ser criança no tempo em que a República dava os seus primeiros passos em Portugal. Vão, sobretudo, viver situações que respondem às perguntas sobre como naquele tempo viviam as realidades que marcam o quotidiano dos meninos e meninas de hoje: Como era ir à escola? Tinham semanada? Quais eram os telemóveis daquele tempo? Como eram os jogos e brincadeiras? Ao todo, 30 perguntas para viajar 100 anos para trás acompanhados do Galo Columbano.

Uma série educativa de grande qualidade – imaginada e desenhada por uma vasta equipa coordenada por Teresa Paixão – a emitir a partir de 4 de Outubro próximo.

Director de Arte: Elso Roque
Produção: Sofia Serra
Realização: Rogério Ceitil

30 episódios de 10 minutos, a estrear no dia 4 de Outubro às 19h30



PEANUTS

Mas vivemos no mundo e na época global e não queremos deixar de comemorar o 60º aniversário dos Peanuts. Quem não conhece Charlie Brown e o seu cãozinho Snoopy?

Charlie Brown, é um menino generoso, de bom coração, mas tímido e desastrado, sempre apaixonado pela menina ruiva que nunca lhe dá atenção...
Snoopy, não é um cão de verdade, mas sim uma imagem do que as pessoas queriam que fosse um cão. Ele joga beisebol, ténis, golfe, vê televisão e adora biscoitos de chocolate. Lucy, mandona e egoísta, resolve tudo a gritar e arruína qualquer um com os seus comentários sarcásticos e desagradáveis. Linus, o irmão mais novo de Lucy, e o melhor amigo de Charlie Brown tem um sério problema emocional e não larga o seu cobertor azul. Shroeder, adorado por Lucy, é o artista do grupo. No seu pianinho de brincar ele executa grandes obras do seu ídolo Beethoven.
Eles e o seu grupo de amigos vivem as mais desconcertantes aventuras e fazem as delícias de pequenos e graúdos...

60 episódios de 25 Min com emissão agendada para 28 de Setembro às 12h00



SALLY BOLYWOOD

Sally é uma menina de 12 anos que quer seguir os passos do seu pai, o mais famoso dos detectives de Cosmópolis. Com a ajuda do seu melhor amigo Doowee criam a agência SBI, que se dedica exclusivamente a investigações para clientes menores de 16 anos e resolve todos os mistérios como uma verdadeira profissional.

Produção: Tele-Image Kids

26 episódios de 5 Min. com estreia marcada para Dezembro no Zig-Zag da Tarde



O PRINCIPEZINHO

Para comemorar um dos livros mais bonitos escritos para crianças, “O Principezinho” é uma série de 26 episódios de 25 Min. que ainda está em produção. A produtora é francesa, PGSEntertainement, apoiada pela família Saint - Éxupery e por co-produtores de toda a Europa, deu ao principezinho um toque de século XXI e nasceu esta rosa absolutamente maravilhosa!

Produção: PGSEntertainement



GALA DO CIRCO MÁGICO


Mas não são só as personagens estrangeiras que vêm para Portugal, os meninos portugueses também vão até à Suíça participar na Gala do Circo Mágico em Genebra e vão ser vistos em mais de 6 países europeus que entram nesta co-produção.

Produção: Television Suisse Romande/UER





por : RTP
Tags : Estreias,Televisão

link deste artigo | comentar/ver comentários(0)
Pesquisa
Em Destaque
RTP vence 6ª edição do Prémio Nacional Multimédia

RTP vence 6ª edição do Prémio Nacional Multimédia

RTP Play, distinguido com prémio 2011 da APMP

2011-07-04 11:25:24
RTP lança aplicação para Internet@TV

RTP lança aplicação para Internet@TV

Mais uma inovação para o mercado nacional

2011-05-19 03:23:18

RTP – Coleção Visitável Museológica de Rádio e de Televisão

Um museu moderno onde pode conhecer e experimentar o passado e o presente da Rádio e da Televisão pública em Portugal.

2009-10-20 15:44:06
Perfil

Programas, eventos, prémios, parcerias - descubra o que há de novo em primeira mão.

Calendário
        
DomSegTerQuaQuiSexSab
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031 
Links