Sociedade

Madeira investe 3,2 M€ no programa de Natal e Fim do Ano (Vídeo)

Este é um dos principais cartazes turísticos da Região

O Governo da Madeira anunciou hoje que vai investir este ano, 3,2 milhões de euros no programa das festas de Natal e Fim de Ano, um dos principais cartazes turísticos da Região.

Em conferência de imprensa no jardim municipal do Funchal, local onde ficará a 'Aldeia do Pai Natal', o secretário da Economia Turismo e Cultura da Madeira, Eduardo Jesus, destacou que este valor representa uma poupança de 500 mil euros neste programa.

O governante madeirense disse que uma sondagem feita a 22 de novembro junto das unidades hoteleiras aponta que a ocupação média na altura do Natal rondará os 62,5%, enquanto a do Fim de Ano é situada, "a cerca de um mês", nos 90%, o que representa um acréscimo de 5% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Sobre o investimento, enunciou que as iluminações natalícias, que acendem a 1 de dezembro, em simultâneo na baixa e no anfiteatro do Funchal, vão custar 1,5 milhão de euros (menos 50 mil euros que em 2015), assegurando que "será mais colorida que nos anos anteriores" e vai "envolver novos edifícios".

Uma das novidades será a decoração de quatro pinheiros com as cores das bandeiras da África do Sul, Reino Unido, Brasil e Venezuela, uma forma de envolver as comunidades emigrantes espalhadas pelo mundo.

O responsável referiu que o executivo madeirense vai investir 800 mil euros (menos 10 mil euros que no ano anterior) no tradicional espetáculo de fogo-de-artifício, um dos ícones do turismo da Madeira, que já figurou no Livro dos Recordes.

Na noite de 31 de dezembro, durante oito minutos, o fogo será disparado desde 38 postos, sendo 33 no anfiteatro da cidade, quatro na baía do Funchal e um na ilha do Porto Santo.

Na placa central da Avenida Arriaga estará o presépio e o mercadinho de Natal com 15 barracas, enquanto no Largo da Restauração (parte traseira do Palácio de São Lourenço) ficará a aldeia etnográfica.

Este ano, também a Secretaria Regional que tutela este setor apostou num maior envolvimento das unidades hoteleiras, promovendo o primeiro concurso de decorações natalícias, instando-as a ornamentarem os espaços exteriores dos edifícios.


(Lusa)