Três atletas lusos correm maratona de Macau

| Atletismo

Três atletas portugueses vão correr em Portugal apadrinhados por Rosa Mota
|

Três portugueses correm a maratona de Macau no domingo.

Os portugueses Bruno Paixão, Vera Nunes e Joana Nunes vão correr no domingo a 35ª edição da maratona de Macau, prova em que estão inscritos 1.400 atletas.

Completam a delegação portuguesa Miguel Ângelo Ribeiro e Doroteia Peixoto, que vão fazer a meia-maratona.

Bruno Paixão, que chega a Macau com o recorde pessoal de 2:21:38, conseguido este ano em Badajoz, espera no domingo "fazer uma boa marca e entrar nos 20 melhores".

Já Joana e Vera Nunes têm como expetativa conseguir "um bom lugar e um bom resultado para representar Portugal".

O melhor tempo de Vera Nunes são 2:37:11, conseguido este ano em Milão e o de Joana Nunes são 2:50:23, alcançado em 2014, em Portugal.

No conjunto da maratona, da meia-maratona e da minimaratona de Macau deste ano estão inscritas dez mil pessoas de 46 países e regiões, anunciou hoje a organização.

Rosa Mota convidada


De novo na cidade para participar na Maratona Internacional de Macau está também a campeã olímpica portuguesa Rosa Mota, convidada pela organização.

Rosa Mota disse aos jornalistas que a maratona de Macau "está a crescer" e elogiou a forma como a cidade sabe receber os atletas.

Sobre a representação nacional, disse que Portugal "está sempre bem representado" e que os atletas estão "contentes" por estarem em Macau: "Isso para mim já é positivo", afirmou.

Rosa Mota, que correu a meia-maratona em Macau em 1988, logo a seguir à conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Seul, além de acompanhar os atletas, como habitualmente, vai também correr a minimaratona no domingo.

A informação mais vista

+ Em Foco

No 20.º aniversário da Exposição Universal sobre os Oceanos, a Antena 1 e a RTP estiveram à conversa com alguns dos protagonistas do evento.

    Em 9 de abril de 1918, a ofensiva alemã varre a resistência portuguesa. O dossier que se segue lança um olhar sobre o antes, o durante e o depois.

      Portugal foi oficialmente um país neutro na 2ª guerra Mundial. Mas isso não impediu que quase mil portugueses tivessem sido deportados, feitos prisioneiros ou escravos pelos nazis.

        Uma caricatura do mundo em que vivemos.