Coreografia "Manger" de Boris Charmatz hoje e sábado na Culturgest

| Cultura

A coreografia "Manger", de Boris Charmatz, que explora os significados do ato de comer desde a dimensão física, social e psicológica, vai ser apresentada hoje e no sábado no palco da Culturgest, em Lisboa.

Pegando no tema como uma metáfora para a criação coreográfica, o criador francês Boris Charmatz foca o espetáculo na comida que se transforma na boca, numa mistura fecunda, segundo um texto da programação sobre a peça.

O espetáculo "Manger" tem desenho de luz de Yves Godin, som de Olivier Renouf e uma seleção musical que inclui The Kills, Animal Collective, Daniel Johnston, Aesop Rock, Sexy Sushi, Arcangelo Corelli, Ludwig van Beethoven, Josquin des Prez, Morton Feldman e György Ligeti.

A interpretação é de Or Avishay, Matthieu Barbin, Alina Bilokon, Nuno Bizarro, Ashley Chen, Olga Dukhovnaya, Julien Gallée-Ferré, Christophe Ives, Maud Le Pladec, Filipe Lourenço, Mark Lorimer, Mani Mungai e Marlène Saldana.

"A dança inventou a anorexia. Os maratonistas comem enquanto correm. Os prisioneiros fazem greve da fome. O ritual da refeição tende a desaparecer. Uma criança come a dançar. Danço de boca cheia. Tu comes deitado. Ela dorme em pé. Digerimos as informações", escreve o coreógrafo num texto sobre "Manger".

Estreado na Ruhrtriennale -- International Festival of the Arts, na Alemanha, em 2014, o espetáculo é produzido pelo Musée de la danse/Centre chorégraphique national de Rennes et de Bretagne, em França.

Tópicos:

Arts Alemanha, Culturgest, Kills Animal Collective Daniel Johnston Aesop Rock Sexy Sushi Arcangelo Corelli Ludwig Beethoven Josquin Prez Morton Feldman, Or Avishay Matthieu Barbin Alina Bilokon Bizarro Ashley Chen Olga Dukhovnaya Gallée Ferré Christophe Ives Maud Le Pladec Lourenço,

A informação mais vista

+ Em Foco

O vinho e o queijo, a simpatia dos portugueses e o bom tempo. A ainda embaixatriz dos EUA só tem um defeito a apontar: a forma como os portugueses lidam com os erros. Kim Sawyer conta a sua história de vida à RTP.

    Em entrevista à Antena 1, o eurodeputado considera que a estabilidade pode ser minada pela polémica da TSU.

    Amir Ashour é o primeiro iraquiano a dar a cara pelos direitos gay no seu país. Em segurança na Suécia, revela à RTP episódios de tortura e de rejeição.

      O antigo Presidente da República morreu aos 92 anos. Recordamos aqui os principais momentos de uma figura incontornável da História de Portugal.