Morte de António Pardal Monteiro é "perda significativa" para a arquitetura portuguesa - Ordem

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A Ordem dos Arquitetos (OA) lamentou hoje a morte do arquiteto António Pardal Monteiro, aos 84 anos, em Lisboa, considerando-a uma "perda significativa" para a arquitetura portuguesa.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a OA recorda que António Pardal Monteiro, falecido no sábado, em Lisboa, vítima de doença prolongada, foi colaborador próximo de Porfírio Pardal Monteiro "e um eterno continuador da obra, e do legado" do tio.

As cerimónias fúnebres do arquiteto realizaram-se no domingo à tarde, na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, um edifício desenhado pelo arquiteto Porfírio Pardal Monteiro (1897-1957), com quem começou a trabalhar ainda muito jovem.

A OA sublinha ainda o importante trabalho de António Pardal Monteiro na continuação de um conjunto de obras públicas como "as da Cidade Universitária de Lisboa, bem como a Biblioteca Nacional", onde se inclui o projeto da obra de ampliação e remodelação da Torre de Depósitos.

Entre outros, são da sua autoria os projetos do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge e a Escola Nacional de Saúde Pública.

A docência foi outra grande paixão do arquiteto, professor da Faculdade de Arquitetura de Lisboa entre 1976 a 1999, marcando várias gerações de futuros profissionais.

António Pardal Monteiro recebeu o título de Cavaleiro da Ordem de Santiago da Espada, atribuído pelo seu contributo na construção dos edifícios centrais da Cidade Universitária de Lisboa.

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