Catorze meses de prisão por atirar tinta contra retrato de Mao em Pequim

| Mundo

Um chinês acusado de ter atirado um frasco de tinta contra o retrato de Mao Tse-tung na praça Tiananmen, em Pequim, foi condenado a 14 meses de prisão, noticiou hoje um jornal chinês.

Sun Bing, de 42 anos, sujou o retrato do fundador da China comunista em março passado para satisfazer "objetivos pessoais", indicou o Diário das Leis, sem pormenores.

Sun foi julgado pelo tribunal do distrito de Dongcheng, que o considerou culpado de ter "ignorado as leis do país, de alterações à ordem pública e graves desordens" através de "ações que ameaçaram a ordem social", de acordo com o jornal.

O acusado já tinha sido condenado a uma pena de prisão por fraudes com cartão bancário, indicou a mesma fonte.

A pena decidida é bastante leve, tendo em conta os critérios chineses. Em 1989, três jovens foram condenados a penas de 16 anos de prisão cada um por terem atirados ovos cheios de tinta contra o retrato de Mao durante manifestações estudantis pró-democracia. Os três jovens foram entregues à polícia por estudantes.

O veredito de Sun Bing acontece pouco depois de Bi Fujian, um dos mais famosos animadores da televisão estatal chinesa CCTV, ter visto a emissão do seu programa suspensa por ter insultado o fundador do regime.

Tópicos:

Mao, Tiananmen,

A informação mais vista

+ Em Foco

O homem que se deixa guiar mais pela racionalidade e disciplina considera que chegou o momento de “mobilizar os portugueses e com eles restabelecer a confiança num futuro melhor”.

    Na hora da despedida da liderança social-democrata, as juventudes partidárias olham para o legado do ex-primeiro-ministro, com uma pergunta em mente: se Portugal não falhou, o que dizer de Pedro Passos Coelho?

      Em entrevista ao programa Visão Global da Antena 1, o ministro dos Negócios Estrangeiros reforça o apoio ao diálogo político na Venezuela e falou sobre as relações entre Portugal e Angola.

      O ministro da Administração Interna garante em entrevista à Antena 1 que não será "nem para o ano, nem daqui por dois" que ser resolve o problema dos incêndios em Portugal.