Chipre recusa condições de resgate da troika

| Mundo

|

O presidente cipriota, Demetris Christofias, foi extremamente categórico ao recusar as condições colocadas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional para a concessão da ajuda internacional: "Está fora de questão eu assinar um memorando [com tais condições]".

As condições a que se referia Christofias eram o fim da indexação dos salários à inflação e a privatização de organismos públicos. Segundo citação da Agência France Presse, Christofias afirmou também: "O objectivo de uma tal medida é de favorecer o capital privado, não se pode fazê-lo".

Falando à televisão pública grega, Net, o presidente cipriota acrescentou ainda, referindo-se ao caso da Grécia, que "este método neo-liberal fracassou (...) ele cria um círculo vicioso".

Christofios sublinhou contudo que a sua recusa das condições internacionais não constituía uma recusa do diálogo: "Não lhes dizemos apenas que não, nós fazemos-lhes contrapropostas, que estamos em vias de concluir".

A informação mais vista

+ Em Foco

O editor de Política Internacional da RTP, Ricardo Alexandre, comentou a sentença do antigo general sérvio-bósnio.

Foi considerado o “pior dia do ano” em termos de fogos florestais, com a Proteção Civil a registar 443 ocorrências. Morreram 45 pessoas. Perto de 70 ficaram feridas. Passou um mês desde o 15 de outubro.

    Todos os anos as praias portuguesas são utilizadas por milhões de pessoas de diferentes nacionalidades e a relação ambiental com estes espaços não é a mais correta.

      Uma caricatura do mundo em que vivemos.