Chipre recusa condições de resgate da troika

| Mundo

|

O presidente cipriota, Demetris Christofias, foi extremamente categórico ao recusar as condições colocadas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional para a concessão da ajuda internacional: "Está fora de questão eu assinar um memorando [com tais condições]".

As condições a que se referia Christofias eram o fim da indexação dos salários à inflação e a privatização de organismos públicos. Segundo citação da Agência France Presse, Christofias afirmou também: "O objectivo de uma tal medida é de favorecer o capital privado, não se pode fazê-lo".

Falando à televisão pública grega, Net, o presidente cipriota acrescentou ainda, referindo-se ao caso da Grécia, que "este método neo-liberal fracassou (...) ele cria um círculo vicioso".

Christofios sublinhou contudo que a sua recusa das condições internacionais não constituía uma recusa do diálogo: "Não lhes dizemos apenas que não, nós fazemos-lhes contrapropostas, que estamos em vias de concluir".

A informação mais vista

+ Em Foco

A RTP disponibiliza agora uma nova aplicação: apresenta as notícias do dia em texto, vídeo e áudio, alertas de última hora e as emissões da RTP3 e Antena 1.

Em dez anos, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado 18 vezes em casos de liberdade de expressão.

    Londres é o grande centro financeiro para negócios internacionais e comércio da Europa e um dos principais centros de liderança da economia global. Corre o risco de ser desmantelada.

      É difícil eleger a ordem de importância dos assuntos que fizeram a agenda deste mês de Administração Trump, porque o novo presidente americano tem esse condão de transformar qualquer questão menor numa autêntica bomba atómica.