EUA consideram "passo positivo" decisão da China em abolir política do filho único

| Mundo

O governo norte-americano considerou que a decisão da China de abolir a política do filho único é "um passo positivo", acrescentando que espera que o país um dia exclua "por completo" os limites ao número de filhos por casal.

Os Estados Unidos opõem-se a "políticas coercivas de limitação da natalidade, incluindo práticas de aborto forçado e esterilização", explicou em conferência de imprensa o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest.

A China, nação mais populosa do mundo com 1.370 milhões de habitantes, decidiu na quinta-feira abolir a política de "um casal, um filho", pondo fim a um rígido controlo da natalidade que durava desde 1980.

Todos os casais serão autorizados a ter dois filhos, alargando a decisão tomada em 2013, que permitia apenas aos casais em que ambos os cônjuges são filhos únicos ter um segundo filho.

A medida foi anunciada após uma reunião de quatro dias à porta fechada entre o Comité Central do Partido Comunista Chinês (PCC), a cúpula do poder na China, e que serviu para delinear as prioridades do 13.º plano quinquenal (2016-2020).

A informação mais vista

+ Em Foco

Em entrevista à RTP, o candidato derrotado nas diretas do PSD diz que o partido deve serenar após o Congresso e admite que vai ser “muito difícil ganhar eleições" no quadro atual.

Nicolás Maduro quer alargar poderes e, para tal, leva a cabo eleições antecipadas. É um "golpe constitucional", na leitura de Filipe Vasconcelos Romão, comentador da Antena 1.

Abrir uma torneira e vê-la jorrar água. É um ato tão comum que nunca imaginamos um dia em que tal quadro possa desaparecer. Algo que está prestes a tornar-se realidade na África do Sul.

    Uma caricatura do mundo em que vivemos.