Força Aérea israelita bombardeia alvos sírios

| Mundo

Ruínas deixadas por um anterior bombardeamento israelita na Síria
|

Aviões israelitas bombardearam hoje dois alvos próximo da capital síria, uma posição do Exército de Assad e outra do Hezbollah.

A Força Aérea israelita não confirmou nem desmentiu a notícia, mas esta é dada como certa pelo diário Jerusalem Post, que cita a televisão síria e o jornal Rai al-Youm, baseado em Londres, para referir que um dos alvos era uma caravana de veículos transportando armas do Hezbollah e o outro um arsenal do 4º Batalhão do Exército sírio.

Segundo as agências noticiosas sírias, a Força Aérea israelita atravessou o espaço aéreo libanês e desferiu os seus ataques na madrugada de hoje, na cidade de Ass'saboura, próximo de Damasco.

Admite-se que o percurso feito a sobrevoar o Líbano resultasse da preocupação israelita de evitar os sistemas de defesa antiaérea russos S-300 e S-400, que têm limitado consideravelmente a liberdade de movimentos da Força Aérea israelita.

Também a televisão Al Maydeen, do Hezbollah, confirmou os bombardeamentos, explicando-os como uma tentativa de Israel para intervir na guerra civil síria a favor de "organizações terroristas" e para minorar a dimensão da derrota que essas organizações vêm sofrendo perante o Exército sírio.

Contudo, é certo que no início desta semana jactos israelitas bombardearam também uma posição do "Estado Islâmico" em território sírio, causando quatro mortos nessa posição.

A informação mais vista

+ Em Foco

A Redação da RTP votou sobre as figuras e acontecimentos mais destacados, a nível nacional e internacional. Veja aqui as escolhas.

    O embaixador russo em Lisboa afirma, em entrevista à RTP, que as declarações e decisões de Donald Trump sobre Jerusalém podem incendiar todo o Médio Oriente.

    Rui Rosinha, bombeiro de Castanheira de Pêra, sofreu queimaduras de terceiro grau e esteve dez horas à espera de ser internado. Foi operado 14 vezes e regressou a casa ao fim de seis meses.

    Uma caricatura do mundo em que vivemos.