Maioria dos chineses já prefere os livros digitais às edições em papel

| Mundo

O número de chineses que lê livros digitais já ultrapassou o dos que continuam a preferir as edições em papel, indica uma sondagem divulgada hoje, véspera do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor.

A sondagem, divulgada pelo jornal China Daily, apurou também que em 2014, os chineses leram em média 7,78 livros - menos de um livro por mês.

Quase metade daquele número (3,22) diz respeito a livros eletrónicos, lidos em computadores pessoais, `smartphones` e `tablets`.

A leitura digital "está a tornar-se também mais popular" na Biblioteca Nacional da China, uma das maiores do mundo, com quase 34 milhões de livros, assinala o jornal.

O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor (23 de abril) foi instituído pela UNESCO em 1995.

Em Pequim, as principais livrarias da cidade vão assinalar a efeméride com sessões de leitura para diferentes públicos, incluindo crianças, com a participação de autores e outros artistas.

Mais de 650 milhões de chineses usam a internet, 80% dos quais através de dispositivos moveis.

Em qualquer grande cidade chinesa, nos cafés, transportes públicos e até nas ruas, o que sobressai na paisagem humana é a quantidade de pessoas concentradas no écran dos seus tablets ou smartphones.

Tópicos:

UNESCO,

A informação mais vista

+ Em Foco

A RTP ouviu os seis lideres partidários sobre temas que escapam aos programas políticos e que contribuem para definir o perfil dos candidatos.

    Uma sondagem da Universidade Católica aponta para o fim da hegemonia laranja na Madeira, apesar da vitória do PSD nas regionais (38%) do próximo domingo.

    Na semana em que se assinala o início da II Guerra Mundial, a RTP conta histórias de portugueses envolvidos diretamente no conflito.

      Em cada uma destas reportagens ficaremos a conhecer as histórias de pessoas ou de projectos que, por alguma razão, inspiram ou surpreendem.