Agência Espacial Portuguesa pode avançar em 2017

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Agência Espacial Portuguesa pode avançar em 2017

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Portugal pode criar uma agência espacial no próximo ano. "Temos que entrar no desafio. Outros países pequenos, como o Luxamburgo também o estão a fazer. Vamos trabalhar neste sentido não apenas com a ESA mas também com as empresas nacionais", afirmou no Jornal 2 Manuel Heitor, o ministro da Ciência e Ensino Superior que está na Suiça na reunião ministerial da Agência Espacial Europeia. Para já a aposta é no reforço da participação do pais na ESA.

Portugal propõe-se aumentar, em 30 milhões e meio de euros, a sua contribuição financeira para ESA, nos próximos seis anos.

Objetivo: Reforçar a participação de empresas e instituições nacionais em programas na área do espaço.

No Jornal 2 Manuel Heitor garante que "estamos acelerar a construção do futuro depois de nos últimos 15 anos termos aprendido com a nossa ligação à ESA. Hoje temos a capacidade cientifica para dar um passo em frente e é isso que estamos a fazer".

Portugal é membro da ESA desde 14 de novembro de 2000. Esta quinta e sexta-feira, em Lucerna, na Suíça, o conselho de ministros da organização decide o futuro.

Em conjunto com a NASA, a Agência Espacial Europeia é um dos parceiros estratégicos do Air Center Açores. Na Bases das Lajes um consórcio de 13 países (Brasil, EUA, Marrocos ou África do Sul incluídos num grupo que também tem a França, a Espanha, Itália ou a Alemanha) avança para a criação de um porto espacial destinado à próxima geração de lançadores de micro satélites.

"Há neste momento seis ou sete propostas para a construção de novos lançadores na Europa. As oportunidades para o desenvolvimento tecnológico, e para a criação de novos empregos são muitas. Portugal, com os Açores, apresenta um posicionamento único", garante o ministro que lembra que "estamos entre os melhores e temos que competir com eles".

Na área do espaço toda a atividade de empresas, universidades e fundações é atualmente coordenado em Portugal pelo Gabinete do Espaço da Fundação para a Ciência e Tecnologia. No próximo ano tudo pode mudar de forma radical. A Agência Espacial Portuguesa pode finalmente ver a luz do dia.

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Em 260 episódios, o projeto chegou às mais diversas áreas: saúde, engenharias, astronomia, tecnologia, química, história, filosofia, desporto ou geografia.

Foi considerado o “pior dia do ano” em termos de fogos florestais, com a Proteção Civil a registar 443 ocorrências. Morreram 45 pessoas. Perto de 70 ficaram feridas. Passou um mês desde o 15 de outubro.

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      Uma caricatura do mundo em que vivemos.