António José Seguro recusa "aproveitar-se" dos incêndios para fazer política partidária

| Política

O secretário-geral do PS recusou hoje comentar a eventual falta de coordenação no combate às chamas no Algarve e ausência de meios aéreos na Madeira, alegando que os incêndios não devem servir para fazer política partidária.

"A responsabilidade de um político não é aproveitar-se dos incêndios para fazer política partidária", disse António José Seguro aos jornalistas, em Oliveira do Hospital, à margem das comemorações do Dia da Federação Distrital de Coimbra do PS.

Contrapôs que a sua responsabilidade, enquanto líder do PS,

é a de ir ao terreno contactar com autarcas e populações afetadas.

"Há relatos dramáticos de pessoas que perderam todas as economias de uma vida, que perderam casas, quero conhecer os relatos dessas populações, dos autarcas, das pessoas envolvidas na Proteção Civil", afirmou o secretário-geral do PS que segunda-feira efetua uma visita de trabalho às zonas afetadas pelos incêndios nos concelhos de Tavira e São Brás de Alportel. 

Manifestou ainda "solidariedade" às populações afetadas e um "agradecimento" e "reconhecimento" aos bombeiros portugueses no combate que estão a fazer aos incêndios no país "em particular em Tavira e São Brás de Alportel e na Madeira".

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