Passos garante que não influenciou deputados sobre referendo à coadoção

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Passos garante que não influenciou deputados sobre referendo à coadoção

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Pedro Passos Coelho diz que é o Parlamento que tem de decidir sobre a realização do referendo à coadopção. O primeiro-ministro garante que não influenciou a proposta para uma consulta popular. Apesar disso, esta manhã, em Bragança, o chefe do governo disse que há vantagens em alargar o debate à sociedade.

"De facto não, mas respeito muito a decisão que os deputados tomaram nessa matéria", declarou aos jornalistas, em Bragança, à margem de sessão de esclarecimento sobre a sua recandidatura a presidente da comissão política nacional do PSD.

O também primeiro-ministro comentava a notícia divulgada hoje pelo jornal Expresso que dá conta de que Pedro Passos Coelho terá dado indicações sobre esta matéria. O líder do PSD explicou que "essa questão foi discutida na Comissão Política Nacional, que entendeu que não devia olhar essa iniciativa com hostilidade".

Passos Coelho lembrou que o partido "não tem uma posição definida, nem sobre a coadoção, nem sobre a adoção de crianças por parte de casais homossexuais", nem o assunto consta do programa eleitoral por o PSD entender que é uma matéria de "consciência". "Por essa razão, deu total liberdade de voto ao grupo parlamentar e, portando não deu qualquer indicação nessa matéria", afirmou.

O presidente do PSD disse esperar que as vozes discordantes do referendo "respeitem" a decisão do Parlamento, que aprovou a iniciativa com os votos a favor do grupo parlamentar do PSD, e que "não confundam a convicção que cada um tem sobre a matéria com um princípio também muito respeitável que é o de num quadro de democracia participativa fazer um debate alargado na sociedade portuguesa e possibilitar que as pessoas livremente exponham o seu pensamento e indiquem a sua decisão".

(com Lusa)


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