Bem-vindos a Beirais (IV)

Orçamento demasiado participativo | 22 Jun, 2015 | Episódio 114

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Bem-vindos a Beirais (IV)

Orçamento demasiado participativo | 22 Jun, 2015 | Episódio 114

Patrícia, Nazaré e Viriato falam sobre o orçamento participativo que vai ser aberto à consideração dos beiralenses. Os beiralenses podem apresentar as suas ideias, mas Patrícia está receosa pois alguns beiralenses estão chateados com ela por não apoiar a independência de Beirais. Nazaré pergunta a Patrícia qual o objetivo do orçamento participativo e ela explica que as pessoas podem decidir como se gasta o dinheiro da Junta. Ela continua a explicar que depois de apresentarem as propostas, os beiralenses votarão no projeto que mais gostarem e o que ganhar será executado pela Junta. Nazaré anima-se e garante que vai apresentar uma proposta. Já Viriato duvida que a ideia de Patrícia funcione. Na sociedade recreativa, o Grupo analisa o orçamento participativo. Nuno sugere que invistam no planeamento familiar jovem e Padre Justino que o complementem com o incentivo à natalidade. Olga discorda, escandalizada. Os beiralenses continuam a dar ideias para os projetos e Alzira argumenta a favor da necessidade de um restaurante "fast food" em Beirais. Alcides mostra-se céptico e ela não esconde que ficou melindrada com a falta de apoio. Tozé atende Manel que lhe expõe a sua ideia de propor a construção de um kartódromo. Tozé prefere um parque safari. Na junta de freguesia, todos entregam os respetivos projetos para o orçamento participativo. Discutem e argumentam entre si. Patrícia desespera porque todas as propostas beneficiam os negócios privados. Nazaré fica encarregue de recolher todos os projetos. Alzira sai para fazer campanha para a sua proposta do orçamento participativo. Dinis entra e fica frustrado porque Tânia e Inês o excluem e consideram demasiado infantil para entrar na sua conversa sobre antropologia. No posto da GNR, Vítor sai para fazer campanha pelo seu projeto. Uma vez a sós, Júlio é surpreendido pela visita de Zézinha que lhe confessa a falta que sentiu dele. Júlio entrega-se às histórias dela no Afeganistão. Júlio e Zézinha continuam a conversar. Ele mostra-se deslumbrado com a feminilidade e as alterações na vida dela. Em casa de Fernando, Dinis vem apresentar uma proposta. Mercês vê-se obrigada a ir tratar do bebé Domingos e deixá-lo sozinho. Dinis assiste a uma conversa reveladora entre Fernando e Agostinho. Grava-a em vídeo e retira-se sem ser visto. Vítor e Agostinho cumprimentam-se. Tal como Fernando dão a vitória como certa. Patrícia prepara-se para dar início à votação. Dinis surge e exibe o vídeo que desmascara o projeto de Fernando e Agostinho. Na gravação ouve-se Fernando a dizer a Agostinho que só vão descobrir que há um contrato que obriga a que seja ele a construir a dupla rotunda e que a sua empresa de construção é tão boa como outra qualquer. Agostinho responde que outra empresa construiria a rotunda com um preço muito mais acessível. Eles retiram-se, antes da fúria geral. Patrícia afixa o resultado da votação para o orçamento participativo. Ela explica que ganhou o projeto do museu antropológico de Beirais. Viriato revela que Dinis é o autor da proposta vencedora. Júlio explica a Vítor que a visita de Zézinha é fruto da sua boa disposição. Júlio é surpreendido pela visita de Zézinha que garante vir vê-lo de novo. Diogo Almada, um bem sucedido gestor de contas numa empresa de telecomunicações confronta-se com problemas graves de stress e ansiedade, originados pela constante pressão em que vive. A situação piora quando sofre um ataque cardíaco. No hospital, é alertado para o risco que corre: se não abrandar o ritmo, poderá vir a ter graves consequências. Numa tentativa de reaver a sua qualidade de vida, Diogo muda-se para a pequena aldeia de Beirais, em Vila Real arriscando uma nova vida como agricultor. No entanto, a sua namorada Teresa recusa deixar Lisboa e a sua carreira e, mesmo assim, Diogo prossegue com os seus planos.