Angola - Março 1967
Esta peça contém pequenos documentários informativos sobre a actividade das NT e um sobre a situação geral vivida em Angola.
No que respeita aos primeiros, três deles são dedicados à Marinha (Fuzileiros, Estação Rádio Naval e NRP Sal).
O quarto mostra uma coluna auto de uma unidade do Exército em marcha algures no Leste de Angola. A coluna é constituida por viaturas de transporte de pessoal e, pelo menos, por uma autometralhadora Panhard. O pessoal está sentado nas viaturas virados para fora e com as armas apontadas (a imagem de uma pistola Parabellum empunhada é ridícula e põe a nu o artificialismo das imagens). Sujeito a uma emboscada durante o deslocamento, o pessoal salta para ambos o lados da estrada, abriga-se e inicia de imediato uma reacção. Pela manobra e pelo fogo os militares conseguem anular a emboscada e pôr os guerrilheiros em fuga. O último, sobre a situação geral em Angola, procura demonstrar que, enquanto os militares combatem, a vida progride nas cidades e nas vilas de uma forma cada vez mais cómoda e agradável. As actividades económicas desenvolvem-se a um ritmo nunca antes atingido: na agricultura, em especial o café, na exploração de madeiras, na pecuária, na pesca, nas indústrias extractivas e transformadoras, têxteis, refrigerantes, etc. As imagens terminam com uma declaração do Governador Geral sobre este tema, pondo em destaque a importância da acção das FA na concretização daquela evolução. Mais um documentário de propaganda do regime para sossegar os portugueses, nomeadamente os que tinham familiares nas FA em África.

Os comentários aos diferentes Documentários foram efectuados em colaboração com a Associação 25 de Abril, e são da responsabilidade de:
Coronel de Infantaria - José Aparício
Coronel de Artilharia – Eduardo Abreu
Coronel Piloto aviador – Villalobos Filipe
Capitão-de-mar-e-guerra – Pedro Lauret
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