Massacres Contra Chacinas - Joaquim Furtado (vol. III)
1 de Maio de 1961 os primeiros contingentes militares chegam a Luanda desfilando na Avenida Marginal sob os aplausos dos colonos brancos.

Os militares acabados de chegar confrontaram-se de imediato com o desejo de vingança dos colonos brancos que desejam continuar com processos de terror e morte, sob a comunidade negra, desafiando os militares para os ajudarem nessas acções.

Os combates no Norte de Angola, Mucaba um ícone da resistência dos colonos. "As balas dos brancos não matam" - esta ideia difundida pelos elementos da UPA caracterizou toda a sua acção nos primeiros tempos da guerra.

Enfrentavam as balas de peito aberto. Droga ou crença religiosa e fanatismo?

"Olho por olho %u2026 dente por dente" ou "o terrorismo combate-se com terrorismo", foi a lei que imperou nos primeiros meses de 1961 em Angola. Combatentes de ambos os lados narram episódios de uma espiral de violência impressionante.

Com a chegada dos primeiros batalhões a reocupação do Norte de Angola inicia-se.

As deficiências de armamento, e a falta de preparação foram notas dominantes. O exército fora treinado para guerra convencional em teatros europeus e o seu armamento era da II guerra Mundial.


Os comentários aos diferentes Documentários foram efectuados em colaboração com a Associação 25 de Abril, e são da responsabilidade de:
Coronel de Infantaria - José Aparício
Coronel de Artilharia – Eduardo Abreu
Coronel Piloto aviador – Villalobos Filipe
Capitão-de-mar-e-guerra – Pedro Lauret
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