As Colónias E As Províncias Joaquim Furtado (vol. V)
O contexto internacional, a Carta das Nações Unidas, o movimento dos não-alinhados a conferência de Bandung, são novas realidades que correm contra a ordem do Estado Novo e da sua política Colonial.

A situação social nas colónias, os indígenas e os assimilados, os castigos corporais eram realidades do sistema colonial português.

As estruturas urbanas das cidades reflectiam a separação de classes: brancos, assimilados, indígenas.

As questões da descriminação racial, das relações sociais e as relações de trabalho, o ensino, analisados por diferentes personalidades de Angola, Moçambique e Guiné e também por portugueses.

A estrutura administrativa colonial. Os poderes dos Chefes de Posto e Administradores de Circunscrição, os impostos, os comerciantes (cantineiros) e o sistema de trocas.

Os trabalhos forçados foram durante muitos anos uma realidade. Uma politica de colonização branca vai ser experimentada nos anos 50. Populações rurais de baixas qualificações vão ser motivados a emigrar para as colónias. Aldeamentos são construídos em Angola e Moçambique, tenta-se exportar uma lógica agrícola portuguesa para as terras africanas. Tal experiência não levará mais de 10 anos para mostrar o seu falhanço.


Os comentários aos diferentes Documentários foram efectuados em colaboração com a Associação 25 de Abril, e são da responsabilidade de:
Coronel de Infantaria - José Aparício
Coronel de Artilharia – Eduardo Abreu
Coronel Piloto aviador – Villalobos Filipe
Capitão-de-mar-e-guerra – Pedro Lauret
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