Moçambique, Nova Frente - Joaquim Furtado (vol. IX)
Os acontecimentos de Mueda em 1960 vão preparar o caminho para o início da actividade insurreccional em Moçambique. A rádio tem grande importância na consciencialização das populações. A rádio Tanganica, a BBC ou a Voz da América são ouvidas.

Os dirigentes africanos - Julius Nyerere da Tanzânia e Nkrumah do Gana - pressionam os nacionalistas moçambicanos para se unirem num só movimento. Eduardo Mondlane, funcionário da ONU, vai dirigir a FRELIMO logo após a sua fundação.

Os primeiros combatentes da FRELIMO recebem a sua formação na Argélia.

O modo de vida dos colonos brancos em Moçambique é fortemente influenciado pelas sociedades da África do Sul e da Rodésia.

Em Setembro de 1964 começa a acção armada da FRELIMO em Cabo Delgado e Niassa.

Na Guiné a situação militar agrava-se. É lançada uma grande operação militar - operação Tridente - em que participam os três ramos da Forças Armadas.

Na Praça do Comércio o dia 10 de Junho - dia de Portugal e da Raça - é palco desde 1963, da cerimónia de exaltação dos heróis da guerra.

Os comentários aos diferentes Documentários foram efectuados em colaboração com a Associação 25 de Abril, e são da responsabilidade de:
Coronel de Infantaria - José Aparício
Coronel de Artilharia – Eduardo Abreu
Coronel Piloto aviador – Villalobos Filipe
Capitão-de-mar-e-guerra – Pedro Lauret
  • VIDEOS ACTUAIS
  • VÍDEOS DA ÉPOCA
  • TÍTULOS
RTPA25