COVID-19

Número de vigilâncias ativas sobe para 1561 (Vídeo)

Tiago Lopes afirma que as medidas que a região está a aplicar podem pecar por excesso e não por defeito.

A autoridade regional de saúde explica que o aumento significativo das vigilâncias ativas deve-se ao crescente número de medidas restritivas. Neste número estão englobados os passageiros que agora são obrigados a ficar de quarentena quando aterram na região e as pessoas com possível contacto não só com os casos positivos, mas também como os casos suspeitos.

Os indivíduos em vigilância ativa estão em quarentena obrigatória e são contactados duas vezes por dia, pelas delegações de saúde, durante os 14 dias, de forma a controlar o aparecimento ou avanço dos sintomas.

Dos 14 casos que ontem era registados como suspeitos 10 foram negativos, provenientes das ilhas Terceira, Santa Maria, Faial e São Miguel, os restantes 4 aguardam resultados.

Hoje, estão registados na região 23 casos suspeitos.

Das 1561 vigilâncias ativas 631 são indivíduos que contactaram a Linha de Saúde Açores e 930 registados pelas delegações de saúde.

Não existem casos suspeitos internados, apenas os três casos positivos que continuam estáveis.

Tiago Lopes disse ainda ser espectável que apareçam mais casos suspeitos e/ou casos positivo, principalmente na ilha de São Miguel.

Foi deixado um alerta, principalmente para as faixas etárias de risco, para manterem a distância de segurança de 1 metro quando se deslocam às farmácias, correios ou bancos de forma a reforçar a proteção e prevenção. A Secretaria da Solidariedade Social criou uma estratégia para contactar com os cidadãos com mais de 65 anos para reiterar as informações transmitidas.

Nas indicações de proteção, o diretor regional de saúde reforçou que a utilização de luvas ao ar livre e de máscara por parte de quem não está infetado ou apresenta sintomas de infeção respiratória pode ser um veículo de transmissão e pôr em causa a segurança do próprio indivíduo e de quem o rodeia.

A autoridade regional de saúde irá emitir uma circular com indicações e esclarecimentos específicos para as grávidas.

Tiago Lopes esclareceu ainda que os centros de rastreio que estão a ser implementados em algumas ilhas destinam-se apenas aos casos suspeitos.

RTP/Açores