Economia

População de São Jorge queixa-se do serviço bancário presencial (Vídeo)

Em São Jorge, a população da Calheta e do Topo está privada de serviços do banco público - a Caixa Geral de Depósitos.

© Mark Marques



As operações no único balcão existente no concelho estão reduzidas ao mínimo.

Há clientes a percorrer 120 kms para trocar um cheque de moeda estrangeira nas Velas.

O assunto chegou ao primeiro ministro, através de ofício, mas ainda não teve resposta.

Na reacção, a Caixa Geral de Depósitos diz que,  tal como todo o sector bancário europeu, está a fazer uma racionalização dos seus serviços ao cliente ajustando a oferta às necessidades.

A assessoria de imprensa da caixa realça que atualmente os clientes bancários podem fazer a sua gestão financeira quase exclusivamente à distância, utilizando as diversas tecnologias digitais para gerir o seu dia-a-dia financeiro, com toda a comodidade e segurança e sem necessidade de deslocação a uma agência ou área automática.

A Caixa adianta que mantém serviços bancários presenciais na Calheta com um horário que é compatível com os hábitos da população, tal como acontece em muitos pontos do território continental, e que irá manter o serviço de troca de moeda estrangeira em São Jorge. 

Telejornal