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Aeródromo operacional - VÍDEO

Incêndio na Aerogare não destruiu o essencial, frisa Ana Cunha



OS DANOS VÃO SER AVALIADOS 

DOS QUATRO BOMBEIROS QUE FORAM AO CENTRO DE SAÚDE, APENAS UM FICOU EM OBSERVAÇÃO DURANTE A NOITE E TAMBÉM JÁ TEVE ALTA. 


A Secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas assegurou hoje que o incêndio ocorrido domingo na zona de cargas do Aeródromo da Graciosa não inviabilizou a utilização desta infraestrutura aeroportuária. Ana Cunha, em declarações aos jornalistas, afirmou que “a operacionalidade do aeródromo não está afetada, nem em termos de carga, portanto, vamos continuar a operar e isso é que era essencial”. 

A titular da pasta dos Transportes adiantou que, por agora, decorre a “fase de avaliação dos danos”, considerando ser “completamente prematuro avançar com qualquer causa” para o incêndio. 

“O seguro também já foi acionado, fará deslocar para a ilha os seus peritos para determinarem a causa do incêndio e, portanto, é completamente prematuro estarmos a especular quanto à causa”, frisou. 

A SATA fará deslocar para a Graciosa ainda hoje uma equipa técnica para fazer uma análise mais detalhada do estado das instalações afetadas. 

A Secretária Regional adiantou que, após o alerta de incêndio, depois das 20h00, esteve sempre “a par da situação, quer em contato com o Presidente da Câmara, quer através do Delegado das Obras Públicas, quer, posteriormente, com o Comandante dos Bombeiros”, sendo que, após o controlo do incêndio, “o que se viu, ainda numa fase muito preliminar, é que, dos equipamentos que estavam na zona de carga, grande parte conseguiu-se salvar, nomeadamente viaturas, alguns equipamentos de apoio à operação da SATA na placa e até o Raio-X de carga, parece estar intacto”. 

Agora, será necessário avaliar o estado da cobertura do edifício ”em termos estruturais, em termos de estabilização da zona de carga”, disse Ana Cunha, acrescentando que “a zona de passageiros manteve-se intacta”. 

“Os bombeiros tiveram, naturalmente, para chegar ao fogo, que destruir algumas portas de acesso, mas nada que inviabilize a operação do aeródromo”, salientou. A Secretária Regional referiu também não haver registo de vítimas. “Sei que houve um elemento da corporação de bombeiros que, provavelmente, inalou fumo, mas que já estará estabilizado, e desejo-lhe as melhoras”, afirmou. 

Ana Cunha revelou que havia alguma carga dentro do armazém, “de alguns particulares, mas nada de muito significativo”, acrescentando que “o seguro irá cobrir as perdas dessa carga”. 

A Secretária Regional esclareceu ainda que o processo de requalificação da Aerogare da Graciosa “mantém-se nos seus cronogramas normais, de execução, de lançamento de procedimento”.


Fonte: GaCS