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Aline Frazão - “Uma Música Angolana”

Concertos a 26 de Março e 20 de Abril

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Aline Frazão - “Uma Música Angolana”

Aline Frazão está de regresso aos discos, com a edição de “Uma Música Angolana”.

O Auditório de Espinho | Academia e o Teatro Maria Matos, em Lisboa, respetivamente a 26 de Março e 20 de Abril, serão os primeiros a receber o espetáculo de apresentação ao vivo deste novo trabalho da artista angolana. 

“Luísa” é o novo tema deste trabalho a ser conhecido, single já disponível em todas as plataformas digitais e com videoclipe no canal de Aline Frazão. «Para as Luísas, Marias e Cecílias, para as Fernandas, Susanas e Luejis, Gingas, Lúcias e Lucindas deste mundo, aquelas que não se escondem mais, aquelas que não desistem mais, aquelas que não deixarão de usar a sua voz, “essa voz que utilizas para inventar”.»
“Luísa” é uma canção sobre liberdade. A liberdade de ser, de criar, de pensar, de falar, de cantar e de gritar pela possibilidade de existir sem limites e de forma plena, sem cedências. Um tema que nos remete para o universo de Aline, que na sua voz doce e serena transporta canções que podem (e vão) mudar o mundo. Mensagens poderosas de alguém que sonha um futuro melhor para quem a rodeia, abraçadas por sonoridades que recuperam as suas raízes culturais. “Luísa” é uma amostra do que podemos esperar de “Uma Música Angolana”. 




O disco materializa o regresso ao som colectivo de banda. Este é um trabalho cheio de vitalidade, semeando uma pequena festa dentro de si. Este é o segundo tema a ser revelado depois de "Luz Foi", uma canção que Aline dedica ao dever de reflexão e acção sobre o actual estado do seu país e também do mundo, num sentido mais lato. “Uma Música Angolana” navega entre vários ritmos de matriz africana, como a Massemba e o Kilapanga de Angola, o Batuku de Cabo Verde, o Soukous do Congo, o Afoxé e o Maracatu do Brasil - desconstruídos, reinventados, reivindicando-se aqui não só a origem comum a todos eles mas também imaginando uma sonoridade nova de fronteiras perdidas, que se consolida sobre uma espécie de pátria imaginária feita de memórias rítmicas partilhadas, de lutas actuais e de celebrações necessárias e urgentes. 
O disco conta com a participação do artista angolano Nástio Mosquito, do cantor brasileiro Vítor Santana e da violoncelista alemã Suzanne Paul
Brisa Marques assina uma letra para melodia composta por João Pires, e o fadista Ricardo Ribeiro compôs uma canção inédita para poema de Pedro Homem de Melo. Recupera ainda uma canção de Paulo Flores, com novo arranjo. A produção ficou a cargo de Aline Frazão, que acompanhou o processo a cada momento, criando um álbum revelador da sua genialidade e singularidade.