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História

(80 anos de Rádio) Hino: "Um não sei quê de alegria" ▶️

Hino dos 80 anos da Rádio Pública

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(80 anos de Rádio) Hino: Um não sei quê de alegria ▶️

Letra – Tiago Torres da Silva
Música – Tozé Brito
Arranjos e Produção Musical – Fernando Martins

 
Letra da canção:

Não há passado ou presente
Nem há hora tão tardia
Em que a rádio não invente
Uma nova melodia
Pode ir escrevendo o futuro
Pode às vezes dar saudade
Mas é nela que eu descubro
Um sabor a novidade

Com ela senti o valor da amizade

No final de uma canção
Antes de vir a seguinte
O silêncio é a paixão
Entre a rádio e o ouvinte
Entre o drama e a comédia
Na aldeia ou na cidade
FM ou onda média
Ensinando a igualdade

E foi ela que anunciou a liberdade

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Sei que a rádio é uma escola
Ouvimos o que ela diz
Desde os relatos da bola
Às notícias do país

E porque é nossa a vitória

A pé ou de bicicleta
A Rádio é que conta a História
De quem vai cruzar a meta

Quem a inventou com certeza era um poeta
Se a selecção sofre um golo
A rádio é que se levanta
E é ela que dá consolo
Se a tristeza se agiganta

Quando o sol ‘stá a cair
E a noite se inquieta
A rádio não vai dormir
Segue sempre em linha recta

É uma paixão que o coração quer secreta

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada

A rádio é que me diz bom dia.