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Os Dias da Rádio

Festival SONS DA TERRA

De 19 a 21 de Junho na Fábrica da Pólvora de Barcarena

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Festival SONS DA TERRA

Na última década temos assistido à maior explosão da cultura portuguesa no mundo, onde a música tem tido um papel de relevo.
Exemplos disso são o fado e o cante alentejano tornados Património Cultural Imaterial da Humanidade, pela Unesco, o festival holandês Eurosonic, uma das maiores montras musicais europeias, dedicado em 2017 a Portugal, o país vencedor do Festival da Eurovisão, entre muitos outros…
Como disse o grande artista e impulsionador da world music, Peter Gabriel, visto à escala mundial Portugal tem provavelmente a mais rica e mais diversificada música tradicional, por metro quadrado.
A verdade é que cada recanto, logo a poucos quilómetros de distância, revela um mundo musical novo, como se de outra terra se tratasse, com estética e energia próprias e personalidade muito vincada. Cada pequeno lugar criou uma forma de se exprimir, através da música, e de viver em comunidade. A soma de todas estas riquezas musicais marcantes é a verdadeira, e mais elevada matriz de Portugal.

O conceito inspira-se na vaga de festivais mundiais que reunem num só espaço a magia de cada canto do mundo. Trata-se de uma experiência singular, maravilhosa para muitos artistas talentosos, que vão desde nomes isolados e desconhecidos a outros já consagrados, que aqui encontram uma audiência internacional, de origens distintas a que darão uma visão de outras culturas que não a sua, através do prazer da música. Uma viagem incrível pela beleza musical do mundo.
É esta viagem incrível que o Festival SONS DA TERRA quer dar à música portuguesa, escolhendo artistas de diferentes zonas de Portugal.
O Festival SONS DA TERRA quer ser o original e obrigatório momento de reunir diversos recantos de Portugal, usando diferentes cores que pintam a sua identidade, desde a música, à dança, passando pelas mais variadas e raras artes performativas, misturando artistas consagrados em Portugal e no mundo com recônditos talentos que não sabem o que é ter muito público a vê-los, nem estão habituados a aplausos de massas e para quem a sua arte é uma prática terapeutica e quase religiosa.

Com:

  • Sete Sóis Sete Luas
  • Ana Moura
  • Fausto
  • Tuna Académica de Lisboa
  • Cantadeiras do Vale do Neiva
  • Zés P´reiras de Antas
  • Daniel Cristo
  • Rão Kyao
  • Castra Leuca Trio e Peu Madureira
  • Almocreves da Amieira
  • Grupo de Danças e Cantares de Paul
  • Pauliteiros de Miranda
  • Ana Lains
  • Adiafa
  • João Frade