Ouvir
Café Plaza
Em Direto
Café Plaza Germano Campos

Concertos

100 Caminhos | 8 Novembro | 19h00

Museu Nacional de Arte Antiga

|

100 Caminhos | 8 Novembro | 19h00 100 Caminhos | 8 Novembro | 19h00

© Jorge Carmona / Antena 2


Temporada Concertos Antena 2

8 Novembro | 19h00

Transmissão direta
a partir do Auditório do 


100 Caminhos


João Moreira e Carolina Alves, trompetes
Luís Vieira, trompa
Hugo Assunção e Joaquim Rocha, trombones





Programa

Claudio Monteverdi - 4 Madrigais
      Si ch’io vorrei morire
   No piu guerra, pietate
   Ah, dolente partita
   Quell augellin che canta

Viktor Ewald - Quinteto nº 3
  Allegro moderato
  Intermezzo
  Andante
  Vivo

António Victorino D’Almeida - Fantasia, Op. 70

Anne Victorino d’Almeida - Fantasia Campestre, Op. 85




Transmissão direta
Apresentação: Pedro Ramos
Produção: Anabela Luís, Reinaldo Francisco



100 Caminhos alicerça-se numa partilha de experiências reunidas no espaço e no tempo, refletindo vivências do centro da Europa e do Leste e referências conceptuais fortemente marcadas pelo legado norte-americano da música para metais. 
Numa mescla de gerações com perspectivas e objetivos arrojados perante os atuais desafios colocados à composição musical de sustentação erudita, este projeto ambicioso fundamenta o seu conceito no indisputável potencial eclético da música de câmara para quinteto de metais, promovendo profícuos cruzamentos estilístico-artísticos com a capacidade de atrair novos públicos e empolgar os mais regulares. 
Não obstante o foco e objetivos bem delineados nesta correlação com outras áreas artísticas, o 100 Caminhos não renega, naturalmente, a um relevante espólio que nos tem presenteado com obras de compositores como Leonard Bernstein, David Maslanka, Andre Previn, Anthony Plog, Elliot Carter, Eric Ewazen, David Sampson, Michael Tilson Thomas, Jan Bach, Malcolm Arnold, Witold Lutoslawski, Alexander Arutiunian, Victor Ewald, António Victorino D’Almeida, Carlos Azevedo, Sérgio Azevedo e Enrique Crespo, entre muitos outros.
O ecletismo, tão característico desta formação e profusamente sustentado por uma longa lista de convincentes arranjos e adaptações, é também um recurso do qual não abdicamos, na partilha de estilos musicais que continuam a motivar e inspirar intérpretes, plateias, e os próprios compositores.



João Moreira | Trompetista da Orquestra Metropolitana de Lisboa desde 2019. Entre 2012 e 2017 foi Trompete Solo com a MusicAeterna em Perm (Rússia) sob a direção do Maestro Teodor Currentzis, com a qual tocou nas maiores salas de espetáculo por todo o Mundo. 
Em 2017 regressou a Portugal, ganhando a posição de Trompete Solo na Orquestra Clássica do Sul. 
Ganhou diversos concursos no seu país e nos Estados Unidos da América (ITG – International Trumpet Guild) e tem-se apresentado como solista com várias orquestras, tais como MusicAeterna Orchestra (Perm, Rússia), Symphony Academic Orchestra of Rostov (Rostov-on-Don, Rússia), Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Académica Metropolitana, Krasnoyarsk Chamber Orchestra (Rússia) e Orquestra Metropolitana de Lisboa. 
Obteve um Mestrado em Performance da Hochschule fur Musik und Theater em Hamburgo (Alemanha), onde estudou com o conceituado Professor Matthias Hoefs.



Carolina Alves | Colabora com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras desde 2017. Tocou e gravou com diversos grupos e orquestras, tais como Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Clássica do Sul, Al Bustan Festival Orchestra, Orquestra d’Artes de Almada e OpuSpiritum Ensemble. 
Durante a sua experiência académica foi selecionada para integrar a Orchestre des Jeunes de La Méditerranée, Young Franco-German-Hungarian Philharmonics, Orquestra de Câmara Portuguesa Zero e European Union Youth Orchestra, sob a direção de Maestros como Sir Simon Rattle, Vasily Petrenko, Bernard Haitink, Hannu Lintu e David Alan Miller, em grandes salas como Het Concertgebouw (Amsterdão), Konzerthaus em Berlim (Alemanha), Radio Hall em Bratislava e Warsaw Philharmonic’s Concert Hall. 
Apresenta-se regularmente como solista, tendo tocado com a Orquestra de Sopros da Escola Superior de Música de Lisboa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Ensemble de Metais de Leiria e OpuSpiritum Ensemble. 
Obteve um Mestrado em ensino da Escola Superior de Música de Lisboa e um Mestrado em Performance da Hochschule fur Musik und Theatre em Leipzig (Alemanha), onde estudou com o conceituado Professor Guido Segers.



Luís Vieira | Trompa solista com a Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 2015. Foi chamado a integrar orquestras como a Berliner Philharmoniker, Orchestre de la Suisse Romande, Orchestra della Svizzera Italiana, Orquesta Nacional de España, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e Divino Suspiro Ensemble Barroco, sob a batuta de Mestros como Sir Simon Rattle, Semyon Bychkov, Valery Gergiev, Herbert Blomstedt, Christian Thielemann, Gustavo Dudamel, Riccardo Chailly e Andris Nelsons, com os quais teve oportunidade de tocar em algumas das melhores salas de espetáculo, tais como Berlin Philharmonie, Philharmonie de Paris, Concertgebouw Amsterdam, Royal Albert Hall London, Tonhalle Zurich, entre outras. 
Durante a sua experiência académica integrou orquestras como The World Orchestra, Lucerne Festival Academy, Schleswig-Hohlstein Youth Orchestra e Orquesta Joven Sinfónica de Galicia. Obteve a sua Licenciatura na Escola Superior das Artes Aplicadas de Castelo Branco, com o Professor Paulo Guerreiro em 2009, continuando os seus estudos com Abel Pereira, Eric Terwilligher e Sarah Willis. Entre 2011 e 2013 estudou na Esculea Superior de Musica Reina Sofia, com Radovan Vlatkovic recebendo, das mãos da Rainha Sofia de Espanha, o prémio para o melhor aluno da cátedra de Trompa. Obteve o seu Mestrado na Zurcher Hochschule der Kunste, com o conceituado Professor Radovan Vlatkovic, em 2015.
Em 2011 ganhou o Prémio Jovens Músicos e em 2013 foi finalista na Citta di Porcia Music Competition. 
É professor de Trompa na Escola Superior de Música de Lisboa e na Escola Superior de Artes Aplicadas, em Castelo Branco.



Hugo Assunção | Professor de Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa desde 2012 e tem lecionado Masterclasses de Trombone e Música de Câmara um pouco por todo o país e no estrangeiro. 
Tocou e gravou com diversos grupos e orquestras, tais como Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra da Madeira, Orquestra do Algarve, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Sinfonia Varsóvia, Orquestra do Hot Clube de Portugal, Orquestra de Jazz de Matosinhos e Daniel Bernardes’ Crossfade Ensemble. 
Partilha a Direção Artística do Festival Gravíssimo! com Sérgio Carolino e tem colaborado, tocado e gravado com artistas como James Thompson, David Taylor, Marshal Gilkes, Gyorgy Gyivicsán, David Bruchez, Gabriel Antão, Ricardo Pereira, João Martinho, Ruben Tomé, Francisco Couto, Jacques Mauger, Bart van Lier, Justin Clark, Robin Eubanks, Luis Bonilla, Eijiro Nakagawa, Christian Jones, Demondrae Thurman, Matthew Murchison, Thomas Ruedi, Anthony Caillet, Hélène Escriva, Tormod Flaten, Fernando Deddos, Luka Einfalt, Gene Pokorny, Bob Stewart, Floyd Cooley, Henrique Costa, Anne-Jelle Visser, Oren Marshall, Ricardo Carvalhoso, François Thuillier, Mike Forbes, Roland Szetnpáli, Daniel Perantoni, Nimrod Ron e Shimpei Tsugita. 
Em 2006 gravou Vox Gabrieli, com música para trombone e piano e A Different Era, como Diretor Musical do Ensemble Português de Trombones. Encomendou, estreou e gravou obras por Anne Victorino d’Almeida, Telmo Marques, Daniel Bernardes e António Victorino D’Almeida. 
Ganhou o lugar de Primeiro Trombone da Orquestra Sinfónica Portuguesa em 1993.




Joaquim Rocha | Trombone Baixo da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 2017. Tem sido convidado a integrar vários grupos e orquestras de onde se incluem a Sinfónica da Galiza, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Gulbenkian e Orquestra de Guimarães. 
É Licenciado pela Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (Porto) onde estudou com o Professor Severo Martinez, obtendo a mais alta classificação em 2017. 
Foi vencedor de vários prémios, destacando-se o First Prize Winner George Roberts Category para o International Trombone Festival Competition, que teve lugar na prestigiada Julliard School em Nova Iorque; 2016 Primeiro Prémio no Primeiro Concurso Internacional de Trombone (Castelo de Paiva) e 2019 Primeiro Prémio no Prémio Jovens Músicos, que lhe permitiu apresentar-se a solo com a Orquestra Gulbenkian. 
Participou em inúmeras Masterclasses com artistas conceituados como Stefan Schulz, Ian Bousfield, Andreas Klein, David Bruchez, Jamie Williams, Jon Etterbeek, Petur Eiriksson, Filipe Alves, Gabriel Antão, Bill Thomas e Nathan Zgonc.









Fotos Jorge Carmona / Antena 2