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Grande Auditório Reinaldo Francisco / Produção: Susana Valente

Concertos

Ana Pereira, Nuno Abreu & Morta Grigaliunaite | 10 Fevereiro | 19h00

Museu do Oriente

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Ana Pereira, Nuno Abreu & Morta Grigaliunaite | 10 Fevereiro | 19h00 Ana Pereira, Nuno Abreu & Morta Grigaliunaite | 10 Fevereiro | 19h00

© Jorge Carmona / Antena 2


Temporada Concertos Antena 2

10 Fevereiro | 19h00

Museu do Oriente
Entrada gratuita
(+ info aqui)


Ana Pereira, Nuno Abreu & Morta Grigaliunaite

Celebrações


Ana Pereira, violino
Nuno Abreu, violoncelo
Morta Grigaliunaite, piano






Programa

Astor Piazzolla - Quatro Estaciones Porteñas
I. Primavera Porteña
II. Verano Porteña
III. Otoño Porteña
IV. Invierno Porteño

L. v. Beethoven - Trio em Ré M, op. 70 Nº 1 "Ghost" 
- Allegro vivace e con brio
- Largo assai ed espressivo
- Presto, D major





Transmissão direta
Apresentação: Pedro Ramos
Produção: Anabela Luís



Ana Pereira | Concertino, natural de Lanhelas (1985), iniciou os estudos musicais na banda da sua terra natal, ingressando aos doze anos na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, na Classe de Violino de José Manuel Fernandéz Rosado. Aqui terminou o curso básico com a classificação máxima. Começou logo nesta fase de aprendizagem a ser distinguida em concursos: no Prémio Jovens Músicos 2002 obteve o 3.º Prémio de Violino (Nível Médio) e o 3.º Prémio de Música de Câmara (Nível Médio). Participou no 1.º Concurso de Violino Tomás Borba, sendo premiada com o 2.º prémio. Selecionada para a Academia Nacional Superior de Orquestra, começou a estudar com Aníbal Lima, licenciando-se com a classificação máxima no ano de 2007. Antes, em 2005, obteve o 2.º Prémio no Concurso Jovens Músicos (Nível Superior) e, um ano depois, o 1.º Prémio no mesmo concurso. No ano de 2007 venceu a modalidade de Música de Câmara (Nível Superior), como 1.º violino do Quarteto Artzen, grupo do qual é membro fundador. Mais recentemente, foi vencedora do Prémio Internacional Jovens Violinistas 2011 A Herança de Paganini. Fez durante toda a formação masterclasses com prestigiados violinistas, nomeadamente Serguei Arantounian, Anotoli Swarzburg, Evélio Teles, Zófia Kuberska-Wóyciska, Gerardo Ribeiro, Eugene Gratovich, Irina Tseitlin, Michael Tseitlin Carmelo de los Santos, Günter Seifert, Igor Oistrach e Evegeny Bushkov, entre outros. 
As suas qualidades interpretativas levaram-na a ser concertino da Orquestra Sinfónica da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, da Orquestra Académica Metropolitana, da Orquestra Sinfonietta de Lisboa e da Orquestra de Ópera Portuguesa. Foi também eleita como concertino para a Orquestra Nacional de Jovens APROARTE 2002 e para o II Estágio da Orquestra Sinfónica Académica Metropolitana. 
Tocou em diversas orquestras: Sinfonietta do Porto, Sinfonietta de Lisboa, APROARTE, Orquestra Sinfónica da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra de Ópera Portuguesa, OrchestrUtopica, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Remix Ensemble e Orquestra Metropolitana de Lisboa. 
Apresentou-se como solista com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Joensuun Kaupunginorkesteri (Finlândia), em Portugal e no estrangeiro. 
Atua regularmente como concertino da Orquestra Sinfonietta de Lisboa e é membro fundador da camerata de cordas Alma Mater. Ocupa, desde junho de 2015, o lugar de Concertino da Orquestra Metropolitana de Lisboa, formação que integra desde 2008 (e na qual ocupou o cargo de concertino-adjunto durante cerca de 7 anos). Faz parte do corpo docente das Escolas da Metropolitana desde 2009.



Nuno Abreu | Nascido em 1983, iniciou os seus estudos musicais em 1988 na Fundação Musical dos Amigos das Crianças (Lisboa), onde estudou com Maria José Falcão e terminou o Curso Geral em 2001, com elevadas classificações. Em 2005 concluiu a licenciatura em violoncelo, do curso de Instrumentista de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe de Paulo Gaio Lima, com as mais elevadas classificações. Em 2007 concluiu o Mestrado em Performance na Northwestern University School of Music (Chicago), na classe de Hans Jensen, com a máxima classificação. Foram-lhe atribuídas bolsas da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian e da Northwestern School of Music Fellowship. Participou em masterclasses dos professores Ralph Kirshbaum, Frans Helmerson, Bernhard Greenhouse, Anner Bylsma, Wolfgang Boettcher, Márcio Carneiro, Lluis Claret, Martin Ostertag, Maria de Macedo e Xavier Gagnepain. 
Realizou vários recitais em Portugal e no estrangeiro, tendo estreado três peças contemporâneas de compositores portugueses (António Pinho Vargas, Hugo Ribeiro e Luís Cardoso) para violoncelo solo. Críticos aclamaram as suas interpretações como sendo “um excelente solista, com um som muito bonito e uma técnica irrepreensível” (Jornal Público).
Integrou a Orquestra das Escolas de Música Particulares, a Orquestra Académica Metropolitana, a Orquestra Sinfónica da Northwestern University (como chefe de naipe), a Civic Orchestra of Chicago (training orchestra da Orquestra Sinfónica de Chicago), a Orquestra Juvenil Ibero-Americana, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e a Orquestra Gulbenkian, nas quais trabalhou com maestros como Gustavo Dudamel, Robert Spano, Christoph von Dohnányi e Charles Dutoit, entre outros. 
Recentemente, foi convidado a integrar a European Union Orchestra, cuja primeira apresentação pública ocorreu em Bucareste, em Janeiro de 2019. Nos Estados Unidos da América vence o Prémio Northshore Competition (2007) e em Portugal vence o Prémio Jovens Músicos na modalidade de Música de Câmara, nível superior (2004), bem como o Concurso de Interpretação das Caldas da Rainha (2007). Também em 2007, obtém o 2º Prémio e o Prémio do Público no Concurso deInterpretação do Estoril. 
Lecionou no Instituto Gregoriano de Lisboa de 2007 a 2016 e leciona, desde 2013, na Escola Profissional da Metropolitana. É atualmente, e desde 2016, Chefe de Naipe na Orquestra Metropolitana de Lisboa.




Morta Grigaliunaite | 
Com actuações transmitidas ao vivo em 40 países através do canal de música clássica Mezzo, a pianista lituana afirmou-se como uma ativa solista e pianista de música de câmara. Em 2019, lança o seu álbum de estreia, intitulado “Bacewicz Piano Music”, que continua a receber excelentes críticas pela sua interpretação das obras para piano de Grażyna Bacewicz. Descritas pela crítica como “poderosas e dramáticas”, as suas gravações foram apresentadas na BBC Radio 3, e mereceram destaque nas revistas Fanfare e Diapason. 
Morta Grigaliunaite chamou a atenção do público pela primeira vez em 2005, quando atuou na Sala de Concertos “Filarmónica Nacional da Lituânia”, em Vilnius, a convite de Mstislav Rostropovich. Desde então, atuou como solista com diversas orquestras prestigiadas, como a Orquestra Sinfónica Nacional da Lituânia, a Orquestra de Câmara de São Cristóvão, a Orquestra de Câmara da Lituânia, a Orquestra de Câmara do Estado da Geórgia, a Orquestra Sinfónica do Estado da Lituânia e a Orquestra de Câmara do Estado do Azerbaijão. 
A pianista lituana atuou em salas de espetáculos um pouco por todo mundo, entre as quais se destacam: Berliner Philharmonie, Wigmore Hall, Kings Place, St. John's Smith Square, Sede da UNESCO, em Paris, National Galery, em Londres, Palácio de Festivales de Cantabria, em Santander, Centro de Artes de Batumi, na Geórgia, e Salão Filarmónico do Estado do Azerbaijão, em Baku. 
Morta Grigaliunaite atuou com ilustres artistas, como o renomado professor de violino Zakhar Bron, o ex-oboísta principal da Filarmónica de Berlim, Hansjörg Schellenberger, e Valentin Erben, membro fundador do Quarteto Alban Berg. 
Morta Grigaliunaite teve a sua primeira aula de piano na sua cidade natal, Pasvalys. Depois de conhecer Mstislav Rostropovich, que a encorajou a seguir uma carreira musical, ingressou na Escola Nacional de Artes M. K. Čiurlionis, em Vilnius. Aos 16 anos, Morta Grigaliunaite mudou-se para o Reino Unido para estudar com William Fong na Purcell School of Music e logo depois recebeu uma bolsa integral na Royal Academy of Music de Londres, onde estudou com Hamish Milne. Formada com Honras de Primeira Classe, ao longo do seu tempo em Londres, Morta Grigaliunaite recebeu várias distinções atribuídas a estudantes de excelência, bem como diversos prémios em concursos de solistas e de música de câmara. Durante este período, foi gentilmente apoiada pela Rostropovich Help and Support Foundation e pela Fundação Michel Sogny. Os seus estudos posteriores ocorreram na Hochschule für Musik und Tanz Köln e na Escuela Superior de Música Reina Sofia, em Madrid, onde foi aluna de Claudio Martínez Mehner e Dmitri Bashkirov. 
Atualmente, é professora de piano na Purcell School of Music, em Londres, a mais antiga escola de música da Grã-Bretanha.










Fotos Jorge Carmona / Antena 2