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Concerto de Ano Novo | 8 Janeiro | 19h00

Fundação Gulbenkian

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Concerto de Ano Novo | 8 Janeiro | 19h00 Concerto de Ano Novo | 8 Janeiro | 19h00

© Jorge Carmona / Antena 2


8 Janeiro | 19h00

Grande Auditório da
Fundação Gulbenkian


Concerto de Ano Novo

Orquestra Gulbenkian | Elena Schwarz


Siobhan Stagg, Soprano
Orquestra Gulbenkian
Direção de Elena Schwarz


Programa

Franz von Suppé - Abertura da opereta Leichte Kavallerie (Cavalaria Ligeira)

Johann Strauss II - Explosions-Polka, op. 43

Léo Delibes - Les filles de Cadix

Johann Strauss II - Abertura da opereta Der Zigeunerbaron (O Barão Cigano)

Hans Christian Lumbye - Galope do Caminho-de-ferro a Vapor de Copenhaga

Giacomo Puccini - La Bohème: “Quando m’en vo”

Josef Hellmesberger Jr. - Elfenreigen (Dança dos Elfos)

Giacomo Puccini - Gianni Schichi: “O mio babbino caro”

Franz Lehár - Wilde Rosen (Chrysanthemum-Walzer)

Johannes Brahms - Dança Húngara nº 1

Franz Lehár - Giuditta: “Mein Lippen, sie küssen so heiß”

Johann Strauss II - No Belo Danúbio Azul, op. 314



Em 2018/19 a maestrina Elena Schwarz foi selecionada para o programa Gustavo Dudamel Fellowship, em Los Angeles. Em janeiro de 2020 confirmou a sua crescente reputação ao dirigir a ópera The Sleeping Thousand na Fundação Gulbenkian. Neste seu regresso, colabora com a Orquestra Gulbenkian e com a soprano australiana Siobhan Stagg, solista principal da Deutsche Oper Berlin durante seis anos e uma das mais belas vozes da atualidade. Três concertos que saúdam o novo ano, em sintonia com a tradição de interpretar, nesta altura, conhecidas peças do repertório romântico.




Transmissão direta
Apresentação: Pedro Ramos
Produção: Alexandra Louro de Almeida, Zulmira van Holstein





Siobhan Stagg | A cantora australiana diplomou-se pela Universidade de Melbourne. Iniciou a sua carreira no Salzburger Festspiele’s Young Singers Project e, entre 2013 e 2019, foi soprano solista da Deutsche Oper Berlin, tendo interpretado, entre outros personagens: Pamina (A Flauta Mágica), Sophie (O Cavaleiro da Rosa), Blonde (O Rapto do Serralho), Gilda (Rigoletto), Micaëla (Carmen), Adele (O Morcego), Zerlina (Don Giovanni), Musetta (La Bohème), Contessa di Folleville (Il viaggio a Reims), Marguerite de Valois (Les Huguenots), Tytania (Sonho de uma Noite de Verão) e ainda Waldvogel e Woglinde no ciclo O Anel (Wagner) dirigido pelo maestro Simon Rattle.
Os seus compromissos para a temporada 2020-2021 incluem o papel de Pamina, na sua primeira apresentação no Festival de Glyndebourne, e uma estreia em recital a solo no Wigmore Hall de Londres. Entre os seus sucessos recentes destacam-se: o papel principal em Cendrillon, de Massenet, para a Lyric Opera de Chicago; Pamina, para a Royal Opera House – Covent Garden; Sophie (O Cavaleiro da Rosa), para a Ópera de Zurique; Mélisande (Pelléas et Mélisande), na Ópera de Dijon e na Victorian Opera (Melbourne); Gilda (Rigoletto) e Cordelia, em Lear de Aribert Reimann, para a Hamburgische Staatsoper; e Najade (Ariadne auf Naxos), para a Bayerische Staatsoper, em Munique. Foi também soprano solista no Requiem de Mozart, encenado por Romeo Castellucci no Festival d’Aix-en-Provence e no Festival de Adelaide.


Como solista de concerto, Siobhan Stagg interpretou: Um Requiem Alemão de Brahms, (Filarmónica de Berlim e maestro Christian Thielemann); Sinfonia Lírica de Zemlinsky, nos BBC Proms (Sinfónica da BBC e Simone Young); árias de concerto de Mozart, no Festival de Salzburgo e no Festival d’Aix-en-Provence (Ensemble Pygmalion e Raphaël Pichon); Quatro Últimas Canções de R. Strauss (Kristiansand Symfoniorkester e Nathalie Stutzmann); Missa Solemnis de Beethoven (Filarmonica del Teatro Comunale di Bologna e Asher Fisch); Nona Sinfonia de Beethoven (Sinfónica de Bamberg e Nathalie Stutzmann); Shéhérazade de Ravel (Sinfónica de Stavanger e Marc Soustrot); e Sinfonia nº 2 de Mahler (Filarmónica de Seul e Osmo Vänskä).
Em outubro de 2020 Siobhan Stagg foi nomeada Diretora do Melba Opera Trust Board, sendo a primeira bolseira a ocupar este lugar e também a primeira com funções diretivas a nível internacional.




Elena Schwarz | A maestrina suíça-australiana  nasceu em 1985. Estudou violoncelo e musicologia antes de ingressar na classe de direção de orquestra de Laurent Gay na Escola Superior de Música de Genebra. Especializou-se em repertório contemporâneo com Arturo Tamayo e aperfeiçoou a sua técnica com Peter Eötvös, Matthias Pintscher, Bernard Haitink e Neeme Jaärvi.

Venceu o Concurso Princesa Astrid, na Noruega (2014), foi 2ª classificada no Concurso Jorma Panula, na Finlândia (2015) e foi distinguida pela Adami, em França (2016). Foi maestrina assistente de Mikko Franck na Filarmónica da Radio France, trabalhando em simultâneo com Marko Letonja na Sinfónica da Tasmânia e com Asher Fisch na Sinfónica da Austrália Ocidental. Em 2017, no Festival de Saint-Denis, substituiu Mikko Franck, tendo dirigido a 7ª Sinfonia de Bruckner.

Mais recentemente, dirigiu a Sinfónica de Trondheim, a Sinfonietta de Lausanne, a Orquestra de Cannes, a Sinfónica de Helsingborg, a Orquestra de Câmara de Paris, a Filarmónica de Liège, a Orquestra de Câmara de Lausanne e a Musikfabrik de Colónia.

No domínio da ópera, assistiu Mikko Franck em Madama Butterfly e Rigoletto, no festival Chorégies d’Orange, e Elektra, na Ópera Nacional de Paris. Assistiu também Kazushi Ono em O Anjo de Fogo de Prokofiev, no Festival d’Aix-en-Provence. Recentemente, participou no programa Dudamel Fellowship, desenvolvido pelo maestro Gustavo Dudamel e pela Filarmónica de Los Angeles.




Orquestra Gulbenkian | Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de mais de cinquenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de sessenta instrumentistas que pode ser pontualmente expandido de acordo com as exigências de cada programa de concerto.
Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório que se estende do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas tradicionais, nomeadamente a produção orquestral de Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Mendelssohn ou Schumann, podem ser dadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório Gulbenkian, em Lisboa, em cujo âmbito tem tido ocasião de colaborar com alguns dos maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos em diversas localidades do país, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, por sua vez, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo até agora efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas.
No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. Lorenzo Viotti é o Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Gulbenkian. Giancarlo Guerrero é Maestro Convidado Principal.






Fotos Jorge Carmona / Antena 2