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Concertos

Concerto de Câmara | OSP 25 | 28 Fevereiro e 4 Março | 19h00

Concerto Aberto

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Concerto de Câmara | OSP 25 | 28 Fevereiro e 4 Março | 19h00 Concerto de Câmara | OSP 25 | 28 Fevereiro e 4 Março | 19h00

© Jorge Carmona / Antena 2


28 Fevereiro | 4 Março | 19h00

Um programa de Andrea Lupi
Produção de Anabela Luís

Gravação realizada no 
a 10 de Janeiro de 2019


Concerto de Câmara | Série OSP 25

Anabela Valverde Malarranha, flauta e curadoria
Luis Auñon Perez, oboé
Cândida Oliveira, clarinete
Carlos Rosado, trompa
David Harrison, fagote


Programa

Carl Nielsen (1865-1931) - Quinteto para Sopros, op. 43

György Ligeti (1923-2006) - 6 Bagatelles para quinteto de sopros

Luciano Berio (1925-2003) - Opus Number Zoo
1. Barn Dance
2. The Fawn. Calmo
3. The Grey Mouse
4. Tom Cats



A curadoria da série de concertos de câmara OSP25 fica a cargo de músicos da Orquestra Sinfónica Portuguesa que, este ano, completa 25 anos de uma atividade repleta de merecidíssimos sucessos junto de um vasto público, granjeando igualmente o aplauso crítico nacional e internacional. Os concertos no Foyer de São Carlos são de entrada livre e têm o objetivo de tornar-se uma plataforma regular para conjuntos e músicos que desejem usufruir da atmosfera única deste Teatro, bem como da sua localização tão central.





Anabela Valverde Malarranha | Flauta
Natural de Évora, iniciou os seus estudos musicais em Évora, onde completou os estudos académicos na Academia de Música Eborense e na Escola Profissional de Música de Évora com Nuno Ivo Cruz. Licenciou-se na Academia Nacional Superior de Orquestra em 1998. Em 2001 concluiu o Mestrado no Conservatório Real de Haia na Holanda com os professores Rien de Reede, Thies Roorda e Emily Beynon. Frequentou master classes com William Bennett, Patrick Gallois, Peter-Lukas Graf, Aurèle Nicolet, Carlos Brunnel, Konrad Hünteler, Patrícia Morris e Vincent Cortvrint (piccolo) e Jeanne Baxtreasser. Foi laureada com o 1º prémio no Concurso da Juventude Musical Portuguesa em 1990 e 1992. 
Atuou como solista com várias orquestras nacionais, destacando-se a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra das Beiras. Das suas apresentações em recitais a solo e música de câmara, destaca-se o recital no Concertgebouw, em Amesterdão, incluído na programação do Curso Holland Music Sessions. Foi primeira flauta na Orquestra Metropolitana de Lisboa entre 2000 e 2005. Lecionou na Academia Nacional Superior de Orquestra, Escola Profissional Metropolitana, Conservatório de Música da Metropolitana, Escola Superior de Música de Lisboa, Escola Profissional de Música de Évora, Academia de Música Eborense e Universidade de Évora. Tem orientado diversas master classes em Portugal desde 2000. Integra a Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 2005.




Luis Auñon Perez | Oboé
Estuda Oboé no Conservatório Superior de Música “Joaquín Rodrigo” de Valência (Espanha), a sua cidade natal, onde obteve o Prémio Extraordinario Final de Carreira.
Posteriormente, recebe aulas magistrais de oboístas como J. Gayot, M. Bourgue, S. Schilli ou D. Wollenweber. Durante o seu percurso como estudante integrou a Orquestra de Jovens de Valência, a Orquestra Nacional da Juventude de Espanha e a Orquestra Mundial da Juventude.
Em 2015, ganha o Concurso Nacional de Oboé de Espanha. No ano 2013 ocupou o lugar de solista B na Orquestra Metropolitana de Lisboa, e, desde 2016, é solista A da Orquestra Sinfónica Portuguesa.



Cândida Oliveira | Clarinete
Iniciou os seus estudos de Clarinete na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE, com Adam Wierzba e José Ricardo Freitas, terminando em 2001 o curso. Licenciou-se em Música, em 2005, na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto, na classe de António Saiote. Concluiu o grau de Mestre no Ensino Especializado de Música na Universidade de Aveiro em 2013.
Premiada nos principais concursos nacionais e internacionais, tais como o Prémio Jovens Músicos (2000, 2002 e 2005), Concurso internacional de clarinete de Lisboa (2011), Concurso de clarinetes de Montroy (2003), International Clarinet Association (2005). Integra vários projetos de Música de Câmara.
Desde 2011 é Artista Selmer, (tocando com o modelo Privilège) e representante da marca Vandoren.
É desde 2015 solista B do naipe de clarinetes da Orquestra Sinfónica Portuguesa do Teatro Nacional de São Carlos.




Carlos Rosado | Trompa
Natural de Évora, é um dos mais conceituados intérpretes de trompa a nível nacional. Começou os seus estudos aos 8 anos no Conservatório de Música de Évora com Adácio Pestana. Muito cedo ingressou em todas as orquestras de jovens existentes em Portugal (OPJ, Orquestra da Escolas Particulares). Fez digressões pela Europa com a Orquestra Portuguesa da Juventude e com a Orquestra de Jovens do Mediterrâneo.
Licenciou-se na Escola Superior de Música de Lisboa sob a orientação de Jonathan Luxton. Durante a sua formação trabalhou com Herman Baumman, Stefan Dohr, Vicente Zarzo. Foi premiado no concurso da juventude musical portuguesa como solista de nível superior e em música de câmara. Apresentou-se como solista com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e Orquestra Regional de Évora. Trabalhou com maestros e solistas como Carlo Maria Giulini, Sir Colin Davis, Michel Tabachnik. Gravou as sinfonias de Joly Braga Santos com a Orquestra Sinfónica Portuguesa.
É membro fundador do quinteto de sopros sirix ensemble com várias gravações para a RDP. Representou Portugal na Bienal de Munique e em São Paulo com a ópera A Queda do Céu de Tato Taborda. Tocou com várias orquestras nacionais, nomeadamente, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Nova Filarmonia, Orquestra do Norte, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Clássica da Madeira e Orquestra de Cascais e Oeiras. Faz parte dos quadros da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 1997 desempenhando as funções de solista B. 
É professor de trompa na Universidade de Évora desde 2000.



David Harrison | Fagote
Estudou fagote na Royal Academy of Music, em Londres, com John Orford e Deirdre Dundas-Grant, tendo aí concluido a formação em 1989. Em 1993 assumiu o lugar de fagotista da Orquestra Sinfónica Portuguesa (chefe de naipe), posição que ainda hoje mantém. Além da Sinfónica tem trabalhado também com vários agrupamentos nacionais (Remix Ensemble, Moscow Piano Quartet, Orquestra Sinfónica do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa) e britânicos (BBC Concert Orchestra e Royal Scottish National Orchestra). 
Nos últimos anos tem vindo a criar projetos comunitários e educativos, e com a colaboração de colegas da OSP deu workshops em torno das produções de ópera do TNSC.







Fotos Jorge Carmona / Antena 2 RTP