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Jorge Moniz | 17 Novembro | 19h00

Liceu Camões

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Jorge Moniz | 17 Novembro | 19h00 Jorge Moniz | 17 Novembro | 19h00

Temporada Concertos Antena 2

17 Novembro | 19h00

Transmissão direta
a partir do Auditório do 
Liceu Camões            


Jorge Moniz


Jorge Moniz, piano, composição e direção musical
Jorge Vinhas, violino I
Francisco Ramos, violino II
Eurico Cardoso, viola
Emídio Coutinho, violoncelo
Inês Jacques, teclado e voz
Ana Rita Pratas, clarinete/clarinete baixo






Programa

Jorge Moniz (1973)

Returning
Neblina
Vejle
Luz
Tralhoada
O Tejo. Grito e Lamento
Forest Suite
Dreams
Cinematheque
Voiles




Jorge Moniz é um músico e compositor português cujo percurso se tem desenvolvido em múltiplas linguagens musicais que vão do Pop ao Jazz. O seu último trabalho, intitulado Cinematheque, com lançamento previsto para finais de 2021, pela editora internacional 2020editions (Europa) e COH Productions (Estados Unidos), dá continuidade à formação clássica do músico e revela as suas últimas experiências numa linguagem mais próxima do universo erudito, nomeadamente através da instrumentação para piano, quarteto de cordas, clarinete baixo e voz, a que se juntam discretas sonoridades eletrónicas.
As obras que dão corpo a este projeto foram compostas ao longo do ano de 2020 e revelam uma sonoridade próxima de uma atmosfera cinematográfica de toada melancólica e contemplativa, resultado de um introspetivo processo composicional. A abordagem musical é complementada com uma forte componente visual, quer através do desenho de luz como de imagens projetadas em tela, numa estreita colaboração com o realizador Fernando Silva e por Chris Bigg na edição discográfica.




Transmissão direta
Apresentação: João Almeida
Produção: Anabela Luís, Cristina do Carmo



Jorge Moniz | Nasceu no Barreiro em 1973. Iniciou os seus estudos musicais de piano na Academia de Amadores de Música, estudos que prosseguiu no Conservatório Nacional onde concluiu o 7º grau do curso de Piano. Simultaneamente estudou bateria na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa e Mestre em Etnomusicologia pela Universidade Nova de Lisboa sob a orientação de Salwa Castelo-Branco. Concluiu o Doutoramento em Artes na Faculdade de Letras de Lisboa, em 2017, com aprovação por louvor e distinção, onde aborda a significação musical no cinema. Leciona no Conservatório Regional de Setúbal, Universidade Lusíada de Lisboa e Escola de Jazz Luiz Villas-Boas do Hot Clube de Portugal.
Colabora com inúmeros projectos na área do Jazz, área em que tem dois álbuns em nome próprio, “Deambulações” e “Inquieta Luz”, de 2010 e 2014, respectivamente, que contam com músicos como Carlos Barretto, Júlio Resende, Luís Figueiredo ou Mário Delgado. Integra o Quarteto da cantora Beatriz Nunes desde 2012 e o trio INDRA, com Luís Barrigas e João Custódio, que recentemente gravou o seu 2º álbum. Colabora com vários projectos que cruzam o Cante Alentejano com novas linguagens, nomeadamente o do cantor Paulo Ribeiro.
Mais recentemente tem trabalhado na área da composição para teatro, cinema e dança.
Tem vários textos publicados sobre a linguagem musical no Cante Alentejano nomeadamente através da colaboração na revista Memória Alentejana e na edição do CD Cancioneiro Alentejano lançado a propósito da candidatura do Cante Alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade.


Jorge Vinhas | Nascido em Castelo Branco em 1977, Jorge Vinhas iniciou os seus estudos de violino no Conservatório daquela região aos 11 anos de idade, na classe de Hadewich Steenbergen. Em 1995 ingressa na Academia Nacional Superior de Orquestra nas classes de Lígia Soares Silva e de Fulvio Liviabela. Em 2002 conclui a sua licenciatura em violino na Escola Superior de Música de Lisboa com Aníbal Lima. Paralelamente frequentou diversas master-classes em Portugal e no estrangeiro sob a orientação de Gerardo Ribeiro, Boris Kuniev, Igor Suliga, elementos do Edimburg Quartet e Leon Spierer, entre outros. 
Colabora com diversas orquestras entre as quais a Sinfonietta de Lisboa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e como professor da Orquestra Sinfónica Juvenil, com a qual se apresentou a solo no festival da Juventude 2002 em Tianjin, na China. Em 2010 fez formação pedagógica com Betty Haag na Betty Haag Academy of Music em Chicago nos Estados Unidos. Leciona atualmente violino e classe de conjunto no Conservatório Regional de Setúbal.


Francisco Ramos | Iniciou os seus estudos musicais em 2002, na Escola Profissional de Artes da Beira Interior, e em 2011 concluiu a licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa. Durante a sua formação frequentou diversas masterclasses e estágios de orquestra com diversos maestros e violinistas como Ernest Schelle, Jean-Sebastian Bereau, Roberto Perez, Cármelo De Los Santos, Daniel Rowland, Ilona Sie Dhian Ho, Vasco Azevedo, Michael Zilm, Pedro Neves, Martin André, Christopher Bochmann, entre outros. 
De 2010 a 2013 foi professor de violino, violeta e formação musical na Escola de Artes de Sines. Nesta escola inicia também os seus estudos de Jazz e improvisação com Vasco Agostinho. 
Em 2014 ingressa na licenciatura de Jazz da Escola Superior de Música de Lisboa onde estuda com André Fernandes, João Moreira, Filipe Melo e Pedro Moreira. Entre 2015 e 2020 foi professor de violino no Conservatório das Caldas da Rainha e na Escola de Jazz do Barreiro, atualmente é professor no Conservatório de Música Sons e Compassos (Terrugem – Sintra) e na Academia de Jazz Os Franceses (Barreiro). Concluiu o Mestrado em Ensino de Música da Universidade de Évora em 2020 e presentemente frequenta o Doutoramento em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Enquanto violinista profissional já colaborou em gravações e/ou concertos de vários grupos e orquestras como a Orquestra de Câmara de Almada, Orquestra Philarmónica de Lisboa, Orquestra de Câmara de Sintra, Os Maquinistas, All in Folk, Sam the Kid e Afonso Cabral.
Regularmente tem realizado vários concertos com o Velvet Quintet. Através do quarteto de cordas Naked Lunch colaborou na gravação do primeiro livro/CD da Lisbon Poetry Orchestra “Poetas Portugueses de Agora”, participando frequentemente em vários concertos deste colectivo. Além disso, inserido no mesmo quarteto, tem participado em alguns concertos de Conan Osíris.


Eurico Cardoso | Iniciou os estudos musicais com 10 anos de idade e aos doze ingressou na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave na classe de António Soares com quem estudou violino durante os seis anos de formação. Como atividades extra curriculares, participou em 1995 na orquestra responsável pelo encerramento dos Encontros Nacionais dos Desportos Escolares sob direcção de Miguel Graça Moura, em 1997 no concurso ibérico Júlio Cardona em Covilhã e em 1998 na série, Recitais de Jovens Solistas da Fundação Cupertino de Miranda. Participou também em Master-Class com os professores: Gerardo Ribeiro, Yfrah Neaman, Chao Bin, Michael Hentz e Stefan Kamilarov. Concorreu e frequentou desde 1995 e durante quatro anos consecutivos a Orquestra Das Escolas De Música Particulares sob a direção de Leonardo de Barros. É licenciado em violino e violeta pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe de António Anjos, Jeanne Antoniuk e Kachatour Amirkanian e atualmente encontra-se a frequentar o mestrado em violino na mesma escola. 
Tem colaborado como artista convidado para reforço em várias orquestras como: Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra da Companhia Nacional de Bailado, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra e Câmara Cascais Oeiras, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra do Algarve e Orquestra da Gulbenkian onde se destacam duas digressões em 2007 pelas principais cidades Alemãs e Budapeste, acompanhando os pianistas Arkadi Volodos, Lang Lang e Lise La Salle e uma terceira digressão a Macau, Cantão e Pequim em 2013. 
Em 2008 participou no Festival Feldkirch Musik Factory na Áustria; e em 2009 colaborou no musical West Side Story, de Berntein no politeama. Destaca-se também as inúmeras gravações efectuadas com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa de artistas como: Rodrigo Leão, Carlos do Carmo, Rui Veloso, João Pedro Pais, Carlos Martins, Pedro Abrunhosa, Ronda dos Quatro Caminhos, bandas sonoras da autoria de Bernardo Sassetti, e Mariza, cuja gravação foi nomeada para um Grammy Award latino. 
Desde março de 2013 que é membro do Quarteto de Cordas de Sintra, com esta formação tem efetuado inúmeros concertos onde se destacam o ciclo de concertos “Integral dos quartetos de Mendelssohn”, realizados no centro cultural Olga Cadaval, quartetos românticos portugueses no CCB, festival da Primavera em viseu, Festival Muziekdagen em Zeist, Holanda, Rio HarpFest no Rio de Janeiro, Brasil e nos Dias da Música no CCB em 2016.


Emídio Coutinho | Natural de Lisboa, iniciou os estudos musicais com o seu Pai Emídio Coutinho, teve como professora de Violoncelo Clélia Vital. Fez parte da Orquestra Sinfónica Juvenil, terminou o curso de violoncelo no Conservatorio Nacional de Música de Lisboa licenciou-se na Escola Superior de Música de Lisboa. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris sob a orientação de Claude Maindive. 
Foi membro fundador da Orquestra Nova Filarmonia Portuguesa. Participa na Orquestra Sinfonieta de Lisboa, professor no Conservatório Regional de Setúbal e é violoncelista efetivo da Orquestra Sinfónica Portuguesa.


Ana Rita Pratas | Iniciou os seus estudos musicais em 1991 na Sociedade Filarmónica Cartaxense e em 1995 começou a estudar clarinete na classe de Dário Lopes. Ingressou no Conservatório Nacional na classe de clarinete de Luís Gomes em 1998. Durante o tempo que frequentou esta escola representou-a por várias vezes em diversos concertos. Termina o curso com 18 valores. É diplomada pelo Instituto Piaget (licenciatura) desde 2011, curso que termina 20 valores na disciplina de Clarinete. Em 2016 termina o curso de Jazz na Escola Luís Villas-Boas, Hot Club Portugal. 
Faz parte dos quadros da Banda de Música da Força Aérea Portuguesa onde toca regularmente a solo. Como docente lecionou iniciação musical no Colégio Almeida Garret no Cartaxo; no programa de atividades de enriquecimento curricular no 1.º ciclo do ensino básico no concelho do Cartaxo; aulas de clarinete na Banda Filarmónica de Azambuja e é professora de clarinete a nível particular desde 2015, tendo já trabalhado na Academia de Música de Óbidos, Banda de Música de Alcobaça, entre outros. Frequentou diversas masterclasses tanto em Portugal como no estrangeiro com professores como: Andrew Simon, António Saiote, António Salguero, Antony Pay, Charles Neidich, Enrique Piquer, Fabrizio Meloni, Harry Sparnaay, Henry Bok, Hermann Stefansson, Joan Enric Lluna, Jonathan Cohler, Jorge Montilla, Nuno Silva, Lawrie Bloom, Luís Rossi, Paolo Beltramini, Paul Meyer, Pedro Rubio, Philipe Cuper, Romain Guyot, Ronald Van Spaendonck, Rui Martins, Valdemar Rodriguez, Venâncio Marti, Walter Boeykens e Yehuda Gilad. 
Profissionalmente tem vindo a trabalhar com as: Orquestra Típica Scalabitana, Orquestra de Clarinetes de Almada, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmónica das Beiras, Orquestra de Câmara Portuguesa, Grupo de Música Contemporânea Portuguesa e Orquestra Sinfonietta de Lisboa, integrando esta última com regularidade. 
Fez parte do elenco musical da Ópera “O Doido e a Morte” em cena no Teatro Municipal de Almada e na peça de teatro em cena no Teatro S. Luís “ Quando o Inverno Chegar”. Fez parte do elenco musical do Filme “Amor de Perdição” do realizador Mário Barroso e banda sonora de Bernardo Sassetti. Tocou a solo num concerto na FNAC em Lisboa. Trabalhou sob a direção de diversos maestros, dos quais se destacam Jean-Sébastien Béreau e Michell Fennell, Vasco Pearce de Azevedo, Cesário Costa, David Gimenéz e Christopher Bochmann. Tocou com artistas como Bernardo Sassetti, José Carreras, Mariza, Carlos do Carmo, Carminho, António Zambujo, Fernando Tordo ou Rui Veloso. 
Conquistou o 2º Prémio no Concurso Internacional de Clarinete Baixo de Tenerife em 2019 e foi finalista no Concurso Internacional de Clarinete Baixo – Henri Selmer – Roterdão e da Orquestra Jovem da União Europeia em 2005.


Inês Jacques | Bailarina, coreógrafa, cantora com uma passagem por um mestrado de Antropologia em Cultura. Colaborou com inúmeros artistas e com vários contextos.
Criou “Voo” (2021), “Carga”(2020) com Márcia Lança, “Jù Chang” (2020), “Truc” (2019) com Rita Calçada Bastos, “No Fim Era o Frio” (2019) com Mão Morta, “Excesso de Luz Cega” (2017), performances com comunidades com Hélio Mateus, trabalhou como intérprete com Tiago Guedes entre 2000 e 2009.
Os seus trabalhos venceram 3 edições do concurso Jovens Criadores do CPAI. Foi artista residente na Fundação Serralves, O Espaço do Tempo, Atalaia Artes Performativas, Parc de la Villete, PAF e Main d’Oeuvres.
Tem tido projectos musicais ao longo do seu percurso, com destaque para Ela Não É Francesa Ele Não é Espanhol e colaborações com Alex Cortez (Rádio Macau) e I-Wolf (Sofa Surfers)
Lecionou corpo e movimento na InImpetus Escola de Actores e voz na Escola Superior de Dança.