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Grande Auditório Reinaldo Francisco / Produção: Pedro Ramos

Concertos

Leonidas Kavakos | Korngold e Dvořák | 14 Maio | 21h00

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Leonidas Kavakos | Korngold e Dvořák | 14 Maio | 21h00 Leonidas Kavakos | Korngold e Dvořák | 14 Maio | 21h00

© Patrick Huerlimann


14 Maio | 21h00

Grande Auditório
Realização e Apresentação: Reinaldo Francisco 
Produção: Pedro Ramos

Gravação pela Rádio Suíça de Língua Alemã
no Centro de Cultura e Congressos de Lucerna (KKL)
a 5 de Setembro de 2019


Leonidas Kavakos | Korngold e Dvořák 



Direção de Andrés Orozco-Estrada    


Programa


Antonín Dvořák - Poema sinfónico “ A Bruxa do meio-dia”, op. 108

Erich Wolfgang Korngold - Concerto para violino e orquestra em Ré Maior, op. 35

Antonín Dvořák - Sinfonia nº 9 em Mi menor, op. 95 (Do Novo Mundo)




Depois do Proms BBC, Leonidas Kavakos é um dos cabeça de cartaz do Festival de Lucerna, com o programa que junta Dvořák e E. W. Korngold, interpretados pela Filarmónica de Viena.
O Concerto para Violino do austríaco Erich Wolfgang Korngold é um trabalho particularmente querido pelo violinista grego Leonidas Kavakos. Korngold cedo foi aclamado como criança-prodígio e mais tarde tornou-se um sucesso em Hollywood como compositor de música para filmes. 
Vivendo desde 1934 na Califoórnia, o compositor escapara assim à invasão da Austria pelos nazis e ao destino que estes infligiram aos judeus como ele.
Tornou-se cidadão norte-americano em 1943, mas regressou à Áustria no final da 2ª guerra mundial com a intenção de retomar a música de concerto e afastar-se do cinema. O Concerto para violino, escrito em 1945, marca esse retorno, mas Korngold também usa músicas das suas trilhas sonoras, incorporando-as num cenário orquestral suntuosamente tardo-romântico. 
"A música continua a ser música", observa Kavakos. "O facto de Korngold ter escrito músicas para filmes não o torna um compositor inferior." 

Na lendária Sinfonia do Novo Mundo, Antonín Dvořák foi inspirado por espirituais afro-americanos e melodias nativas americanas. A Filarmónica de Viena convidou o maestro colombiano de 41 anos, Andrés Orozco-Estrada, para dirigir esta obra. Maestro carismático e comunicador brilhante foi diretor da Orquestra Sinfónica de Houston e da Sinfónica da Rádio de Frankfurt.