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Cultura

Teatro sem Fios | Eu Uso Termotebe E O Meu Pai Também, de Ricardo Correia | 2 Novembro | 19h00

Artistas Unidos

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Teatro sem Fios | Eu Uso Termotebe E O Meu Pai Também, de Ricardo Correia | 2 Novembro | 19h00 Teatro sem Fios | Eu Uso Termotebe E O Meu Pai Também, de Ricardo Correia | 2 Novembro | 19h00

© Jorge Gonçalves


Teatro Sem Fios

2 Novembro | 19h00

Gravado no Auditório 2 
em Lisboa
Produção: Anabela Luís / Artistas Unidos


Eu Uso Termotebe E O Meu Pai Também| Ricardo Correia

Intérpretes
Ana Amaral
André Loubet
António Simão
Jorge Silva Melo
Pedro Caeiro
Pedro Carraca
Sara Inês Gigante

Sonoplastia André Pires

Direção Pedro Carraca


As fábricas abandonadas, o fim de uma época. A partir do exemplo de uma fábrica (a Tebe) situada em Barcelos e atualmente encerrada, Ricardo Correia recolheu testemunhos, vozes, memórias, sonhos, pesadelos. 
É um teatro-documento, um teatro da História.


Todos – Frio? Eu não tenho frio! Eu uso Thermotebe e o meu pai também.
Ator 2 ¬ Ao longo da investigação para o espetáculo entrevistámos 10 operários fabris.
Ricardo Correia, Eu Uso Termotebe E O Meu Pai Também




Ricardo Correia | Nasceu em 1977, em Barcelinhos. Fez teatro escolar e teatro amador em Barcelos. Em 1999 ingressa no Teatro Universitário do Minho, em Braga, até começar a trabalhar profissionalmente como actor em 2001, com estreia no TNSJ no Porto. Trabalha regularmente em teatro, cinema, publicidade e televisão, como ator, dramaturgo e encenador. 
Mestre em Teatro, especialização em Encenação, pela Escola Superior de Teatro e Cinema (2010), foi bolseiro da Fundação Gulbenkian na frequência da London International School of Performing Arts (2013). Detém o título de Especialista em Teatro (2016). Investigador do CEIS20 - Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (2020). 
Fundador e director artístico da Casa da Esquina desde 2008, onde desenvolve trabalho de criação transdisciplinar, investindo numa dramaturgia original, de mediação entre o real e a ficção, do arquivo como prática, implicando o documental, o autobiográfico, a pós-memória e o questionamento do território, tendo apresentado as suas criações na Alemanha, Brasil, Espanha e Reino Unido. 
É autor de cerca de uma dezena de textos para teatro. Uma compilação de peças de 2014 a 2017 está publicada em O Meu País É o Que o Mar não Quer e Outros Peças da Imprensa da Universidade de Coimbra, de 2018. A sua peça Call Center foi publicada pelo TNDMII & Bicho do Mato, no volume Laboratório de Escrita para Teatro - Textos 2017/2018 (coord. Rui Pina Coelho). A peça Exílio[s] 61-74 está publicada em França, com edição bilingue, pela Presses universitaires du Midi da Universidade de Toulouse - Jean-Jaurès (UT2J) da antologia da colecção Nouvelles Scènes, 2020. 
Leciona desde 2013 como professor-adjunto convidado na licenciatura de Teatro e Educação da ESEC/IPC e, de 2015 a 2018, lecionou como assistente convidado na licenciatura em Estudos Artísticos na Universidade de Coimbra. Desde 2015, co-dirige o Clube de Leitura Teatral (Teatro Académico de Gil Vicente/A Escola da Noite).

Eu Uso Termotebe e o Meu Pai Também estreou a 8 de Fevereiro de 2018 na Sala Estúdio do TNDMII, numa produção da Casa da Esquina, com texto e encenação de Ricardo Correia e interpretação de Hugo Inácio, Celso Pedro, Sara Jobard, Joana Pupo e Beatriz Wellkamp e, numa segunda temporada, com Hugo Inácio, João Amorim, Ricardo Correia, Sara Jobard e Sofia Coelho, assistência de encenação Sara Jobard e Rita Grade, dramaturgia de Jorge Louraço, espaço cénico de Filipa Malva e movimento de Rita Grade. Uma co-produção TNDMII, Teatro Aveirense, Teatro Académico Gil Vicente e CCVF.       



Ana Amaral | Frequentou o curso de Actores da ESTC. Trabalhou com Claudio Hochman, Jorge Fraga, Vítor Correia, Tiago Vieira, Rafael Moraes e Luís Miguel Cintra. Estudou ballet clássico, técnica vocal e canto jazz (com Jacinta). Participou em formações com Nuno Pino Custódio, Nuno Meireles, Filipa Braga Cruz, Chris Murphy, Rodrigo Malvar, Meredith Monk, Enrique Pardo e Linda Wise.  Nos Artistas Unidos, participou em Punk Rock de Simon Stephens (2014), A Noite da Iguana de Tennessee Wiliams (2017) e Birdland de Simon Stephens (2021).    


António Simão | Tem os cursos do IFICT (1992) e IFP (1994). Trabalhou com Margarida Carpinteiro, António Fonseca, Aldona Skiba-Lickel, Ávila Costa, João Brites, Melinda Eltenton, Filipe Crawford, Joaquim Nicolau, Antonino Solmer e Jean Jourdheuil. Integra os Artistas Unidos desde 1995, tendo participado recentemente em Do Alto da Ponte de Arthur Miller (2018), Ballyturk  de Enda Walsh (2019) e Uma Solidão Demasiado Ruidosa a partir do romance de Bohumil Hrabal (2020).  


André Loubet | É licenciado pela ESTC. Iniciou a sua formação teatral na ACE. Trabalhou com Teatro do Bolhão, Kuniaki Ida; Teatro da Cornucópia; Oscar Murillo; Martim Pedroso; Hop Produções. Frequentou workshops com Rogério de Carvalho e Maria Duarte. Nos Artistas Unidos participou recentemente em O Grande Dia Da Batalha de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo (2018), Do Alto da Ponte de Arthur Miller (2018), A Máquina Hamlet de Heiner Müller (2020) e Morte de um Caixeiro Viajante de Arthur Miller (2021).    


Pedro Caeiro | Estreia-se em 2003, no SLTM, com Caixa de Sombras de Michael Cristofer, encenação de Marco D'Almeida. Neste teatro, participa em Romeu e Julieta de William Shakespeare, com encenação de John Retallack. Em 2005, conclui o curso de Interpretação da EPTC. Colaborou com o Teatro do Vestido nos espectáculos Fora de Casa por Agora e Nómadas. Colaborou em espectáculos do TEC, encenados por Carlos Avilez, como Doce Pássaro da Juventude de Tenesse Williams, Marat/Sade de Peter Weiss, ICTUS de Miguel Graça e O Comboio da Madrugada de Tennessee Williams. Para além de alguns trabalhos em cinema, tem sido presença regular em ficção para televisão. Em 2013 realizou a curta-metragem Dingo, selecionada para o 23º Festival Curtas de Vila do Conde. Encenou Cassiopeia de Miguel Graça e Atirem-se ao Ar de António Torrado no TEC. Nos Artistas Unidos particiou em Nada de Mim de Arne Lygre (2018), Os Aliens Annie Baker (2019), Morte de um Caixeiro-Viajante de Arthur Miller (2021) e A Circularidade do Quadrado de Dimítris Dimitriádis (2021).    


Pedro Carraca | Trabalhou com António Feio, Clara Andermatt, Luís Miguel Cintra, João Brites, Diogo Dória e Maria do Céu Guerra. Integra os Artistas Unidos desde 1996. Recentemente participou em Os Aliens de Annie Baker (2019), Ballyturk de Enda Walsh (2019), Emília de Claudio Tolcachir (2019), Vemo-nos ao nascer do dia de Zinnie Harris (2019), A Coragem da Minha Mãe de George Tabori (2020) e Birdland de Simon Stephens (2021).   


Sara Inês Gigante | Formou-se na ACE (Porto), tendo concluído a licenciatura na ESTC em 2017. Estreou-se profissionalmente num espectáculo dirigido por Pedro Frias, tendo, em 2015, participado num colectivo que levou à cena uma peça de Tiago Rodrigues no Teatro do Bairro. Foi estagiária no TNDMII. Nos Artistas Unidos participou em O Grande Dia da Batalha de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo, O Vento Num Violino de Claudio Tolcachir (2018), Do Alto da Ponte de Arthur Miller (2018) e Morte de um Caixeiro Viajante de Arthur Miller (2021).    


André Pires | É membro fundador da Locomotivo, do grupo de teatro-circo Plot e do Pé Antemão. Foi baterista dos R.E.F., fez os arranjos e a direcção musical de Parece que o Tempo Voa e fez a música de Sons de Fogo do grupo Tratamento Completo, de que foi percussionista. Trabalhou com Manuel Wiborg, Miguel Hurst, Rissério Salgado, Solveig Nordlund, João Meireles, João Fiadeiro. Trabalha frequentemente com os Artistas Unidos desde 2001.    


Jorge Silva Melo | Fundou em 1995 os Artistas Unidos de que é director artístico.