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Cultura

Teatro Sem Fios | Ilha do Desporto; Ilha do Futuro; Noé, de Ricardo Neves-Neves | 5 Junho 19h00 | 1 Julho 14h00 | 6 Julho 05h00

Artistas Unidos

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Teatro Sem Fios | Ilha do Desporto; Ilha do Futuro; Noé, de Ricardo Neves-Neves | 5 Junho 19h00 | 1 Julho 14h00 | 6 Julho 05h00 Teatro Sem Fios | Ilha do Desporto; Ilha do Futuro; Noé, de Ricardo Neves-Neves | 5 Junho 19h00 | 1 Julho 14h00 | 6 Julho 05h00

© Jorge Gonçalves / Artistas Unidos


Teatro Sem Fios 

5 Junho 19h00 |
1 Julho 14h00 | 6 Julho 05h00 (repetições)

Gravado no Auditório 2 do 
em Lisboa
Produção: Anabela Luís / Artistas Unidos


Ilha do Desporto
; Ilha do Futuro; Noé, de Ricardo Neves-Neves


Intérpretes
Ilha do Desporto - Andreia Bento
Ilha do Futuro - Vânia Rodrigues
Noé - Pedro Carraca

Indicações e Comentários
Jorge Silva Melo, diretor artístico dos Artistas Unidos


Sinopse
3 peças curtíssimas de Ricardo Neves-Neves. 
"Surpreendente, enigmático, divertido, ligeiro, profundo, analítico, rigoroso, disfarçado de ingénuo, escudando-se na lengalenga infantil, no imaginário pop, Ricardo Neves-Neves tem vindo a construir, como autor e como encenador, os espetáculos mais soltos, mais livres, mais desamparados que tenho visto por cá.”
Jorge Silva Melo




Ricardo Neves-Neves é diplomado em Teatro pela ESTC. Pós-graduado em Estudos de Teatro, da FLUL. Funda e dirige o Teatro do Eléctrico. No Teatro do Eléctrico escreve e encena O Regresso de Natasha, Manual, Black Vox - e A Porta Fechou-se e a Casa Era Pequena, O Solene Resgate, Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo. No Teatro do Eléctrico, encena também A Festa, de Spiro Scimone, Menos Emergências, de Martin Crimp e Sebastião & Sebastiana de W.A. Mozart. Escreve Delírio non-desvario com encenação de Ana Lázaro e Fantoches Gigantes com encenação de Paula Sousa. 
Nos Primeiros Sintomas, é ator em Cyrano de Bergerac, O Retrato de Dorian Gray, As Bodas de Fígaro, Salomé, As Bodas, Os Assassinos, Repartição, E Agora Baixou o Sol, A Montanha Também Quem e O Morto e a Máquina encenados por Bruno Bravo; O Homem Elefante, O Pedro e o Lobo encenados por Sandra Faleiro; e Maria Mata-os encenado por Bruno Bravo e Gonçalo Amorim. 
No Teatroesfera integra os espetáculos Falar Verdade a Mentir e Auto da Barca do Inferno, encenados por Paula Sousa, Cíntia Prometida encenado por Paulo Oom, Achtung, encenação de Ana Piu e Paula Sousa e Demónio Vermelho, encenado por Rui Luís. 
Trabalhou em projectos pontuais nas Comédias do Minho como ator (2006) e encenador (2015).



Andreia Bento tem a licenciatura da ESTC. Como atriz trabalhou no Pogo Teatro, Teatro Infantil de Lisboa, Teatro da Malaposta com Ana Nave, Teatro Aberto com José Wallenstein e na curta-metragem A Rapariga no Espelho de Pedro Fortes. Colabora com os AU desde 2001. Recentemente nos Artistas Unidos: Os Acontecimentos de David Greig (2015), O Novo Dancing Eléctrico (2016) e A Estupidez (2017).      


Pedro Carraca trabalhou com António Feio, Clara Andermatt, Luís Miguel Cintra, João Brites, Diogo Dória e Maria do Céu Guerra. Integra os Artistas Unidos desde 1996. Recentemente participou em Jogadores de Pau Miró (2015), O Novo Dancing Eléctrico(2016), A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2017), O Cinema (2017), Tenho trinta anos, estou nas cadeias há quatro a partir de Luandino Vieira (2017), A Vertigem dos Animais Antes do Abate (2017) e O Teatro da Amante Inglesade Marguerite Duras (2018).


Vânia Rodrigues trabalhou com André Uerba, Miguel Moreira, Mónica Calle, João Mota, João Abel, Há Que dizê-lo, Latoaria, Tiago Vieira, Pedro Palma, Raul Ruiz. Nos Artistas Unidos participou recentemente em Jardim Zoológico de Vidro de Tennessee Williams, O Rio de Jez Butterworth (2016), A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2017), A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017) e O Grande Dia da Batalha de Jorge Silva Melo, variações sobre Gorki (2018).    


Montagem e sonorização de André Pires, membro fundador da Locomotivo, do grupo de teatro-circo Plot e do Pé Antemão. Foi baterista dos R.E.F., fez os arranjos e a direcção musical de Parece que o tempo voa e fez a música de Sons de Fogo do grupo Tratamento Completo, de que foi percussionista. No teatro trabalhou com Manuel Wiborg, Miguel Hurst, Rissério Salgado, Solveig Nordlund e João Meireles. Criou o som do espectáculo Existência de João Fiadeiro.
Nos Artistas Unidos colaborou recentemente em Disco Pigs de Enda Walsh (2007), Últimas Palavras do Gorila Albino de Juan Mayorga (2008), Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams, encenação de Jorge Silva Melo (2014). 


Músicas escutadas na gravação: Camille Saint-Saëns; Richard Strauss; Michael Kamen; Ary Barroso; Rui Faustino.

Apresentação de Maria Alexandra Corvela