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Coreto Jorge Costa Pinto

Cultura

Teatro Sem Fios | Não me lembro de nada, de Arthur Miller | 4 Julho 19h00 | 1 Agosto 21h00

Artistas Unidos

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Teatro Sem Fios | Não me lembro de nada, de Arthur Miller | 4 Julho 19h00 | 1 Agosto 21h00 Teatro Sem Fios | Não me lembro de nada, de Arthur Miller | 4 Julho 19h00 | 1 Agosto 21h00

Teatro Sem Fios 

4 Julho 19h00 
1 Agosto 21h00 (repetição)

Gravado no Auditório 2 
Produção: Anabela Luís / Artistas Unidos


Não me lembro de nada, de Arthur Miller 


Intérpretes

Leonora: Isabel Muñoz Cardoso
Leo: Américo Silva

Direcção: Pedro Carraca 
Produção: Artistas Unidos


Sinopse
Leonor sofre de amnésia, uma viúva que janta com Leo, amigo do falecido marido. Desiludida com uma sociedade ainda atolada em brutalidade e mentiras, Leonor refugia-se no álcool e questiona a sua existência. Leo, um teimoso comunista nascido da Depressão, desafia a amiga, recusando-se a perder qualquer esperança para este mundo.    



Arthur Miller (1915-2005) foi um dramaturgo norte-americano. É autor de inúmeras peças, entrea s quais "Morte de um Caixeiro Viajante" e "As Feiticeiras de Salém", sendo um dos principais autores do teatro norte-americano contemporâneo.
Nasceu em Nova Iorque, Estados Unidos, no dia 17 de outubro de 1915. Filho de imigrantes judeus e polacos, o seu pai era empresário do ramo têxtil. Estudou jornalismo na Universidade de Michigan. Em 1940 casa-se com Mary Slattery, com quem namorava desde o liceu.
Em 1936, recebe o Prémio Hopwood pela sua primeira peça, "Honors at Dawn", encenada na Universidade de Michigan. Em 1949, recebe o Prémio Pulitzer de Teatro, o Prémio atribuído pelo Círculo de Críticos de Teatro de Nova Iorque e três prémios Tony, pela peça "Morte de um Caixeiro Viajante". Em 1953 apresenta a peça "As Bruxas de Salém".
A sua obra é uma crítica contundente à sociedade de seu país, designadamente protestando contra a falta de liberdade de expressão e contra a perseguição a comunistas no período do macarthismo. Em 1956, com as investigações sobre atividades subversivas promovidas pelo governo dos Estados Unidos, Miller depõe no Comité de Atividades Anti-americanas e recusa-se a denunciar intelectuais que participam em reuniões comunistas. Em 1957 é considerado culpado por desobediência, mas recorre da decisão e o processo é anulado pelo Tribunal Superior. 
Arthur Miller separa-se de Mary e em junho de 1956 casa-se com a atriz Marilyn Monroe. Em 1960, escreve o roteiro do filme "Os Desajustados" para Marilyn. Em 1961, separa-se de Marilyn e no ano seguinte casa-se com a fotógrafa Inge Morath e têm dois filhos. Em maio de 2002, Miller recebe o Prémio Príncipe de Astúrias de Letras.
Arthur Asher Miller morre em Roxbury, Connecticut, Estados Unidos, no dia 10 de fevereiro de 2005.



Isabel Muñoz Cardoso Tem o curso do Centro Cultural de Évora. Trabalhou com Luís Varela, José Peixoto (Teatro da Rainha / Teatro da Malaposta), José Carlos Faria, José Mora Ramos, Diogo Dória (Centro Cultural de Belém), Jean Jourdheuil, entre outros. Formou o Teatro do Tejo em 1989. No cinema participou em António, Um Rapaz de Lisboa de Jorge Silva Melo. Colabora com os Artistas Unidos desde 1995.


Américo Silva Tem o curso do IFICT (1989) e é diplomado (Teatro, 1994) pela ESTC, tendo trabalhado com Ávila Costa, José Peixoto, João Lagarto, Carlos Avilez, Rui Mendes, Diogo Dória, Depois da Uma… teatro?, Francisco Salgado, Manuel Wiborg e no cinema com Jorge Silva Melo e Alberto Seixas Santos. Colabora com os Artistas Unidos desde 1996.


Pedro Carraca Tem o curso do Instituto Franco-Português (1994), tendo trabalhado com António Feio, Fernando Gomes, Aldona Skiba-Lickel, Clara Andermatt, Luís Miguel Cintra, João Brites, Raul Atalaia, Fernanda Lapa, Almeno Gonçalves, Adriano Luz, Castro Guedes, Diogo Dória, Jorge Listopad, José Mora Ramos, Maria do Céu Guerra. Integra os Artistas Unidos desde 1996.