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Teatro Sem Fios | O Crítico, de Juan Mayorga | 7 Maio 19h00

Artistas Unidos

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Teatro Sem Fios | O Crítico, de Juan Mayorga | 7 Maio 19h00 Teatro Sem Fios | O Crítico, de Juan Mayorga | 7 Maio 19h00

Américo Silva © Jorge Gonçalves


Teatro Sem Fios 

7 Maio | 19h00
2 Junho | 14h00 (rep.)
7 Junho | 05h00 (rep.)

Gravado no Auditório 2 do 
em Lisboa
Produção: Anabela Luís / Artistas Unidos


O Crítico | Juan Mayorga


Intérpretes

Volodia: Nuno Gonçalo Rodrigues
Scarpa: Américo Silva

Direcção
António Simão


Sinopse

Depois de uma estreia triunfal de uma peça de teatro, o Autor irrompe pela casa do Critico que sempre o comentou desde o primeiro espetáculo. 
Porque o persegue? Que quer ele? E eu? Quem sou eu? Aquele que responde à imagem que o outro faz? Que decisões importantes tomou o Autor relacionadas com o parecer do Crítico. Quem é aquele que nos julga?
Juan Mayorga prossegue com esta peça feroz o seu trabalho filosófico sobre o ser e o parecer, a imagem e a interpretação, a definição e a existência. 
Um combate de boxe a que ambos os protagonistas não se furtam.




Juan Mayorga nasceu em Madrid em 1965. Em 1988 licenciou-se em filosofia e em matemática. Prosseguiu estudos em Münster, Berlim e Paris. Em 1997, doutorou-se em filosofia. Ensinou matemática em Madrid e em Alcalá de Henares. É professor de dramaturgia e de filosofia na Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid. É membro fundador do colectivo teatral “El Astillero”. O seu trabalho filosófico mais importante é Revolución conservadora y coservación revolucionaria. Politica y memoria en Walter Benjamim.
É autor, entre outros, dos textos teatrais: Siete Hombres Buenos, Más Ceniza, O Tradutor de Blumemberg, El Sueño de Ginebra, O Jardim Queimado, Cartas de Amor a Staline, Caminho do Céu, Animais Nocturnos, Últimas Palabras de Copito de Nieve e Hamelin. Em 2008, estreou La Tortuga de Darwin e La Paz Perpetua. A sua obra está traduzida em árabe, francês, grego, inglês, italiano, português, romeno, norueguês, polaco, romeno e servo-croata. E foi produzida na Argentina, Chile, Costa Rica, Croácia, Espanha, EUA, França, Itália, Noruega, Reino Unido, Ucrânia e Venezuela.
Os Artistas Unidos estrearam o seu sketch Departamento de Justiça no espetáculo Conferência de Imprensa e Outras Aldrabices (2005, no TMDM), Hamelin (2007, no Convento das Mónicas), Últimas Palavras do Gorila Albino (2008, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães) e O Rapaz da Última Fila (2012, no Teatro da Politécnica).
Em 2007, foi-lhe atribuido o Prémio Nacional de Teatro.



Américo Silva tem o curso do IFICT (1989) e é diplomado (Teatro, 1994) pela ESTC, tendo trabalhado com Ávila Costa, José Peixoto, João Lagarto, Carlos Avilez, Rui Mendes, Diogo Dória, Depois da Uma… teatro?, Francisco Salgado, Manuel Wiborg e no cinema com Jorge Silva Melo e Alberto Seixas Santos e Miguel Gomes. Colabora com os Artistas Unidos desde 1996, tendo participado recentemente em A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2017), A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017) e Do Alto da Ponte de Arthur Miller (2018).


António Simão tem os cursos do IFICT (1992) e IFP (1994). Trabalhou com Margarida Carpinteiro, António Fonseca, Aldona Skiba-Lickel, Ávila Costa, João Brites, Melinda Eltenton, Filipe Crawford, Joaquim Nicolau, Antonino Solmer e Jean Jourdheuil. Integra os Artistas Unidos desde 1995, tendo participado recentemente em A Estupidez de Rafael Spregelburd, O Cinema de Annie Baker (2017), Tenho trinta anos, estou nas cadeias há quatro a partir de Luandino Vieira (2017) e Do Alto da Ponte de Arthur Miller (2018).    


Nuno Gonçalo Rodrigues é diplomado pela ESTC. Em 2013, co-fundou Os Possessos (Rapsódia Batman, 2014; II - A Mentira, 2015; Marcha Invencível, 2017). É atualmente assessor de imprensa nos Artistas Unidos. Nos Artistas Unidos recentemente participou em A Noite da Iguana de Tennessee Williams, A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017), Na Margem de Lá - Um Lamento de Jorge Silva Melo (2017), Tenho trinta anos, estou nas cadeias há quatro a partir de Luandino Vieira (2017), O Grande Dia da Batalha de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo, Do Alto da Ponte de Arthur Miller e Retrato de Mulher Árabe que olha o Mar de Davide Carnevali (2018).