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Teatro Sem Fios | Raul Brandão | O Doido e a Morte | 27 Março 19h00

Dia Mundial do Teatro

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Teatro Sem Fios | Raul Brandão | O Doido e a Morte | 27 Março 19h00 Teatro Sem Fios | Raul Brandão | O Doido e a Morte | 27 Março 19h00

© Jorge Carmona / Antena 2 RTP


Dia Mundial do Teatro

Teatro Sem Fios 
27 Março 19h00

Produção: Anabela Luís / Artistas Unidos
Gravado no Auditório 2 do 
Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa

 
O Doido e a Morte, de Raúl Brandão


Intérpretes

Governador - Américo Silva
Sr. Milhões - João Meireles
Aninhas - Vânia Rodrigues
Nunes - Tiago Matias

Direcção: João Meireles


Sinopse
O Doido e a Morte conta a história da explosiva ameaça de morte que o Sr. Milhões leva dentro de uma caixa até ao gabinete do Governador Civil, Baltasar Moscoso. Refém de um doido, Baltasar verá as suas fraquezas expostas, sendo forçado a concordar com a crítica que o Sr. Milhões dirige a uma sociedade injusta.

Para ler a peça O Doido e a Morteclicar aqui.


Raúl Brandão nasceu na Foz do Douro em 12 de Março de 1867. Celebram-se este ano os seus 150 anos. Militar, jornalista, prosador, historiador, é autor de extensa obra literária e jornalística. 
Reinventor do Romance com a obra-prima Humus, publicada em 1917, é também um grande nome na renovação da Historiagrafia (com El-Rei Junot) e na diaristica. Dedicou desde novo muita atenção ao teatro quer como crítico quer como autor, sendo autor de O Gebo e a Sombra (1923), O Doido e a Morte (1923 ), Jesus Cristo em Lisboa (1927) E alguns actos únicos. 
O Doido e a Morte (1923) é a sua obra mais representada, tendo a sua estreia ocorrido em 1926 no Teatro Politeama, levada à cena pela companhia Rey Colaço Robles Monteiro. Uma ópera de Alexandre Delgado veio a ser estreada no Teatro Municipal de Almada em 2009 com encenação de Joaquim Benite.



Biografias dos intérpretes



Américo Silva tem o curso do IFICT (1989) e é diplomado (Teatro, 1994) pela ESTC, tendo trabalhado com Ávila Costa, José Peixoto, João Lagarto, Carlos Avilez, Rui Mendes, Diogo Dória, Depois da Uma… teatro?, Francisco Salgado, Manuel Wiborg e no cinema com Jorge Silva Melo, Alberto Seixas Santos e Miguel Gomes. Colabora com os Artistas Unidos desde 1996, tendo participado recentemente em Gata em Telhado de Zinco Quente (2014) e Doce Pássaro da Juventude de Tennessee Williams (2015), A Batalha de Não Sei Quê de Neves-Neves (2015), Jogadores (2015) e A Noite da Iguana de Tennesse Williams.


João Meireles
 tem o curso do IFICT (1992). Trabalhou com Luís Varela, Manuel Borralho, Ávila Costa, Adolfo Gutkin, Aldona Skiba-Lickel, José António Pires, o Pogo Teatro e o Teatro Bruto. Integra os Artistas Unidos desde 1995, onde participou, mais recentemente, A Modéstia de Rafael Spregelburd (2014), Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams (2014), As Histórias do Senhor Keuner (2015) e Jogadores de Pau Miró (2015), A Noite da Iguana de Tennesse Williams (2106).

Tiago Matias trabalhou com João de Mello Alvim, Nuno Correia Pinto, Antonino Solmer, Jorge Listopad, Carlos Pimenta, Pedro Penim, Luís Miguel Cintra e Christine Laurent. Tem participado em diversas séries de televisão e faz dobragens e locuções. Nos Artistas Unidos participou recentemente em Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams (2014), Doce Pássaro da Juventude de Tennessee Williams (2016) e A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2016).


Vânia Rodrigues é diplomada pela ESTC (Teatro, 2008). Trabalhou com André Uerba, Miguel Moreira, Mónica Calle, João Mota, João Abel, Há Que dizê-lo, Latoaria, Tiago Vieira. No cinema, trabalhou com Pedro Palma, Raul Ruiz. Recentemente, nos Artistas Unidos participou em Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams (2014), A Batalha de Não Sei Quê de Ricardo Neves-Neves, Doce Pássaro da Juventude de Tennessee Williams (2015), e, em 2016, em Jardim Zoológico de Vidro de Tennessee Williams, O Rio de Jez Butterworth e A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2016).