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Vibrato Pedro Rafael Costa

Cultura

No interior da Cultura | 6.as feiras | 14h20

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No interior da Cultura | 6.as feiras | 14h20 No interior da Cultura | 6.as feiras | 14h20

A Antena 2, em parceria com o Mestrado de Estudos da Cultura da UBI, apresenta semanalmente, a partir de 5 de Janeiro, 16 programas com convidados de diversas áreas, no intuito de promover uma ampla reflexão sobre a cultura.


No Interior da Cultura

6ªs. Feiras | 14h20
de 4 de Janeiro a 29 de Março

Apresentação: Luís Caetano


O que é a cultura? 
Eis uma questão que nos convoca diariamente para a construção da vida em sociedade. Para além da língua comum, das tradições, costumes e crenças que caracterizam determinado grupo, é também o conhecimento, a educação da mente, o cultivar do espírito, a criação artística, a permanência da memória, o diálogo com o outro.
Cada um de nós poderá sentir, definir e viver a cultura de formas distintas.
A Universidade da Beira Interior, na Covilhã, através do seu Mestrado em Estudos de Cultura, e a Antena 2 desafiaram-se para um ciclo de treze conversas. Uma cartografia de diferentes reflexões, onde o interior geográfico desta instituição se assume como epicentro e ponto de partida, e o interior do pensamento e das diversas vivências será o ponto de chegada. 
Procuraremos olhar a cultura enquanto conceito global e intemporal e ao mesmo tempo descobrir experiências locais e regionais, num país que conhece há muito o despovoamento do interior e a concentração macrocéfala de meios e valências. 
Evocando Tolstoi, procuraremos conhecer o mundo através das cores de uma aldeia. No caso, de uma academia de saber, e de um país interior, que tem tanto para dar.
Luís Caetano





Programas 

Prog. 1 | 4 Janeiro
José M. Rosa 
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@ LC / Antena 2


Prog. 2 | 11 Janeiro
Rui Sena
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Prog. 3 | 18 Jan.
Cristina Farinha
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Prog. 4 | 25 Jan.
João Pires Manso
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Prog. 5 | 1 Fev.
Fernando Pereira Marques
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Prog. 6 | 8 Fev.
Moisés de Lemos Martins (1ª parte)
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Prog. 7 | 15 Fev.
Moisés de Lemos Martins (2ª parte)
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Prog. 8 | 22 Fev.
João Botelho (1ª parte)
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Foto por LC

Prog. 9 | 1 Mar.
João Botelho (2ª parte)
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Prog. 10 | 8 Mar.
Graça Rojão
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Prog. 11 | 15 Mar.
Victor Amaral
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Prog. 12 | 22 Mar.
Miguel Real
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Prog. 13 | 29 Mar.
Urbano Sidoncha
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Prog. 14 | 5 Abril
Paulo Serra
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Prog. 15 | 12 Abril
António Fidalgo (1ª parte)
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Prog. 16 | 19 Abril
António Fidalgo (2ª parte)
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Universidade da Beira Interior tem feito da aposta no ensino e na investigação em cultura uma das suas orientações mais firmes e consequentes. Teve ela expressão direta na criação, em 2013, de um Curso de 1º em Ciências da Cultura – singular no País, atenta a sua orientação de base epistemológica – e, ato contínuo, na aposta num Mestrado em Estudos de Cultura, iniciado em 2017. Esta aposta na área científica da cultura postulava uma compreensão seminal do próprio conceito de cultura, entendido como sedimento da ação humana, justamente aquela que permanece, que deixa “marca” subterrânea e que vem a ser coligida nesse amplo repositório dinâmico e deiscente a que chamamos ‘memória’. Uma memória que não deve ser entendida, todavia, como coleção ou mera justaposição de factos, mas como o lugar onde se produzem novas sínteses, gerando assim valor, valor novo que se dissemina por todas as esferas que compõem a rede de que se tece a própria memória.


Da convergência de interesses pela cultura e pela ciência, nasce esta parceria entre a UBI, através do seu Mestrado em Estudos de Cultura, e a Antena 2, na conceção e produção do No Interior da Cultura, título que assinala simultaneamente a origem do programa – a parceria com o Mestrado em Estudos de Cultura da Universidade da Beira Interior –, o contexto temático das conversas que o nutrem e, não menos importante, a própria vocação da Antena 2.
(Texto de apresentação, extraído do facebook de No Interior da Cultura)




Convidados


José M. Rosa | Licenciatura (1993), Mestrado (1997) e Doutoramento em Filosofia (2005) na Universidade Católica Portuguesa, Lisboa. Frequência dos cursos de Teologia e de Direito. De 1993 a 2002, Professor na mesma Universidade nos Cursos de Filosofia, Teologia, Ciências Religiosas, Ciências da Comunicação e Serviço Social. Em 2002, começou a lecionar na Universidade da Beira Interior (UBI - Covilhã). Atualmente é Professor Associado na Faculdade de Artes e Letras; desde 2013 a 2017, Diretor da Biblioteca da UBI e Responsável pelo Repositório Digital da Universidade. Desde 2017, Presidente da Faculdade de Artes e Letras. Investigador no LabCom . IFP e em outros Centros de Investigação do país, e membro de várias associações científicas nacionais e internacionais. Ganhou o Prémio de Mérito Científico Universidade da Beira Interior / Banco Santander, em 2010. De 2013 a 2017, Researcher & Management Committee Member na COST Action IS130. Os seus principais interesses académicos situam-se no domínio do Pensamento Antigo, Patrístico e Medieval (especialmente Santo Agostinho), Fenomenologia, História e Filosofia da Religião, Teologia Política, áreas onde tem publicado textos e participado em vários eventos nacionais e internacionais.




Rui Sena | Nasceu na Covilhã, em 1952. Licenciado em Estudos Teatrais pela Universidade de Évora. Membro fundador em 2002 da Quarta Parede - Associação de Artes Performativas da Covilhã, da qual é diretor artístico, bem como do Festival Y-festival de artes performativas.
Foi diretor artístico do Teatro Virgínia, desde novembro de 2014 a outubro 2018. Em 2013/14 é coordenador do ”Nós-Projeto de ação social e artística”, integrado no Programa Cidadania Ativa, financiado pelo EEA Grants e gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2010 cocriou e codirigiu com Sílvia Ferreira Gota a gota, em 2008 encenou A disputa de Marivaux. Em 2007 fez a conceção e dirigiu Os fios que a lã tece, espetáculo de teatro de objetos/instalação. Em 2006 estagiou com o Teatri di Vita em Bologna | Itália, sob a orientação de Stefano Casi. Desde 1974 encenou peças de Edward Albee, Brecht, Tchekov, Strindberg, António Skarmetta, Marivaux, Raul Brandão e Augusto Sobral, entre outros, essencialmente com cenografias de José Manuel Castanheira. 
Participou em workshops com Konrad Zschiedrich/Berliner Ensemble, Eugenio Barba/Odin Teatret, Carlos Alberto Machado, José Alberto Ferreira, Luís Castro, entre outros. Monitor em diversos workshops em Vodingborg/Dinamarca, Stratford-up-avon/Inglaterra, Covilhã, Guarda e Santarém. 
Faz parte do Conselho Consultivo do Curso de Ciências da Cultura da Universidade da Beira Interior desde 2013. Faz parte do Conselho Geral da Escola Secundária Campos Melo, na Covilhã, desde 2012. Fez parte do Conselho de Administração da Íris–Associação Sul Europeia para a Criação Contemporânea, da qual a Quarta Parede foi membro fundador. Foi membro fundador do Teatro das Beiras em novembro de 1974, onde permaneceu até Dezembro de 2000.




Cristina Farinha | Perita independente do setor cultural e criativo. Doutorada e investigadora colaboradora do Instituto de Sociologia da Universidade Porto, docente convidada no Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas da Escola das Artes Universidade Católica do Porto e do Curso em Gestão Cultural da Universidade de Santiago de Compostela. Desde 2015 até hoje, é membro do Painel de Seleção e Monitorização das Capitais Europeias da Cultura; avaliadora externa da Comissão Europeia para os programas Europa Criativa e Erasmus+, desde 2011, e do Fundo Roberto Cimetta para a Mobilidade Artística e Cultural no Mediterrâneo e Medio Oriente, desde 2013.
Trabalha desde 1996, com diversas instituições e redes do nível local ao internacional e o seu foco de interesse são as políticas culturais e o seu papel na governação e desenvolvimento; a capacitação e formação profissional do setor; e a promoção da cooperação e mobilidade internacional.
Foi recentemente: representante do Ministério da Cultura de Portugal no Grupo de trabalho do MAC dos Estados-membros UE sobre empreendedorismo e inovação no setor cultural e criativo, 2015-16; relatora para o desenvolvimento das indústrias criativas nos países do Programa Cultura e Criatividade da Parceria a Leste da Política de Vizinhança da EU (Arménia, Azerbaijão, Bielorrússia, Geórgia, Moldova e Ucrânia). Em Portugal: Diretora Executiva da ADDICT – Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas, 2012-16; e membro das Comissões de Apreciação, do Programa de Apoio às Atividades Culturais Interdisciplinares da Delegação Regional da Cultura dos Açores, em 2015 e 2018; e do Programa de Apoio Sustentado às Artes 2018-2021 - Música da DG Artes em 2018.




José Pires Manso | Professor Catedrático (atualmente aposentado e convidado) na Universidade da Beira Interior – Departamento de Gestão e Economia, integra o NECE-Unidade de I&D da UBI apoiada financeiramente pela FCT-Fundação para a Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Possui os graus de doutor (PhD) em Economia, Mestre (MSc) em Energia e Ambiente e licenciado em Economia pelo ISEG-Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, e o título de Agregado igualmente em Economia pela Universidade da Beira Interior (UBI). É consultor científico de diversas instituições internacionais, e, nesse âmbito tem recebido algumas distinções, prémios/awards. 
Ao longo da sua carreira académica, sempre no ensino superior, tem sido professor de diversos cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento nas áreas da Economia, Gestão, Sociologia, Desporto e Psicologia, Engenharia, etc.
É autor de uma vasta bibliografia que inclui mais de duzentos títulos.




Fernando Pereira Marques | Nasceu em Coruche a 16 de abril de 1948. É Diplomado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris e Doutor de Estado em Sociologia (Histórica e Política) pela Universidade de Picardie - Amiens (França), professor catedrático convidado na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa), onde dirigiu o 2º Ciclo de Ciência Política, e investigador integrado no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. 
Entre outros cargos, foi Deputado à Assembleia da República, dirigente nacional do Partido Socialista, presidente da Subcomissão Parlamentar de Cultura e membro da delegação portuguesa na União da Europa Ocidental (UEO) e na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa onde integrou, entre outras, a Comissão de Cultura e Educação. 
É autor de várias obras nas áreas do ensaísmo e da investigação, colaborador em publicações periódicas e Diretor-Adjunto da revista Finisterra (Diretor Eduardo Lourenço).




Moisés de Lemos Martins |  Professor Catedrático do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho. Dirige o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), que fundou em 2001. É Diretor da revista Comunicação e Sociedade, e também da Revista Lusófona de Estudos Culturais. Doutorado pela Universidade de Estrasburgo em Ciências Sociais (na especialidade de Sociologia), em 1984. Tem publicado, no âmbito da Sociologia da Cultura, Semiótica Social, Sociologia da Comunicação, Comunicação Intercultural, Estudos Lusófonos. Dirigiu o Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho. Foi Presidente da Sopcom - Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação; da Lusocom - Federação das Associações Lusófonas de Ciências da Comunicação; e da Confibercom - Confederação Ibero-Americana das Associações Científicas e Académicas de Comunicação. Destacam-se as seguintes obras: Crise no Castelo da Cultura. Das Estrelas para os Ecrãs; A Linguagem, a Verdade e o Poder - Ensaio de Semiótica Social; Para uma Inversa Navegação - O Discurso da Identidade; O Olho de Deus no Discurso Salazarista; Lusofonia e Interculturalidade - Promessa e Travessia.




João Botelho | Nasceu em Lamego, em 1949. Iniciou a carreira de realizador em 1977 com 2 curtas-metragens para a RTP e com o documentário de longa-metragem Os Bonecos de Santo Aleixo, para a cooperativa Paz dos Reis. A sua primeira longa-metragem, Conversa Acabada, de 1981, nasceu da correspondência trocada entre os poetas Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro. Quatro anos mais tarde, notabilizou-se por ser um dos primeiros cineastas a explorar o tema da Guerra Colonial, no filme Um Adeus Português, elogiado pela crítica e merecedor de diversos prémios internacionais. Em 1988 adaptou, a preto e branco, o romance Hard Times, de Charles Dickens (1854). Na década de 90 experimentou o telefilme com No Dia dos Meus Anos (1992), integrado na série Os Quatro Elementos, da RTP, assinou Aqui na Terra (1993), uma co-produção luso-britânica sobre um economista na crise de meia idade, fez um conjunto de pequenas histórias a que chamou Três Palmeiras (1994) para o projeto Lisboa, 24 Horas, inserido na programação de Lisboa 94, Capital Europeia da Cultura, estreou-se no território da comédia com Tráfico (1998) e nas comemorações dos 25 anos da Revolução de Abril realizou o documentário Se a Memória Existe. Em 2001 lançou Quem és tu?, uma adaptação da peça garrettiana Frei Luís de Sousa, à qual adicionou um prólogo sobre o sebastianismo e o vídeo As Mãos e as Pedras, exibido na abertura do Porto 2001 – Capital Cultural da Europa. No ano seguinte voltou à comédia com A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos (2002), uma sátira ao incompetente exercício do poder e, em 2008, o seu filme A Corte do Norte, baseado num romance da escritora Agustina Bessa-Luís e no claro-escuro do pintor Caravaggio, integrou a seleção do III Festival Internacional do Filme de Roma.
Tem filmes premiados em festivais nacionais e internacionais (Figueira da Foz, Antuérpia, Rio de Janeiro, Veneza, Berlim, Salsomaggiore, Pesaro, Belfort, Cartagena, etc.), tendo sido laureado por duas vezes com o prémio da OCIC, da Casa da Imprensa e de os Sete de Ouro e viu todas as suas longas-metragens exibidas comercialmente em Portugal, grande parte delas em França e algumas delas em Inglaterra, na Alemanha, em Itália, em Espanha e no Japão.
Em 2010 João Botelho rodou o Filme do Desassossego que, segundo o próprio, é uma versão curta da obra Livro do Desassossego, de Bernardo Soares, semi-heterónimo do poeta Fernando Pessoa. Em 2014 levou às salas dos cinemas Os Maias – Cenas da Vida Romântica, filme que adapta o romance de Eça de Queiroz. O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu, de 2016, e Peregrinação, de 2017, são os dois últimos títulos do mestre do cinema português.




Graça Rojão | Natural da Covilhã, é doutoranda em Sociologia na Universidade da Beira Interior, com uma investigação sobre “Iniciativas locais alternativas no contexto do capitalismo hegemónico”. Tem uma Pós-graduação em Gestão de Projetos em Parceria pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e licenciatura em Sociologia pela Universidade da Beira Interior.
Em termos profissionais, especializou-se nas questões de Cidadania e Igualdade de Género, nomeadamente nos aspetos da Violência Doméstica e de Género. Tem estado ligada à concepção e implementação de projectos de intervenção social há 25 anos.
É desde 2008 co-fundadora e diretora da CooLabora, uma cooperativa de intervenção social que atua em três eixos: promoção da igualdade de género e combate à violência doméstica; iniciativas de economia solidária; e inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Coordena várias iniciativas no âmbito da igualdade de género, nomeadamente da Rede Violência Zero e pelo Plano Intermunicipal para a Igualdade dos concelhos de Belmonte, Covilhã e Fundão. No âmbito da economia solidária, participa na animação da rede Troca-a-Tod@s e integra o projeto Alternativas – Experiências Locais Para Uma Transformação Global.
Está ligada a redes nacionais, nomeadamente ao Fórum Cidadania & Território, à Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (Vice-presidente) e à ARBI – Associação Para o Rendimento Básico Incondicional Portugal (Conselho Fiscal).



Foto por LC

Victor Amaral | Vereador da Educação / Cultura / ​​Turism​​o da Câmara Municipal da Guarda. Professor adjunto na Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto, do Instituto Politécnico da Guarda.



Miguel Real | Recebeu os seguintes Prémios: Prémio revelação Ficção da Associação Portuguesa de Escritores; Prémio revelação de Ensaio da Associação Portuguesa de Escritores; Prémio Fernando Namora de Literatura; Prémio Ficção Ler/Círculo de Leitores; Prémio Ficção da Sociedade Portuguesa de Autores, Prémio Jacinto do Prado Coelho da Associação Portuguesa de Críticos Literários e, em conjunto com Filomena Oliveira, o Grande Prémio de Teatro do Teatro Aberto e SPA.




Urbano Sidoncha | Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e doutorado em Filosofia Contemporânea pela mesma Universidade. Professor auxiliar da Faculdade de Artes e Letras da UBI, foi promotor e primeiro Diretor do Curso de Ciências da Cultura da UBI, cargo que exerceu entre 2013 e 2015, e Diretor do Curso de Filosofia entre 2009 a 2016. É atualmente Diretor do Mestrado em Estudos de Cultura, formação de que foi igualmente o promotor. 
Investigador integrado do LabCom.IFP, é autor de diversos trabalhos científicos publicados em revistas nacionais e estrangeiras. É autor, entre outros trabalhos, do livro Do Empírico ao Transcendental – A Consciência e o Problema Mente/Corpo entre o Materialismo Reducionista e a Fenomenologia de Husserl (FCG/FCT, 2011), primeiro editor do Metamorfoses da Cultura (Nova Vega, 2017), do Culturas em Movimento, e editor da Revista RLEC – Revista Lusófona de Estudos Culturais num número dedicado ao tema “Estudos Culturais, Cidadania e Democracia” (Ed. CECS , 2017, Vol. IV, nº 2).




J. Paulo Serra | Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa e mestre, doutor e agregado em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior (UBI). É Professor Catedrático no Departamento de Comunicação e Artes e investigador e coordenador científico da unidade de I&D Labcom.IFP – Comunicação, Filosofia e Humanidades, na Universidade da Beira Interior.
A nível nacional, exerce o cargo de Presidente da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (Sopcom). É autor dos livros A Informação como Utopia (1998), Informação e Sentido: O Estatuto Epistemológico da Informação (2003) e Manual de Teoria da Comunicação (2008), co-autor do livro Informação e Persuasão na Web (2009), organizador do livro Retórica e Política (2015) e coorganizador de múltiplos livros, o último dos quais Cultura, património e turismo na sociedade digital: Uma perspetiva ibérica (2018). Tem ainda vários capítulos de livros e artigos publicados em obras coletivas e revistas, nacionais e estrangeiras.



António Fidalgo | Reitor da Universidade da Beira Interior desde setembro de 2013.
Fez o ensino primário em Aldeia de João Pires (1963-1966) e o secundário nos Seminários Diocesanos da Guarda (1966-1974)
Estudou na Universidade de Lisboa (1975-1978) e na Universidade de Würzurg (1979-1985).
Foi docente da Universidade Católica Portuguesa (1984-1991).
É docente da UBI desde 1991. Foi Vice-Reitor dos Reitores Passos Morgado (1995) e Santos Silva (1996-1998). É professor catedrático da UBI desde 2000. Foi Diretor da Faculdade de Artes e Letras (2000-2008).










Fotos Jorge Carmona / Antena 2 RTP