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Festivais

Festival TODOS | 17 a 20 Setembro

São Vicente/Santa Engrácia, Lisboa

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Festival TODOS | 17 a 20 Setembro Festival TODOS | 17 a 20 Setembro

Festival TODOS 
Caminhada de Culturas
12ª edição

17, 18, 19 e 20 de Setembro

São Vicente / Santa Engrácia, Lisboa


Música * Dança * Teatro Cinema * Visitas guiadas  * Fotografia 
Novo Circo * Comunidade * Culinárias do Mundo * Workshops e Oficinas


Festival TODOS regressa a Lisboa, mais concretamente ao bairro de Santa Engrácia, com espetáculos, exposições, visitas guiadas, arte urbana e gastronomia numa festa para toda a família, em espaços de encontro e de partilha intercultural.
São quatro dias para palmilhar e descobrir as ruas, os eventos, as pessoas que povoam, criam e habitam em São Vicente e Santa Engrácia, mas as que vêm celebrar as artes performativas, num convívio que promove o diálogo entre culturas, com passageiros do mundo.
Este ano, e pelas circunstâncias da pandemia, o TODOS reinventa-se para que se continue a poder estar juntos, física e digitalmente, organizando um programa cultural, social e artístico para que TODOS se sintam mais próximos, e com isso também combatendo o medo e partilhando um "sopro de humanidade".


Programação
[Seleção - para consultar todo o programa, clique aqui]

17, 18, 19 e 20 Setembro | 18h30 (3€) 
Monte das Hortas (Quinta de Santo António, Av. Mouzinho de Albuquerque)

Teatro O Bando | Antes do Mar 
Espetáculo ao ar livre baseado na obra literária Um Bailarino na Batalha, de Hélia Correia

Dramaturgia e encenação | Miguel Jesus
Música | Jorge Salgueiro
Intérpretes | Dora Sales, João Neca, Laurinda Chiungue, Maria Do Ó, Nicolas Brites, Nylon Princeso, Paula Só, Raul Atalaia, Rita Brito e a participação especial de André Mexia e Fabian Bravo




Imaginem um grupo de pessoas que caminha ao longe. Um grupo de pessoas que atravessa o tudo e o nada à nossa frente, fazendo ecoar as suas palavras dentro das nossas cabeças. Imaginem que essas pessoas continuam a caminhar. Que já caminhavam antes de nós. Que antes deste tempo já ocupavam os seus lugares noutras caravanas e noutros êxodos, enquanto nós sempre os escutámos na distância. Imaginem que essas pessoas querem chegar ao mar e se aproximam. Que trazem a esperança condensada na palavra Europa. Será que, se aqueles pés derem mais um passo, entram dentro de nós?


17 Setembro | 18h30 (Sessão reservada a convidados da comunidade) e 21h30 (3€)
Museu Militar – Pátio dos Canhões (Largo dos Caminhos de Ferro )

Conferência-Espetáculo | AQUI/YHA
Coreografia | Bruno Cochat e Filipa Francisco
Música | Ricardo A. Freitas

Espetáculo terno, comovente e alegre, estreado no Todos 2019, regressa este ano numa versão de Conferência-Espetáculo, para que todos os que não o conseguiram ver no ano passado, AQUI tenham uma oportunidade de se encontrarem com a sua proposta artística e social, os seus intérpretes e colaboradores. Um encontro desejado com os jovens da Escola Gil Vicente, aprofundando as cumplicidades artísticas e as amizades criadas, num testemunho único sobre “o que nos trouxe até aqui, como e porquê”; “o que é ser nepalês e querer ser português”, entre outras inquietações e confissões.


17 Set. (19h00-21h00) | 18 e 19 Set. (12h30-21h00) | 20 Set.(12h30-17h00)
Museu da Água (Rua do Alviela, 12)

Exposição de Fotografia | Engrácia, a Santa Passageira
Fotógrafos | João Tuna, Luísa Ferreira, Luís Pavão, Rosa Reis e Susana Paiva 
Curadoria | Henrique Costa Santos 
Montagem fotográfica | Luís Aniceto

Santa Engrácia ficou para sempre inscrita nas ruas do bairro através da igreja em sua memória (o Panteão Nacional), uma jovem bracarense do séc. III, viajante corajosa e destemida em busca de um Mundo mais humano, que se tornou padroeira de pessoas imigrantes, refugiadas, residentes e viajantes que lançam o mote do festival este ano. No TODOS 2020, explora-se o território da nossa Santa Passageira, com o desafio aos fotógrafos convidados, para criarem, a partir dos seus cinco olhares distintos, cinco abordagens ao mosaico humano e urbano do TODOS em Santa Engrácia, a passageira do mundo.


17 Setembro | 20h30 || 20 Setembro |17h00 
Calçada dos Barbadinhos (Largo do Chafariz frente ao nº 49 da Calçada dos Barbadinhos)

Teatro O Bando | Num País Distante 
Encenação | Miguel Jesus
Instalação cenográfica | Rui Francisco
Interpretação | Yoan Mourles
Criação do Teatro O Bando em parceria com Elsinor Centro di Produzione Teatrale

Um homem imaginou um outro Mundo. Quis isolar-se para poder respirar ares mais puros e menos atormentados. Mas se as suas pernas não pertenciam já à Humanidade, também as suas asas não chegaram para que pertencesse ao reino dos pássaros. Um homem ficou a meio caminho entre a terra e o céu. E daí viu melhor os movimentos dos astros e os caminhos das gentes. Durante todo o Festival, será no alto que ele viverá. E diz-se que quando o sol se puser, à hora certa, ele virá falar aos humanos. Escrevam-lhe, ele alimenta-se das vossas mensagens. Quem sabe em que língua falará. Quem sabe se vos poderá responder.


17 Setembro | 21h30 (3€)
Centro de Cultura Popular de Santa Engrácia (Calçada dos Barbadinhos)
e transmissão em live streaming

Concerto | Orquestra Todos Direção | Carlos Garcia 
Instrumentistas | Ale Damasceno, Augusto Baschera, Carlos Garcia, Danilo Lopes, Edison Otero, Eduardo Lala, Francesco Valente, Gulami Yesildal, Johannes Krieger, Marc Planells, Marian Yanchyk, Rubi Machado, Sebastian Scheriff, Susana Travassos e Tiago Oliveira 


Os músicos da Orquestra TODOS, que chegam de várias partes do Mundo, oferecem este ano um repertório personalizado sobre a riqueza musical de cada país e de cada geografia, emocionando-nos através de um puzzle musical que, em vez da fusão autoral de um compositor, nos propõe uma festa musical em despique de virtuosismos e de alegrias partilhadas pelos intérpretes – compondo uma magnífica desgarrada musical em que emerge uma sonoridade comum, parcialmente resultante da circunstância de a maioria dos músicos da Orquestra viverem dualidades transnacionais.


18 e 19 Setembro | 20h30
Heden – Doca do Jardim do Tabaco (Terminal de Cruzeiros de Lisboa)

Cinema | O Médio Oriente no Cinema Heden
Dois filmes realizados por autores oriundos de dois diferentes países do Médio Oriente, o Irão e o Sudão. 

3 Faces, um filme de Jafar Panahi (2018, 1h41min, Irão). Uma atriz famosa recebe um vídeo perturbador de uma menina que, quando proibida pela sua família a dar sequência aos seus estudos no Conservatório de Teatro de Teerão, decide pedir ajuda.
Talking About Trees, um filme de Suhaib Gasmelbari (2019, 1h37min, Sudão). Quando três amigos decidem tentar reanimar a arte do cinema no Sudão, encontram uma significativa resistência, o que os faz refletir sobre as limitações ainda persistentes da cultura e da arte neste país africano.


18 e 19 setembro | 21h30 (3€)
Palácio Pancas Palha (Travessa do Recolhimento de Lázaro Leitão, 1)

Teatro | Para Vós – Um solo coral onde vivem as memórias
Criação, direção artística e interpretação | Cláudia Andrade
acompanhada por senhoras séniores intérpretes
Banda sonora |Fernando Mota

Para Vós é um espetáculo sobre raízes. Sobre a voz humana que é ancestral. Sobre histórias de outros tempos que não estão escritas nos livros, mas semi-enterradas em algum lugar recôndito da nossa memória. Sobre o que é intemporal. Sobre os mistérios do sangue. Este é um espetáculo sobre os meandros da memória. Sobre as memórias das avós de Cláudia Andrade ou, mais exatamente, sobre a sua memória das memórias delas. Várias avós de várias partes do Mundo que quando chegaram a Lisboa ainda não eram avós.


18 Setembro | 21h30 (3€)
Centro de Cultura Popular de Santa Engrácia – Calçada dos Barbadinhos, 49A

Concerto | Ascendências e Descendências
Jéssica Pina | Tristany
Os dois jovens músicos, afrodescendentes, foram convidados para se apresentarem num mesmo concerto, ainda que em partes distintas.
Um concerto para escutar duas formas de sentir, musicalmente, as ascendências de cada um destes jovens compositores e intérpretes, e de as transmitir às gerações descendentes, através da sua própria linguagem musical, em construção.


Jéssica Pina é trompetista e, agora, também, cantora. Portuguesa com ascendência africana (Angola e Cabo-Verde) e com influências jazzísticas, de música improvisada e música do mundo, revela um talento inato e uma identidade e sonoridade muito próprias. Com o seu novo trabalho a solo “Essência”, traz ao público sonoridades de soul/funk não só instrumentais como vocais, com influências quentes de África, com a sua natural forma de interpretar e sentir a sua “essência”.
Tristany “pinta kom a voz, ilustrando a realidade por ele vivida, através do seu olhar e do olhar das pessoas que o rodeiam. Através da sua arte multidisciplinar, expressa a sua maneira de sentir, kriando assim uma multiplicidade de ritmos, kom sonoridades kruas e estímulos visuais diversificados, representando todas as kulturas ke se sente inserido”. De facto, as sonoridades africanas nunca foram mistério na sua vida e como escreve Melissa Pereira, tem sangue angolano, português e castelhano, mas é de Cabo Verde que se sente, culturalmente falando. 


19 e 20 Setembro | entre as 14h30 e as 17h00
Apeadeiro da Água e Apeadeiro da Bica do Sapato

Música | Duo Além
Nuno Salvado | acordeão
Nuno Reis | trompete

Duo Além é um dueto móvel que traz à rua sonoridades de todo o Mundo. Fundindo a harmonia do acordeão com a melodia do trompete, Nuno Salvado (acordeão) e Nuno Reis (trompete), apresentam músicas para dançar e para sonhar. Dos ritmos africanos à força balcânica, da rêverie jazzística à toada da bossa-nova, o espetador é surpreendido pela cativante energia sonora ou pela doce melodia melancólica do duo virtuoso.


19 e 20 Setembro | entre as 14h30 e as 17h00
Apeadeiro da Água e Apeadeiro da Bica do Sapato

Música | Marco Campaniça

Criador e fundador da AMO – Associação Multicultural de Odemira e da Escola de Música Tradicional de Odemira, atual Escola de Música Tradicional Alentejana, Marco Vieira é um apaixonado pela música tradicional portuguesa, tendo-se dedicado à divulgação e à promoção do ensino de vários cordofones. Com uma perspetiva renovada sobre a música tradicional, vê na recuperação da viola campaniça, instrumento típico do Alentejo, uma oportunidade para aliar a tradição à contemporaneidade, lançando um novo olhar sobre a música tradicional, relacionando a tradição portuguesa com a tradição musical de vários imigrantes a trabalhar no litoral alentejano. Fez parte de diversos projetos musicais como Pólo Norte, Mariária ou Electro Cordel.


19 e 20 Setembro | entre as 14h30 e as 17h00
Apeadeiro da Água e Apeadeiro da Bica do Sapato

Teatro O Bando | Um pouco mais à frente
monólogos para escutar
Dramaturgia sonora e encenação | João Neca
Produção | Raquel Belchior
Intérpretes | AWA (Rita Brito), AIYANNA (Laurinda Chiungue), EREND (Nylon Princeso), GUMSE (João Neca), MIRIAM (Dora Sales), NIWA (Paula Só), NURU (Raul Atalaia), RAMI (Maria do Ó), TARIQ (Nicolas Brites), e as palavras de nove pessoas entrevistadas

@ Rita Santana

Cansadas de tanto caminhar, nove personagens fugiram do espetáculo Antes do Mar, espalharam-se pelas ruas e sentaram-se a imaginar uma outra vida. Agora trazem-vos palavras que encontraram no caminho. Trazem-vos as memórias reais de nove pessoas com quem partilharam histórias de migrações. Venham. Sentem-se um instante. Olhos nos olhos, escutem estas palavras íntimas. Procurem os nove viajantes e desenhem a vossa caminhada sonora.


19 Setembro | 17h00
IFICT (Rua da Bica do Sapato, nº 48 Ab)

Música | Le Tic-Toc-Choc in Concert
Grupo Le Tic-Toc-Choc
Pianista | Vera Prokic
Percussionistas | Osvaldo Pegudo, Mick Trovoada, Marco Santos

O projeto, criado por Vera Prokic, recebe o seu nome e sonoridades de um percurso que une estilos, continentes, tempos e culturas. Trata-se de uma iniciativa inédita de interpretação de obras musicais canónicas, através de uma ampla utilização de percussão. Porque, e como dizia Vlamir Horowitz (1903-1989), “we have to transform percussion instrument to a singing instrument”.
O caráter inédito do projeto parte, justamente, da criação pianística, instrumento de percussão melódica, em diálogo musical que busca a sua justa complementaridade, num leque de instrumentos tradicionais de percussão. O que garante uma nova dimensão melódica, rítmica e acústica às peças originais.
As peças não são transformadas em Jazz, Rock ou qualquer outra expressão diferente daquelas em que foram originalmente concebidas por compositores como Bach, Beethoven, Mozart, Chopin, Liszt, Satie, Scott Joplin, Marko Tajcevic, Rey Colaço, entre outros.


19 e 20 Setembro | 20h00 (3€) 
Palácio Pancas Palha (Travessa Recolhimento Lázaro Leitão, 1)

Companhia Olga Roriz | Antes que matem os Elefantes
Direção | Olga Roriz 
Intérpretes | António Godinho, Beatriz Duarte, Cristina Vizir, Eduarda Horta, Isabel Nejur, Luísa Bento, Magnum Soares, Mariana Sotto Mayor, Marta Jardim e Rodrigo Teixeira
Música | Dahfer Youssef e Two Fingers


Numa versão especial para o festival TODOS 2020, a peça traz à cena a guerra civil na Síria, confrontando o público com os efeitos devastadores do conflito.
Por onde reabrir caminho, qual o tema, a terra, o objetivo? À procura de nós, dos nossos detritos. Em frente... sempre em frente não olhar para trás. Olhos fechados sem querer pensar, o frio, o medo do frio, a fome. Ali em lugar nenhum, lugar perdido, duro, rasgado. Ali, o lugar da ânsia do desconhecido. Memórias de estômago vazio.
A escuridão, o corpo colado a outro corpo e a outro e a outro...
O filho de encontro ao peito, cobertor às costas e malas, sacos, bonecos, entre uma outra pequena mão de carne e osso.
Pés devastados, pisados de cada poeira. As pedras...
O céu espesso, um céu aberto e a cabeça a estalar. Já́ não se sabe da dor, já́ se perdeu a ira.
A dúvida, a insegurança e a pequenez cansa.
Perdido o mínimo poder, perdida a dignidade, cansa.
Demolida a última réstia de humanidade, cansa.
E porquê eu?
(Olga Roriz 2015)


19  Setembro | 16h00 || 20 Setembro | 15h00 e 17h30 (3€)
Palácio Pancas Palha (Travessa Recolhimento Lázaro Leitão, 1)

Música | Hárvore
Criação e interpretação | Fernando Mota


Hárvore é o espetáculo que marca o início de uma pesquisa de Fernando Mota à volta de instrumentos musicais e objetos sonoros criados a partir de árvores e outros materiais naturais. Com esses instrumentos e outros materiais naturais como ramos, pedras, areia e água apresenta-se um espetáculo multidisciplinar que se adapta e reinventa a cada local de apresentação, sendo criado propositadamente para espaços ao ar livre.
Hárvore é um objeto telúrico, uma partitura musical e performativa que mais do que desenhar paisagens, interage com as suas energias.
Hárvore representa o início de um novo ciclo de pesquisa, em que se procura que a beleza e a imensidão da natureza nos tragam alguma elevação e nobreza de espírito. Procura-se que este objeto performativo possa contribuir humildemente para um estado mental coletivo acima da exaltação e intolerância que temos vivido ou assistido no espaço público.
A arte como cura.


19 Setembro | 21h30 (3€)
Centro de Cultura Popular de Santa Engrácia | transmissão online

Música | Liwoningo, de Selma Uamusse 
Selma Uamusse | voz
Augusto Macedo | teclado/rhoddes/loops/baixo
Nataniel Melo | percussão/timbila/congas/kalimba
Gonçalo Santuns | bateria/coros
Milton Gulli | guitarra/coros/tbc

@ Luis S. Tavares

Selma Uamusse lançou em julho passado o seu segundo disco em nome próprio, “Liwoningo” (que significa luz em chope, uma língua tradicional de Moçambique). Produzido por Guilherme Kastrup, produtor premiado com um Grammy pelos álbuns “A Mulher do Fim do Mundo” e “Deus é mulher” da aclamada e também premiada Elza Soares, este é um disco que acentua o património imaterial africano, de Moçambique, uma africanidade que continua a inspirar letras e melodias, mas que se mistura por esse mundo fora, em temas e arranjos, uns mais próximos da tradição do folclore, outros que vagueiam entre o eletrónico, o rock, o afro-beat e o experimental, mantendo sempre como lugar comum a potência do ritmo, da língua ou das sonoridades africanas, abrindo espaço para outras influências, da música portuguesa e brasileira.


19 Setembro | 17h30 || 20 Setembro | 11h30 e 17h30 (3€) 
Calçada dos Barbadinhos

Circo acrobático | Home Made 
Circo Marcel
Co-criadores e intérpretes | Emerson Lescot, Lucie Lepoivre, Chloé Vancompernolle e Joppe Wouters

© Gert Swillens

Home Made é um espetáculo de circo acrobático feito em casa, com amor. Combina trapézios, arames e roda da morte, com muita música rock, que se pode ver ao ar livre e que é, antes de mais, uma celebração da vida, para ver sozinho, ou em pequenos grupos familiares ou de amigos. Intenso e festivo, próximo das pessoas, agita-as em movimento e alegria. Esperança o público, espanta as pessoas com simplicidade, adrenalina e alegria, venham elas de onde vierem.
Faz sorrir a nossa plateia multicultural.


19 Setembro | 19h00
(3€)
Mercado de Santa Clara

Circo contemporâneo | I AM (K)NOT (O NÃO SER) 
Criação e interpretação | Ana Jordão
Música | Hugo Vasco Reis
Rigging |  Vincent Kollar

Inspirado na Tabacaria de Álvaro de Campos, I AM (K)NOT (O NÃO SER), é um espetáculo de circo contemporâneo, que une o circo e a dança, criando um universo poético a partir dos movimentos de uma corda usada quer verticalmente, no ar, como no chão, originando uma linguagem única, autêntica. Em diálogo com as cordas que nos prendem, que nos limitam os acessos, mas que também nos seguram e ajudam a trepar atrás dos sonhos, I AM (K)NOT não deixa de ser uma delicada reflexão sobre a fragilidade da condição humana e da ideia da constante transformação dos estados físicos e emocionais de cada um de nós, indivíduos distintos, mas de passagem...


20 Setembro | 11h00 e 16h00 (entrada livre)
Auditório da Junta de Freguesia de São Vicente (Calçada dos Barbadinhos, 36)

Teatro O Bando | Movimento Zebra - Ocupação Teatral 
Inspirado em textos de Ailton Krenak, Gonçalo M. Tavares e Maya Angelou
Direção artística e formação teatral | Juliana Pinho
Implantação cénica | João Brites, Juliana Pinho e Rui Francisco
Música final | Jorge Salgueiro

Este é um lugar onde a imaginação invade o ar que respiramos. Sim, aqui ainda podemos respirar. O teatro foi o pretexto para nos encontrarmos e a curiosidade é aquilo que nos mantém juntos. Com um grupo constituído por mais de vinte pessoas, oriundas de dez países diferentes, entre os cinco e os oitenta anos de idade, esta ocupação é um momento de partilha dum processo de formação onde procurámos vencer as adversidades impostas pelo medo do toque e pelo medo dos outros. Onde procurámos que o teatro pudesse dar forma a cada voz e a cada imaginário.
Querem fazer parte deste movimento? Sejam bem-vindos. Aproximem-se.

A este espetáculo, segue-se o filme- documentário Movimento Zebra - História de uma Ocupação.



20 Setembro | 18h30 
Panteão Nacional |transmissão online

Concerto | Do Barroco ao Fado
Músicos do Tejo com Ana Quintans e Ricardo Ribeiro

Direção musical | Marcos Magalhães 
Os Músicos do Tejo
Ana Quintans | voz
Ricardo Ribeiro | voz
Miguel Amaral | guitarra portuguesa
Marco Oliveira | viola de fado

@ Jorge Carmona / Antena 2    

O programa From Baroque to Fado (que em tempos se intitulou Fado Barroco) tem-se revelado um projeto rico de emoções e ideias musicais que continua a suscitar o interesse do público. A isso não será alheio o desenvolvimento enorme da carreira, em terrenos musicais distintos, de duas vozes portuguesas de grande valor artístico: Ana Quintans e Ricardo Ribeiro. Ao juntá-las em torno de um projeto de investigação da cultura musical portuguesa em termos novos e originais, Os Músicos do Tejo criaram um encontro musical pleno de invocações.


Nestes 4 dias de Todos, há ainda piqueniques animados, muitas receitas culinárias, e visitas guiadas, entre outros eventos, presenciais e online, e muitas animações locais.

Para mais informações, visite o site do Festival Todos ou o Facebook.