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Argonauta
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Argonauta Jorge Carnaxide

Letras de Canções


Merciful Town / Misericordiosa cidade

Letra Original:


Merciful Town

Over the edge of the purple down,
Where the single lamplight gleams,
Know ye the road to the Merciful Town
That is hard by the Sea of Dreams
Where the poor may lay their wrongs away,
And the sick may forget to weep?
But we pity us! Oh, pity us!
We wakeful; ah, pity us!
We must go back with P'liceman Day
Back from the City of Sleep!

Weary they turn from the scroll and crown,
Fetter and prayer and plough
They that go up to the Merciful Town,
For her gates are closing now.
It is their right in the Baths of Night
Body and soul to steep,
But we pity us! Ah, pity us!
We wakeful; oh, pity us!
We must go back with P'liceman Day
Back from the City of Sleep!

Over the edge of the purple down,
Ere the tender dreams begin,
Look, we may look, at the Merciful Town,
But we may not enter in!
Outcasts all from her guarded wall
Back to our watch we creep:
We pity us! Ah, pity us!
We wakeful; ah, pity us!
We that go back with P'liceman Day
Back from the City of Sleep.

Tradução para Português:


Misericordiosa cidade

Além da linha das colinas de púrpura,
Onde a única luz cintila,
Conheceis vós o caminho para a misericordiosa cidade
Que se ergue firme junto do Mar dos Sonhos
Onde os pobres podem libertar-se dos seus males
E os doentes esquecer-se de chorar?
Mas nós compadecemo-nos de nós! Ah, compadecemo-nos de nós!
Nós, acordados, ah, compadecemo-nos de nós!
Nós devemos regressar com o Dia Vigilante
Da Cidade do Sono!

Cansados eles voltam de pergaminho e coroa
Grilhões e orações e charrua,
Eles que sobem à Misericordiosa Cidade
Porque agora os seus portões estão fechados.
É seu direito nos Banhos da Noite
Corpo e alma mergulhar,
Mas nós compadecemo-nos de nós! Ah, compadecemo-nos de nós!
Nós acordados; oh, compadecemo-nos de nós!
Nós devemos regressar com o Dia Vigilante
Da Cidade do Sono!

Além da linha das colinas de púrpura
Antes de os suaves sonhos começarem
Olhem, nós podemos olhar para a Misericordiosa Cidade,
Onde nós não podemos entrar!
Banidos todos da sua escoltada muralha,
De volta à nossa vigília nos arrastamos:
Nós compadecemo-nos de nós! Ah, compadecemo-nos de nós!
Nós acordados; ah, compadecemo-nos de nós!
Nós que regressamos com o Dia Vigilante
Da Cidade do Sono.