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Vasco Graça Moura

1942 - 2014

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Vasco Graça Moura Vasco Graça Moura
Licenciado em Direito, pela Universidade de Lisboa, foi advogado entre 1966 e 1983. Após o 25 de Abril de 1974, aderiu ao Partido Social Democrata, sendo chamado a exercer os cargos de Secretário de Estado da Segurança Social (IV Governo Provisório) e dos Retornados (VI Governo Provisório).

Na década de 1980 enveredou definitivamente pela carreira literária, que o havia de confirmar como um nome central da literatura portuguesa da segunda metade século XX.

Foi director da RTP2 (1978), administrador da Imprensa Nacional - Casa da Moeda (1979-1989), presidente da Comissão Executiva das Comemorações do Centenário de Fernando Pessoa (1988) e da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses (1988-1995), director da revista Oceanos (1988-1995), director da Fundação Casa de Mateus, comissário-geral de Portugal para a Exposição Universal de Sevilha (1988-1992) e director do Serviço de Bibliotecas e Apoio à Leitura da Fundação Calouste Gulbenkian (1996-1999). Foi deputado ao Parlamento Europeu, integrando o Grupo do Partido Popular Europeu, de 1999 a 2009.

Em janeiro de 2012, Vasco Graça Moura foi nomeado para a presidência da Fundação Centro Cultural de Belém pela Secretaria de Estado da Cultura, substituindo António Mega Ferreira.

Pela sua obra literária, foi distinguido com os Prémios de Poesia do P.E.N. Clube Português e da Associação Portuguesa de Escritores e a Coroa de Ouro do Festival de Poesia de Struga. Recebeu igualmente a Ordem de Santiago da Espada, o Prémio Pessoa, o Prémio Vergílio Ferreira e o Prémio de Tradução 2007 do Ministério da Cultura de Itália, que distingue anualmente o melhor tradutor estrangeiro de obras italianas, por decisão unânime do júri. Colaborou na revista Quadrante (revista da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa) iniciada em 1958.

Graça Moura foi uma das vozes mais críticas do Acordo Ortográfico, que considerava que apenas “serve interesses geopolíticos e empresariais brasileiros, em detrimento de interesses inalienáveis dos demais falantes de português no mundo"


(Fonte: Wikipedia)