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Império dos Sentidos
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Império dos Sentidos Paulo Alves Guerra / Produção: Ana Paula Ferreira

Ópera

Schönberg | Gurrelieder | 28 Setembro 18h00

Mezza-Voce

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Schönberg | Gurrelieder | 28 Setembro 18h00 Schönberg | Gurrelieder | 28 Setembro 18h00

© Harri Kuusisaari


28 Setembro | 18h00


Programa Mezza-Voce    
Apresentação e Realização: André Cunha Leal 
Produção: Susana Valente    
    
Gravação da Radiodifusão Finlandesa,
a 16 de Agosto de 2019


Arnold Schönberg | Gurrelieder 


Waldemar: Stuart Skelton (T)
Waldtaube: Katarina Karnéus (MS)
Tove: Emily Magee (S)
Klaus Narr: Wolfgang Ablinger-Sperrhacke (T)
Camponês: Gidon Saks (BBT)
Narrador: Salome Kammer


Coro do Centro Musical de Helsínquia
Spira Ensemble


Orquestra Filarmónica de Helsínquia
Direção de Susanna Mälkki

Foto Chris Lee

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Gurrelieder 

Cantata

Gurrelieder ou as Canções de Gurre é um ciclo de canções composto por Arnold Schönberg (1874-1951), entre 1900-1901 e 1910-1911, a partir de um texto do poeta dinamarquês Jens Peter Jacobsen, segundo uma lenda medieval, e traduzido para alemão por Robert Franz Arnold.

Estas canções para cinco vozes, narrador, coros e orquestra foram compostas no início da carreira do compositor, antes do dodecafonismo e foram fortemente influenciado por Wagner e Mahler, em especial a primeira parte que foi terminada em 1901, já a segunda, terminada em 1911, difere completamente em estilo mostrando a evolução de Schönberg para a dodecafonia.

Esta obra monumental não é uma oratória nem uma sinfonia com coro. É antes uma gigantesca sinfonia dramática que se apresenta sob a forma de uma série de lieder. A orquestra não tem precedentes, pela sua dimensão e complexidade.

Foram estreadas a 23 de Fevereiro de 1913 em Viena, por Franz Schreker, e Leopold Stokowski fez o primeiro registo integral em 1932.

O título, "Canções de Gurre", refere-se ao castelo de Gurre na Dinamarca, cena da tragédia medieval que se desenvolve em torno da lenda nacional dinamarquesa do rei Valdemar Atterdag e do seu amor por Tove.




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