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Solistas Melleo Harmonia | 29 Março | 19h00

Museu Nacional de Arte Antiga

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Solistas Melleo Harmonia | 29 Março | 19h00 Solistas Melleo Harmonia | 29 Março | 19h00

© Jorge Carmona / Antena 2


Temporada Concertos Antena 2


29 Março | 19h00

Transmissão direta
a partir do Auditório do 
Museu Nacional de Arte Antiga


Solistas Melleo Harmonia

Joaquim Ribeiro, clarinete
Paulo Jorge Ferreira, acordeão





Programa

Paulo Jorge Ferreira - Nuances a 2
[clarinete e acordeão]

Domenico Scarlatti - Sonata em Si menor K. 87
[acordeão]

Paulo Jorge Ferreira - Improviso
[acordeão]

Astor Piazzolla - Avé Maria, Arr. Paulo Jorge Ferreira
[clarinete e acordeão]

Béla Kováca - Hommage à Carl Maria Von Weber
[clarinete]

Mário Milushev - Capricho p/ clarinete solo

Arr. Paulo Jorge Ferreira - Ouvir Lisboa (recriação de fados alusivos a Lisboa)
[clarinete e acordeão]




Transmissão direta
Apresentação: Pedro Ramos
Produção: Anabela Luís, Reinaldo Francisco



Joaquim Ribeiro | Natural de Vizela, foi, em 1988, o 1º Prémio Jovens Músicos na categoria de clarinete da história do certame. Do seu currículo consta ainda o 1º Prémio do Concurso Nacional da Juventude Musical Portuguesa, o 2º Prémio do Concurso de Clarinete de Setúbal, assim como o 1º Prémio Jovens Músicos na categoria Música de Câmara, com o Quarteto de Clarinetes de Lisboa, grupo com o qual obteve ainda o Prémio Cultura e Desenvolvimento e o Prémio Artes e Ideias. 
Licenciou-se em Clarinete na Escola Superior de Música de Lisboa com as mais altas classificações. Completou ainda a sua formação artística frequentando diversas Master Classes em Clarinete com reconhecidos clarinetistas, como António Saiote, Guy Deplus, David Campbel, Walter Boykens, entre outros. Em 1988, 89 e 90 foi selecionado em provas internacionais para participar como solista no estágio da Orquestra de Jovens do Mediterrâneo, em França, e em 91 no estágio da Orquestra Sinfónica de Jovens da Comunidade Europeia. A sua fama como clarinetista valeu-lhe a dedicatória de várias obras escritas por diferentes compositores; a realização de concertos com diversas formações de câmara nos mais importantes festivais de música nacionais e internacionais a destacar em Espanha, França, Inglaterra, Itália, Holanda, Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Suiça, EUA, Brasil, Canadá, Macau, gravações para a rádio e TV, a colaboração em cd's, o convite a ministrar Master Classes no continente e ilhas, Espanha e Brasil bem como a atuação a solo com a Camerata Atlântica, Banda Sinfónica da GNR, Orquestra Sinfónica da RDP, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra de Câmara de Aveiro, Orquestra Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Sinfónica do Norte, Orquestra Sinfónica Portuguesa, etc.
As suas atuações a solo têm merecido da imprensa as mais elogiosas críticas, destacando-se as seguintes: “Clarinetista de sonoridade ampla, firme e de excelente técnica” (Diário Popular, 17/08/88- Maria Helena de Freitas); “Uma interpretação sempre exemplar” (Diário de Noticias, 13/06/89- José Pedro Blanc); “Clarinetista de enorme talento, de carreira notável, um dos melhores do País” (N. de V. 07/92- M.M. Guerra); “Clarinetista de excelente técnica, grande intensidade interpretativa, de som aveludado, simplesmente perfeito” (Público, 21/05/01- Teresa Cascudo). "...ilustra perfeitamente o ecletismo de uma jovem geração de Clarinetistas. Põe toda a sua mestria técnica ao serviço do repertório clássico, sem contudo deixar de abordar outros estilos..." Revista Viento nº 8, junio/2008/07-03-2010. 
Ao longo da sua carreira teve oportunidade de trabalhar com maestros como Carlo Maria Giulini, Jean Sebastien Berreau, Mstislav Rostropovich, Lukas Foss, George Hurst, Michel Tabachnik, Alain Lonbard, Arturo Tamayo, Michael Zilm, Wolfgang Rennert, Michel Plasson, de entre muitos outros, com os maiores elogios. 
Joaquim Ribeiro é Vandoren e Selmer Artist, professor de Clarinete no Conservatório de Música D. Dinis-Odivelas, Clarinete Solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa. 
Em 2017, no âmbito dos seus estudos musicológicos, publicou, com o apoio da Fundação Jorge Antunes, o primeiro estudo preliminar sobre a vida e obra do compositor vizelense Joaquim da Costa Chicória. Nos últimos anos assumiu igualmente um percurso como maestro, tendo concluído o mestrado em Direção de Orquestra no Instituto Piaget e concluído a graduação em Dijon, no Conservatório de Música J. Ph. Rameau, com o reconhecido Maestro Jean-Sébastien Béreau, período em que o seu empenho e sensibilidade lhe valeu a classificação de Très Bien pelo certificado CEFM e a Médaille de L’argent correspondente ao certificado DEM. Trabalhou posteriormente com os maestros Felix Hauswirth e Michael Fennell. Nessa qualidade assumiu a direção musical da Orquestra Melleo Harmonia, o que lhe possibilitou a oportunidade de dirigir obras de compositores tão variados como Marcos Portugal, L. W. Beethoven, Charles Gounod, Antonín Dvoräk, Johannes Brahms, Igor Stravinsky, Arnold Schoenberg, Luís de Freitas Branco, Richard Wagner e Gustav Mahler, entre muitos outros.

 


Paulo Jorge Ferreira | Nasceu em Lisboa. Ao longo da sua formação, frequentou seminários dirigidos por alguns dos mais prestigiados acordeonistas contemporâneos. Finalizou os seus estudos na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde posteriormente lhe foi atribuído, perante prova pública, o título de especialista em Acordeão/Performance. 
Tem realizado recitais a solo e concertos de música de câmara, tanto a nível nacional como internacional, nomeadamente em França, México, Bélgica, Áustria, Itália, Macau, Espanha, Hungria, Holanda e Alemanha, tocando com músicos portugueses e estrangeiros de enorme prestígio. Durante o seu percurso atuou em algumas das mais importantes salas de concerto da Europa, como Musik Werein, Muziekgebouw, De Single, Odéon Theatre de L’Europe, Teátrum House of Future, Berliner Philarmoniker, entre outras. Participou como instrumentista, em diversas estreias de obras para acordeão solo, música de câmara, ensemble e orquestra. Trabalha assiduamente com compositores portugueses, fomentando a criação de novo repertório português para acordeão. 
Apresentou-se como músico convidado de orquestras sinfónicas e de câmara, tais como, Orquestra de Pequim, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Utópica, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Remix Ensemble, Ensemble Darcos e a solo com Esart Ensemble, Remix Ensemble, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional, Sinfonietta de Ponta Delgada e Banda Sinfónica Portuguesa, trabalhando com maestros de reconhecida qualidade internacional, como Stefan Asbury, Jürjen Hempel, Lawrence Foster, Peter Rundel, Martin André, Emílio Pomàrico, Carl St. Clair, Peter Eötvös. Colabora regularmente com Remix Ensemble, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. 
No domínio da música de câmara, constitui com Pedro Santos um duo de acordeões (Duo Damian), com Carlos Alves um duo de acordeão e clarinete (Artclac), com Catherine Strynckx um duo de acordeão e violoncelo (Stretto Duo), com Ana Ester Neves (soprano) um duo de acordeão e canto, e um quinteto com quarteto de cordas. 
Ao longo da sua carreira musical tem participado em inúmeras gravações discográficas, em programas radiofónicos e televisivos. Gravou dois cd’s a solo, “Percursos” editado pela etiqueta “Numérica” e “Contemporary Works for Accordion” incluído no catálogo da CalandaMusic. 
Paralelamente, a sua atividade como compositor tem-se desenvolvido significativamente, escrevendo obras para instrumentos solo, música de câmara e orquestra. Devido ao crescente interesse pela sua forma de compor, tem recebido encomendas de alguns dos mais conceituados solistas, grupos de câmara e festivais de música portugueses, e algumas das suas peças têm sido executadas igualmente no estrangeiro. Foram editados discos com algumas das suas obras e a edição impressa da sua música está a ser realizada pela editora AVA Musical Editions.
Atualmente é professor de acordeão e música de câmara na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco e na Escola de Música do Conservatório Nacional. Alguns dos seus alunos e grupos de música de câmara têm obtido primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais de acordeão e de música de câmara. Paulo Jorge Ferreira é convidado com regularidade como membro de júri em concursos internacionais de acordeão. Co-autor do livro “Modern Accordion Perspectives” que contém artigos e entrevistas sobre o acordeão clássico, segundo a crítica, por alguns dos mais reconhecidos acordeonistas da atualidade. É diretor artístico do Festival e Concurso de acordeão Folefest e presidente da Associação Folefest. Tem sido considerado um elemento preponderante no desenvolvimento artístico do acordeão em Portugal.












Fotos Jorge Carmona / Antena 2