Kung Fu Panda 2 promovido em Cannes
Dustin Hoffman, Angelina Jolie, o panda e Jack Black

Cannes 2011  

"Kung Fu Panda 2" promovido em Cannes

Actores do desenho animado da Dreamworks regressaram a Cannes para promover a sequela.

Depois do êxito global do primeiro “Panda do Kung Fu”, que rendeu mais de 500 milhões de euros nas bilheteiras dos cinemas, os estúdios Dreamworks perceberam que ainda podiam ir mais longe no sucesso e essa foi a razão principal porque lançaram o “Kung Fu Panda 2”, também no formato 3D.

Desde já pode dizer-se que o resultado está longe de ser avassalador, apesar dos efeitos de profundidade em algumas cenas, resultarem em pleno no grande ecran. Aliás, em Cannes, onde entrevistámos a realizadora Jennifer Yu, ela própria fez questão de salientar que não se partiu do 3D para se criar o novo filme. O formato serve apenas de complemento para quem o apreciar ver dessa maneira.

Neste “Kung Fu Panda 2”, encontramos o mestre Po a viver uma crise existencial que tem a ver com o facto de não se recordar dos seus pais biológicos. Memórias enevoadas que entretanto podem ser desvendadas pelo vilão da história, Lord Chen, um pavão que tem uma arma de fogo poderosa que ameaça eliminar o Kung Fu e conquistar a China.

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Nas entrevistas que fizemos aos protagonistas, o actor Jack Black (Po), ele também praticante de artes marciais nos tempos livres, disse que “é impossível pontapear quatro pessoas ao mesmo tempo”, e é por essa razão que este Panda animado tem tanto sucesso entre os mais jovens.

Quanto a Angelina Jolie (a tigresa), apareceu magríssima com um levíssimo vestido castanho, e quis enfatizar o lado feminino duro da heroína, “mas ao mesmo tempo uma personagem animada pelo coração”.

Este “Kung Fu Panda 2” tem uma história menos divertida, mas bem mais elaborada, comparando os dois filmes. A única duvida é saber se o público infantil vai aderir com facilidade a uma narrativa mais complicada de digerir.

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