Oscar 09: O dia seguinte II (as críticas)
Hugh Jackman durante o número de abertura da 81ª cerimónia de entrega dos Oscars.

Oscar 2009Cinema Norte-americano  

Oscar 09: O dia seguinte II (as críticas)

Se por cá as opiniões acerca do novo formato da cerimónia foram essencialmente positivas, nos Estados Unidos estiveram longe da unanimidade.


Havia um aspecto, antes da cerimónia, em que toda a gente concordava. Era necessário mudar alguma coisa e travar a razia nas audiências televisivas.

Desde o ponto máximo atingido em 1998, quando David Cameron gritou "I'm the king of the world!" pela vitória com "Titanic", que o interesse pela entrega das estatuetas tem vindo a diminuir. Desses 55 milhões de espectadores de há mais de uma década chegou-se, no ano passado, a um mínimo preocupante de 32 milhões.

Os dados veiculados pela Nielsen, empresa que audita os números de televisão nos Estados Unidos, parecem dar razão a Bill Condon e Laurence Mark, responsáveis pelo espectáculo (ler peça do João Lopes). Mesmo assim, levantaram-se muitas vozes discordantes com o formato e alinhamento da cerimónia.

Os pontos principais da discussão centraram-se no apresentador; nos segmentos musicais; nas piadas lançadas ao longo do programa; no formato dos prémios de representação com os cinco actores ou actrizes em palco; e na junção da entrega dos Oscars nas categorias técnicas.

Para quem quiser conferir o que se escreveu sobre os Oscars do outro lado do Atlântico, aqui fica uma breve compilação:

Ken Levine, The Huffington Post

Patrick Goldstein, The Los Angeles Times

Maureen Ryan, Chicago Tribune

Ray Richmond, The Hollywood Reporter


Tom Shales, The Washington Post

Verne Gay, Newsday

Mary McNamara, The Envelope, The Los Angeles Times


Alessandra Stanley, The New York Times



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publicado 15:07 - 24 fevereiro '09

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