TOY STORY (1995, 1999, 2010, 2019)
Tom Hanks e Tim Allen — aliás, o xerife Woody e o astronauta Buzz Lightyear

DVD Memória  

TOY STORY (1995, 1999, 2010, 2019)

Em 1995, "Toy Story" representou uma verdadeira revolução no domínio da animação cinematográfica: aquela que foi a primeira longa-metragem de animação totalmente fabricada por computador já deu origem a três sequelas.

Com “Toy Story 4” a marcar os desenhos animados do ano 2019, convenhamos que quando tudo começou mesmo os mais optimistas não acreditariam que fosse possível desenvolver uma “franchise” tão duradoura. Parecendo que não, foi em 1995 (portanto, há 24 anos) que surgiu o primeiro “Toy Story”, centrado nas aventuras do xerife Woody e do seu amigo astronauta Buzz Lightyear.

Buzz tem um ligeiro problema de identidade. Ou seja: ele acredita que é mesmo um homem do espaço e que está na posse de informações secretas sobre uma invasão do planeta Terra; por sua vez, Woody sofre imenso na tentativa de o convencer que tanto um como outro não passam de brinquedos... Dito de outro modo: esta é uma história bizarra e desconcertante de amizade — amizade dos brinquedos pelas crianças, amizade dos brinquedos pelos brinquedos, tudo celebrado pela música e pelas canções de Randy Newman.


Quando surgiu, em 1995, “Toy Story” inscreveu definitivamente um novo nome na história dos desenhos animados. É um nome que continua a ser líder deste domínio. Ou seja: a Pixar. Era a primeira longa-metragem da Pixar e, mais do que isso, era a primeira longa-metragem de animação totalmente fabricada por computador. “Toy Story 2” surgiu quatro anos mais tarde, em 1999. “Toy Story 3” foi lançado em 2010, numa altura em que a Pixar já fazia parte dos estúdios Disney.

Seja como for, não podemos reduzir o impacto de “Toy Story” à sua excelência técnica e à evolução fulgurante do digital. Importa não esquecer o talento dos actores envolvidos — em “Toy Story 4”, além de Tom Hanks e Tim Allen, surgem, entre muitos outros, Christina Hendricks, Keanu Reeves e Carol Burnett. E devemos sublinhar a fidelidade deste universo à velhinha arte de contar histórias em tom de fábula, muitas vezes através das canções de Randy Newman. Por exemplo, em “Toy Story 2”, a bonequinha Jessie recorda os tempos passados com a sua dona que, entretanto, já cresceu — o resultado é uma belíssima balada, cantada pela canadiana Sarah McLachlan.

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publicado 00:02 - 02 agosto '19

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