Sociedade

Covid-19: Alemanha regista mais de nove mil mortes desde início da pandemia

A Alemanha contabilizou até hoje um total de 9.003 vítimas mortais associadas à pandemia da Covid-19 e 195.674 casos de infeção diagnosticados, dos quais 181 mil foram considerados recuperados.

Covid-19: Alemanha regista mais de nove mil mortes desde início da pandemia

© DR

Os dados são do Instituto Robert Koch (RKI) que indicou que, só nas últimas 24 horas, houve um aumento de 446 novos casos de Covid-19 e nove óbitos, enquanto mais 700 pessoas foram dadas como curadas.

A chanceler Angela Merkel foi fotografada hoje, pela primeira vez, com uma máscara de proteção. A imagem surge depois da líder alemã ter sido questionada, na segunda-feira, durante uma visita oficial do Presidente francês Emmanuel Macron, sobre os motivos da sua não-utilização, quando o Governo recomenda o uso.

Na altura, Merkel respondeu que a falta da máscara se deve sobretudo ao respeito pela distância de segurança, acrescentando usá-la sempre no supermercado.

A fotografia de hoje mostra a chanceler com uma máscara preta com o símbolo da presidência alemã do Conselho da União Europeia. A chanceler vai viajar na próxima quarta-feira para Bruxelas, pela primeira vez desde o início da pandemia de Covid-19.

Numa entrevista publicada hoje no “Spiegel”, o ministro da Saúde, Jens Spahn, admite que a aquisição massiva de máscaras, por parte da Alemanha, deveria ter acontecido mais cedo revelando que o número de instalações da nova aplicação “Cororna-Warn-App” já superou os 14 milhões.

A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 517 mil mortos e infetou mais de 10,76 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.587 pessoas das 42.782 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo Coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

C/Lusa